Autor: byline

  • Washington Coração Valente propõe hospital público cardíaco no DF

    Candidato a deputado federal pelo MDB no Distrito Federal, o ex-atacante Washington Stecanela Cerqueira defendeu a criação de um hospital público do coração em Brasília e a expansão de iniciativas esportivas e sociais.

    A proposta na área médica tem ligação com o histórico de superação do próprio atleta. O ex-jogador declarou que a intenção do projeto hospitalar é descentralizar o atendimento cardiológico e diminuir a espera de pacientes na rede do DF.

    Na assistência social, a meta da candidatura envolve a ampliação de ações de formação cidadã para jovens em vulnerabilidade. “Tenho um trabalho que atende quase mil crianças no instituto, oferecendo estrutura, uniforme e alimentação para tirá-las das ruas”, explicou Washington sobre seu projeto atual.

    Natural do DF, o ex-centroavante nasceu no Hospital Regional de Taguatinga e cresceu na 411 Norte. Ele começou a jogar futebol nas quadras da cidade e atuou em equipes amadoras como o Terremoto e o Sobradinho, antes de migrar aos 15 anos para as categorias de base do Caxias, no Rio Grande do Sul.

    Depois de atuar por Internacional, Paraná Clube e Ponte Preta, o atacante chegou à Seleção Brasileira em 2001. A carreira sofreu uma interrupção temporária durante passagem pelo Fenerbahçe, na Turquia, quando exames detectaram entupimento de 90% de uma artéria coronária e risco iminente de infarto.

    Recuperado após procedimentos cirúrgicos e respaldo médico no Brasil, ele retornou aos campos em 2004 pelo Athletico Paranaense, marcando 34 gols na Série A. Com a camisa do Fluminense, Washington foi vice-campeão da Libertadores em 2008 e ergueu a taça do Brasileirão em 2010.

    Fora dos gramados, Washington já exerceu cargos públicos: foi o vereador mais votado de Caxias do Sul em 2012, atuou como secretário municipal de Esportes, assumiu mandato na Câmara dos Deputados em 2018 e chefiou a Secretaria Nacional de Esporte, Educação, Lazer e Inclusão Social (SNELIS).

    Com informações de Jornal de Brasília.

  • Quaest: Curi lidera disputa ao Senado no Paraná com 14%

    Pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (24/9) aponta Alexandre Curi (Republicanos) na liderança da disputa pelo Senado no Paraná, com 14% das intenções de voto na soma das duas escolhas para o cargo.

    Deltan Dallagnol (Novo) e Filipe Barros (PL) aparecem empatados na sequência, com 11% cada. Gleisi Hoffmann (PT) soma 10%, seguida por Dr. Rosinha (PT) e Cristina Graeml (PSD), ambos com 5%.

    Karen Guerreiro (Missão) e Marcelo Marcelino (PCO) obtiveram 1% cada, enquanto Joaquim do MLB (Unidade Popular) não pontuou. Os eleitores indecisos representam 29%, e 13% afirmam que pretendem votar em branco, anular ou se abster.

    No cenário da primeira vaga, Curi atinge 18%, seguido por Dallagnol e Gleisi, empatados com 16%. Filipe Barros marca 10%, com Dr. Rosinha e Cristina Graeml alcançando 3% cada, diante de 23% de indecisos.

    Para a segunda vaga, Barros lidera com 12%, seguido por Curi com 9%. Rosinha e Cristina aparecem com 7% cada, Dallagnol marca 6% e Gleisi tem 5%, com 35% de indecisos e 16% de brancos e nulos.

    A definição do voto atinge 58% dos entrevistados, enquanto 42% dizem que ainda podem alterar a decisão até 4 de outubro. Na pesquisa espontânea, 76% não souberam citar concorrentes, com Dallagnol marcando 6%, Gleisi e Curi somando 4% cada e Barros atingindo 3%.

    Entre os nomes mais rejeitados, 56% conhecem Gleisi e afirmam que não votariam nela. Dr. Rosinha tem 39% de recusa, superando Curi (24%), Barros (22%), Dallagnol (19%) e Cristina (19%).

    Dois concorrentes enfrentam pendências judiciais para o pleito. Marcelino teve o registro indeferido pelo TRE-PR e recorre, enquanto Dallagnol teve atos de campanha suspensos por decisão liminar do Tribunal Superior Eleitoral.

    O levantamento entrevistou 804 eleitores de domingo (20/9) a quarta-feira (23/9). A margem de erro é de três pontos percentuais, com 95% de confiança e registro no Tribunal Superior Eleitoral sob o número PR-02802/2026.

    Com informações de Brasil 247.

  • Manaus reajusta auxílios de 264 profissionais do Mais Médicos

    O prefeito de Manaus, Renato Junior, sancionou a Lei nº 3.705, que amplia e reajusta os auxílios de moradia e alimentação para 264 profissionais do Programa Mais Médicos que atuam na capital.

    A legislação foi publicada no Diário Oficial do Município na terça-feira (22/9), com efeitos retroativos a 1º de setembro de 2026. Com a mudança, o auxílio-moradia subiu 108,33%, passando de R$ 1.200 para R$ 2.500 mensais. Já o auxílio-alimentação teve alta de 12%, de R$ 550 para R$ 616.

    Juntos, os dois benefícios alcançam R$ 3.116 por mês para cada médico integrante das equipes da Estratégia de Saúde da Família. O valor anterior somava R$ 1.750, o que representa um acréscimo de R$ 1.366 na renda mensal dos profissionais.

    A nova lei também estendeu os auxílios aos médicos do programa que já moravam em Manaus. Até agosto de 2026, os pagamentos eram restritos a quem vinha de outros municípios, estados ou do exterior.

    A sanção atualiza a Lei nº 1.790/2013, revoga a Lei nº 2.805/2021 e define uma revisão anual dos benefícios sempre no mês de setembro.

    O subsecretário de Gestão Administrativa e Planejamento da Secretaria Municipal de Saúde, Jean Abreu, afirmou que a medida contempla uma demanda antiga. “Esse reajuste era aguardado há muito tempo”, declarou Abreu.

    Com informações de Notícias da Prefeitura de Manaus.

  • Câmara analisa parceria para fiscalizar uso de vagas reservadas

    Um projeto de lei em análise na Câmara dos Deputados autoriza parcerias entre estabelecimentos privados e órgãos de trânsito para fiscalizar o uso de vagas reservadas a pessoas com deficiência.

    O Projeto de Lei 3327/26 altera o Estatuto da Pessoa com Deficiência e prevê adesão voluntária para os estacionamentos particulares. A cooperação inclui campanhas de conscientização e a comunicação aos agentes públicos sobre eventuais irregularidades.

    Os estabelecimentos conveniados não terão poder para aplicar multas ou fiscalizar diretamente os condutores. O Código de Trânsito Brasileiro classifica estacionar nessas áreas sem a devida credencial como infração gravíssima, sujeita a penalidade financeira e remoção do veículo.

    O deputado Roberto Monteiro Pai (PL-RJ), autor do projeto, afirma que o desrespeito às vagas prejudica a mobilidade e a inclusão. “É frequente a utilização indevida dessas vagas por pessoas que não possuem a credencial exigida pela legislação de trânsito”, justificou o parlamentar.

    Se a medida for aprovada, caberá ao Conselho Nacional de Trânsito (Contran) definir as regras para os convênios. O texto tramita em caráter conclusivo nas comissões de Viação e Transportes, de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência e de Constituição e Justiça e de Cidadania, dependendo ainda do aval do Senado para virar lei.

    Com informações de Agencia Camara de Noticias.

  • ONU aprova manter reconhecimento de países que perderem território

    A Assembleia Geral da ONU aprovou por consenso, nesta quinta-feira (24/9), declaração que garante o reconhecimento internacional como Estados a países que perderem seus territórios, parcial ou totalmente, devido à elevação do nível do mar.

    O acordo inédito assegura a soberania e a condição jurídica das nações afetadas no sistema internacional. O texto foi concluído no mês passado e reúne o apoio de todos os Estados-membros da organização.

    O documento ressalta que o desaparecimento de um dos elementos constitutivos de um Estado estabelecido não implica a perda dessa condição. O texto pede que a comunidade internacional apoie as nações atingidas pelas alterações territoriais.

    Pequenas nações insulares como Tuvalu, Kiribati e Ilhas Marshall enfrentam ameaça direta, situadas a cerca de 2 metros acima do oceano. A Organização Meteorológica Mundial prevê que o nível do mar subirá entre 0,5 metro e 2 metros até 2100.

    “A elevação do nível do mar ameaça nosso litoral, nossos lares e nossos modos de vida. Não ameaça nossos direitos legais nem nosso reconhecimento como Estados”, afirmou o presidente de Palau, Surangel Whipps Jr.

    Cerca de 770 milhões de pessoas vivem em regiões litorâneas sob risco. De acordo com as estimativas, um aumento de meio metro nas águas pode forçar entre 150 milhões e 300 milhões de habitantes a deixarem suas casas até o final do século.

    No Pacífico tropical ocidental, a elevação oceânica atingiu entre 10 e 15 centímetros desde 1993, quase o dobro da média global. Tuvalu já se prepara para o avanço das águas com o plano de se tornar a primeira nação digital do planeta.

    O tema será levado à COP31, marcada para novembro em Antália, na Turquia, sob presidência conjunta com a Austrália. Whipps Jr., que comanda a aliança de pequenos Estados insulares (Aosis), declarou que o bloco cobrará cortes drásticos de emissões dos grandes poluidores.

    Com informações de Jornal de Brasília.

  • Onix, Corolla e T-Cross lideram mercado de seminovos em agosto

    O levantamento mensal do Índice de Veículos Usados apontou estabilidade nas primeiras posições dos modelos mais procurados em agosto, com avanços pontuais de veículos eletrificados e trocas de posições em categorias seminovas no país.

    Elaborado pela Federação dos Revendedores de Veículos Usados (Fenauto) em conjunto com a Data OLX Autos, o indicador cruza o volume real de vendas nas lojas com o interesse de compra em plataformas digitais. A pesquisa segmenta o mercado por carroceria e quatro intervalos de tempo de uso, que vão de zero a mais de 13 anos.

    Entre os automóveis com até três anos de fabricação na categoria hatch, o Chevrolet Onix manteve a primeira colocação, acompanhado por Volkswagen Polo e o elétrico BYD Dolphin. Nessa mesma faixa etária, o Fiat Argo superou o Fiat Mobi e assumiu o quinto lugar. O Onix também liderou a faixa de 4 a 8 anos, enquanto o Hyundai HB20 ficou no topo entre 9 e 12 anos. Modelos fora de linha como Volkswagen Gol, Fiat Palio e Fiat Uno concentraram a ponta dos veículos com mais de 13 anos.

    No segmento de sedãs, o Toyota Corolla conservou a ponta em todas as faixas até 12 anos de uso. O destaque entre os seminovos mais recentes foi o híbrido BYD King, que subiu do oitavo para o sexto lugar ao superar BMW 320i e Nissan Versa. Entre modelos de 4 a 8 anos, o Hyundai HB20S assumiu o quarto posto à frente do Chevrolet Prisma, enquanto o Honda Civic liderou os veículos acima de 13 anos.

    Nos utilitários esportivos de até três anos, o Volkswagen T-Cross continuou na liderança, mas o Hyundai Creta ultrapassou o Volkswagen Nivus para alcançar a segunda posição. A Jeep assegurou o topo na faixa de 4 a 8 anos com Compass em primeiro e Renegade em segundo. Nas faixas mais velhas, a liderança de SUVs ficou com Honda HR-V, de 9 a 12 anos, e Ford EcoSport, acima de 13 anos de uso.

    Com informações de CNN Brasil.

  • USP sedia congresso de direito empresarial em 9 de outubro

    A Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo sedia, em 9 de outubro, o Congresso de Direito Empresarial Fonajem USP/Arcadas. O encontro reúne magistrados de nove estados, promotores e professores universitários para debater desafios da área.

    A realização é da Fundação Arcadas em conjunto com o Fórum Nacional de Juízes de Competência Empresarial (Fonajem). A Escola Paulista da Magistratura (EPM) fornece o apoio institucional à iniciativa.

    As atividades começam às 8h, com abertura formal às 8h45, e se estendem até as 18h. Os debates ocorrem em plenária conjunta pela manhã e se dividem em três salas simultâneas no período da tarde, dedicadas a temas de insolvência e direito societário.

    O evento tem confirmada a presença do corregedor nacional do Ministério Público, Fernando da Silva Comin, ao lado de docentes da USP, como Roberto Quiroga Mosquera, Paula Andréa Forgioni e Flávio Luiz Yarshell.

    A lista de participantes conta ainda com juízes e desembargadores de cortes estaduais de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná e Espírito Santo.

    Com informações de ConJur.

  • BC vai restringir oferta predatória de crédito de forma gradual

    O Banco Central planeja limitar a oferta predatória de crédito no país por meio de medidas graduais, afirmou o presidente da autarquia, Gabriel Galípolo, nesta quinta-feira (24/9).

    Durante entrevista sobre o Relatório de Política Monetária, Galípolo explicou que a autoridade monetária pretende coibir opções caras contratadas por clientes que desconhecem os riscos atrelados ou que poderiam acessar condições mais adequadas.

    Segundo o presidente do BC, as ações não serão anunciadas em bloco único e alcançarão diversas modalidades de empréstimo, sem foco exclusivo no cartão de crédito. O plano envolve reforçar regras já previstas e avaliar referências internacionais.

    Galípolo também declarou que a instituição mantém postura cautelosa na leitura de indicadores para não provocar oscilações no mercado. Ele ressaltou que momentos de incerteza exigem humildade na avaliação dos dados e na condução das decisões.

    Com informações de Tribuna do Agreste.

  • Especialista aponta falta de transparência em pesquisas no Brasil

    O mercado de pesquisas eleitorais no Brasil carece de transparência metodológica e inovação, afirmou o estatístico Raphael Nishimura, diretor de operações de amostragem da Universidade de Michigan, em entrevista divulgada nesta quinta-feira (24/9).

    Segundo Nishimura, a maioria das empresas brasileiras informa apenas o mínimo obrigatório exigido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele avalia que o setor ainda resiste a adotar modelos combinados de coleta de dados, prática recorrente em institutos nos Estados Unidos.

    Sobre a tese de voto envergonhado no campo bolsonarista, o especialista afirmou que estudos norte-americanos com apoiadores de Donald Trump não encontraram evidências desse fenômeno. Para ele, a ideia de que o eleitor esconde a preferência por receio de reprovação social não se sustenta cientificamente.

    Nishimura apontou outras hipóteses para a discrepância registrada entre as sondagens e o resultado de Jair Bolsonaro nas urnas em 2018 e 2022. Entre os fatores estão a recusa direta de eleitores mais radicais em participar de levantamentos e a volatilidade de cerca de 10% dos brasileiros que decidem a escolha no dia do pleito.

    Como alternativa para mitigar distorções de cada metodologia, o especialista defendeu a utilização de agregadores de pesquisas e a combinação de questionários presenciais, telefônicos e pela internet.

    Com informações de Correio Braziliense.

  • Ministério da Saúde expõe iniciativas do SUS em evento da ONU

    O Ministério da Saúde apresentou na ONU, nesta quarta-feira (23/9), em Nova York, ações do SUS voltadas ao cuidado da menopausa na Atenção Primária e ao atendimento de pessoas com doenças raras.

    A exposição ocorreu durante eventos da Semana de Alto Nível da 81ª sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas. Os debates abordaram a qualificação profissional para a assistência a mulheres e a ampliação de diagnósticos.

    No campo da saúde feminina, o governo brasileiro destacou a elaboração de diretrizes nacionais e o treinamento de equipes para a fase de transição menopausal. A proposta busca consolidar o acolhimento dentro da rede pública básica.

    Para as enfermidades raras, a pasta informou que a rede do SUS possui 60 serviços habilitados com base na política nacional instituída em 2014. Os atendimentos incluem triagem neonatal e exames de sequenciamento genético.

    As discussões também trataram de modelos para viabilizar tratamentos de alto custo sem comprometer o orçamento da saúde. O Brasil citou o acordo de compartilhamento de risco firmado para o fornecimento do remédio Zolgensma, indicado contra a atrofia muscular espinhal (AME).

    A pasta manifestou ainda a intenção de expandir parcerias internacionais por meio da cooperação Sul-Sul. O plano prevê troca de experiências em triagem neonatal, estruturação de redes assistenciais e transferência tecnológica para produção local.

    Com informações de Correio Braziliense.