Cerca de 158,7 milhões de eleitores brasileiros vão às urnas neste domingo (4/10) para escolher o presidente da República, governadores, dois senadores por estado e deputados federais, estaduais e distritais.
A votação começa às 8h e termina às 17h em todo o país. O início da apuração dos votos ocorre logo após o encerramento das urnas eletrônicas, que completam 30 anos de uso no pleito de 2026. Caso haja segundo turno nas disputas para presidente ou governador, a nova votação será no dia 25 de outubro.
Para votar, o cidadão precisa apresentar um documento oficial com foto, como a Carteira de Identidade, a Carteira Nacional de Habilitação, passaporte, Carteira de Trabalho, certificado de reservista ou o aplicativo e-Título. Documentos vencidos continuam válidos para a identificação, e o porte do título de papel não é obrigatório.
No estado de Goiás, o colégio eleitoral conta com 5.081.043 pessoas aptas a votar, das quais 53% são mulheres e 93,75% possuem cadastro biométrico. Os goianos elegem 41 parlamentares para a 21ª Legislatura da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), cujo mandato vai de fevereiro de 2027 a janeiro de 2031.
Entre os 890 candidatos ao Legislativo estadual e federal em Goiás, os homens representam 62% e as mulheres somam 38%. O estado acumulou 1.493 denúncias de irregularidades eleitorais no aplicativo Pardal até 1º de outubro, com concentração de casos nas disputas para deputado estadual e ocorrências em vias públicas.
A Justiça Eleitoral registrou 1.963.551 pessoas com deficiência aptas a votar, número 42,5% maior que o de 2022, distribuídas em 223.587 seções adaptadas. A disputa também aplica cotas de gênero entre 30% e 70%, além de critérios inéditos para candidaturas indígenas e distribuição proporcional de recursos e tempo de propaganda.
Para conter irregularidades, o Tribunal Superior Eleitoral proibiu conteúdos manipulados por inteligência artificial e deepfakes criados para induzir o eleitor ao erro. A corte disponibilizou a ferramenta ChatVote para tirar dúvidas, enquanto o Tribunal Regional Eleitoral de Goiás e a Universidade Federal de Goiás atuam com a plataforma GuaIA para combater a desinformação.
Foto: TSE | Licença: Dominio Publico

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