IA avança mais devagar nas empresas que no uso individual, diz Abemi

Grupo de profissionais com equipamentos de proteção individual assistindo a uma apresentação técnica em um monitor.

Atualizado às 18:56

A incorporação da inteligência artificial nas empresas brasileiras ainda está em estágio inicial e caminha mais devagar do que a utilização individual. A avaliação foi feita pelo presidente da Associação Brasileira de Engenharia Industrial (Abemi), Nelson Romano, nesta quarta-feira (30/9).

No setor de indústria pesada, a tecnologia atual já possui capacidade técnica para responder às demandas operacionais, segundo o gerente da Siemens, Guilherme Klein. O representante defendeu que a checagem feita por pessoas continua indispensável para prevenir erros e proteger instalações complexas.

Para o consultor executivo da Octave, André Fregolente, os engenheiros devem dominar essas plataformas digitais para assegurar eficiência e afastar a dependência excessiva de algoritmos. Ele declarou que a categoria necessita de qualificação contínua e novas capacidades cognitivas para utilizar a tecnologia no cotidiano.

O especialista ressaltou também que a implementação do recurso na construção civil precisa priorizar a proteção dos operários e a integridade das operações.

Foto: Lin Yen Ting/Presidência de Taiwan | Licença: Creative Commons Attribution

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