Lideranças políticas de Minas Gerais apresentaram divergências sobre as contas públicas do estado, concessões e alianças eleitorais para a Presidência da República nesta quarta-feira (30/9).
No debate fiscal, Gabriel Azevedo afirmou que o orçamento do governo mineiro projeta um rombo de R$ 7 bilhões para o ano seguinte. Já Patrus Ananias defendeu renegociar a dívida do estado com o governo federal e extinguir benefícios fiscais pagos a empresários.
Sobre o mesmo passivo, Mateus Simões propôs transferir os valores destinados aos juros da dívida estadual para investimentos em obras de infraestrutura. No cenário nacional, Simões declarou voto em Flávio Bolsonaro na disputa pelo Palácio do Planalto.
O apoio a Flávio Bolsonaro também foi defendido por Flávio Roscoe, que fez críticas a decisões do Supremo Tribunal Federal. Em contraste, Alexandre Kalil rejeitou alinhamento político com Luiz Inácio Lula da Silva e com Flávio Bolsonaro na corrida presidencial.
Em relação à gestão de transportes, Cleitinho Azevedo prometeu revisar contratos de concessões rodoviárias e criticou cobranças de pedágio de R$ 15 e R$ 16 sem a execução de obras de duplicação.
Para a área ambiental e prevenção climática, Gabriel Azevedo propôs implantar o conceito de cidades-esponja no estado, com obras em encostas e recuperação de leitos de rios para enfrentar tempestades.
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