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  • Projeto de lei proíbe exportação de animais silvestres nativos

    Um projeto em tramitação na Câmara dos Deputados proíbe o envio de animais silvestres nativos brasileiros para o exterior.

    A medida veta a exportação de espécimes vivos ou mortos, além de ovos, filhotes, produtos e subprodutos da fauna nacional, alterando a Lei de Proteção à Fauna.

    Autora do Projeto de Lei 2555/26, a deputada Duda Salabert (Psol-MG) defende que a iniciativa busca frear o comércio internacional de espécies do país. Segundo a parlamentar, essa atividade representa “a privatização de um bem que pertence a toda a nação e às gerações futuras”.

    O texto determina que espécimes apreendidos em ações de fiscalização sejam encaminhados prioritariamente para recuperação ou soltura na natureza. O envio para fora do país só terá aval do órgão ambiental federal em casos de pesquisa científica, conservação ou reintrodução no habitat natural.

    A proposta tramita em caráter conclusivo nas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e de Constituição e Justiça e de Cidadania, dependendo da aprovação da Câmara e do Senado para virar lei.

    Com informações de Agencia Camara de Noticias.

  • Seleção Brasileira enfrenta Austrália em início de novo ciclo

    A Seleção Brasileira enfrenta a Austrália nesta sexta-feira (25), em partida amistosa que marca o início de um novo ciclo após a eliminação diante da Noruega na Copa do Mundo deste ano.

    A equipe volta a campo contra os próprios australianos no dia 29 e encerra a Data Fifa no dia 3 de outubro, em confronto diante da Índia, em Calcutá.

    O histórico recente da equipe nacional mostra retrospecto positivo em recomeços de ciclo, a exemplo de 2010, quando Mano Menezes assumiu a equipe e estreou com gols de Neymar e Alexandre Pato.

    Em 2014, o retorno de Dunga teve triunfo por 1 a 0 sobre a Colômbia em Miami, enquanto a manutenção de Tite após o Mundial de 2018 começou com vitória diante dos Estados Unidos, com gols de Neymar e Roberto Firmino.

    Com informações de CNN Brasil.

  • Paes tem 36% e Ruas 23% na disputa pelo governo do RJ, diz Quaest

    Eduardo Paes (PSD) lidera a corrida pelo governo do Estado do Rio de Janeiro com 36% das intenções de voto, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (23). Douglas Ruas (PL) soma 23%.

    A distância entre os dois primeiros colocados diminuiu de 21 pontos percentuais no levantamento anterior para 13 pontos agora. O ex-governador Anthony Garotinho (Republicanos) aparece na terceira colocação, com 8%.

    Na sequência surgem Cyro Garcia (PSTU), William Siri (PSOL), Coronel Busnello (Missão), André Marinho (Novo) e Juliete Pantoja (UP), com 1% cada. Luan Monteiro (PCO) não atingiu pontuação.

    Os eleitores indecisos representam 16% do eleitorado, mesmo índice verificado na pesquisa anterior. Já a soma de votos em branco, nulos e daqueles que declararam que não pretendem votar alcança 12%.

    Em um eventual segundo turno entre os dois líderes, Paes marca 44% contra 31% de Ruas. No levantamento passado, o candidato do PSD registrava 52%, enquanto o representante do PL tinha 26%.

    Na disputa pela vaga ao Senado, a deputada federal Benedita da Silva (PT) lidera a pesquisa com 15% das menções. Ela é seguida por Carlos Portinho (PL) e Carlos Jordy (PL), empatados com 10% cada um.

    Marcelo Crivella (Republicanos) pontua com 7%, Pedro Paulo (PSD) com 6%, Monica Benicio (PSOL) com 4% e Waguinho (Republicanos) com 3%. Helio Secoo (Missão), Michelly Xavier (UP) e Marcos Dias (Podemos) registram 1% cada.

    Paula Falcão (PSTU), Luciano Mattos (PRTB), Vinicius Benevides (UP), Luiz Eugenio (PCO) e Ó Clemente (Democrata) não pontuaram na disputa para o Senado. Indecisos somam 21%, mesma proporção dos que pretendem anular, votar em branco ou se abster.

    Contratado pela Globo, o levantamento ouviu 1.302 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 19 e 22 de setembro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95% e registro RJ-04982/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

    Com informações de Brasil de Fato.

  • Lei prorroga incentivos do Pronon e do Pronas/PCD até 2031

    A Lei 15.513 prorroga até 2031 os incentivos fiscais do Pronon e do Pronas/PCD, programas federais de apoio à atenção oncológica e à saúde da pessoa com deficiência. A sanção ocorreu em 22 de setembro de 2026.

    Com a medida, instituições sem fins lucrativos parceiras mantêm a captação de recursos via renúncia fiscal de pessoas físicas e jurídicas para atendimentos, exames e terapias no Sistema Único de Saúde (SUS).

    O Pronon financia diagnósticos, tratamentos contra o câncer e pesquisas clínicas. Já o Pronas/PCD banca serviços de reabilitação física, auditiva, visual, intelectual e cuidados voltados ao Transtorno do Espectro Autista (TEA).

    A diretora de cooperação técnica, inovação e desenvolvimento em saúde da pasta, Aline Costa, afirmou que a prorrogação garante a continuidade de tratamentos essenciais no SUS.

    Para captar verbas, as entidades precisam comprovar regularidade na Certificação de Entidades Beneficentes de Assistência Social (CEBAS), status de Organização Social (OS) ou de OSCIP, além de cumprir os critérios técnicos do ministério.

    Com informações de Noticias do Ministerio da Saude.

  • Brasil defende produção regional de remédios em evento da ONU

    O Ministério da Saúde defendeu a produção regional de medicamentos e o acesso a tecnologias em evento da Assembleia Geral da ONU, em Nova York, nesta quarta-feira (23).

    O secretário-executivo da pasta, Adriano Massuda, discursou em encontro promovido pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) com líderes africanos. Ele apresentou a atuação do SUS no enfrentamento do HIV por meio do tratamento gratuito e universal.

    “Não podemos aceitar uma arquitetura global de saúde em que os países sejam apenas receptores da inovação, em vez de participantes ativos em seu desenvolvimento e produção”, afirmou Massuda.

    O secretário destacou a Coalizão Global para Produção Local e Regional, criada durante a presidência brasileira do G20, e reforçou a oferta de cooperação com países africanos. O país recebeu em 2025 o certificado da Organização Mundial da Saúde (OMS) pela eliminação da transmissão vertical do HIV.

    A agenda do ministério na 81ª sessão da Assembleia Geral segue até sexta-feira (25). Na terça-feira (22), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva abriu o Debate Geral com alertas contra o avanço de campanhas antivacina e em defesa do fortalecimento da OMS.

    Com informações de Noticias do Ministerio da Saude.

  • Lei transforma o Pibid em política de Estado e fixa bolsas

    O governo federal sancionou a Lei nº 15.518/2026, que transforma o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (Pibid) em política de Estado. O texto foi publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira (23/9) e já está em vigor.

    Criado em 2007 pelo Ministério da Educação (MEC) e administrado pela Capes, o programa concede bolsas a graduandos de cursos de licenciatura que desenvolvem atividades pedagógicas em escolas públicas da educação básica. Os projetos são elaborados por instituições de ensino superior em parceria com as redes locais de ensino.

    A nova legislação formaliza cinco modalidades de bolsas, voltadas a estudantes de licenciatura, supervisores na rede pública e docentes universitários que coordenam áreas, processos de gestão educacional e projetos institucionais. Para a coordenação institucional, haverá o limite de um benefício por projeto.

    O número de bolsas concedidas ficará condicionado ao orçamento do MEC e às regras fixadas pela Capes. A norma também prevê ações voltadas para a educação do campo, indígena, quilombola, especial, de jovens e adultos e bilíngue de surdos.

    Com informações de Noticias do MEC.

  • Lula e Flávio Bolsonaro empatam com 35% em SP, aponta Datafolha

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro empatam com 35% das intenções de voto para a Presidência em São Paulo. O levantamento do Datafolha ocorreu de 1º a 3 de julho.

    Na projeção de segundo turno, Flávio atinge 46% e Lula alcança 43%, mantendo o empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. O instituto entrevistou 1.608 eleitores em 71 municípios paulistas.

    O senador pontua melhor no interior do estado, onde registra 52% contra 38% do petista em um eventual confronto direto. O cenário muda na Região Metropolitana, onde Lula lidera a disputa com 48% ante 40% do adversário.

    No primeiro turno, Ronaldo Caiado e Renan Santos marcam 3% cada. Romeu Zema, Samara Martins e Aécio Neves têm 2% cada, enquanto Augusto Cury, Cabo Daciolo, Rui Costa Pimenta e Joaquim Barbosa somam 1% cada.

    A rejeição a Lula atinge 51% do eleitorado paulista, índice que fica em 43% para Flávio. Na consulta espontânea, o petista concentra 24% das citações, seguido pelo senador com 18%.

    A administração federal é desaprovada por 55% dos entrevistados no estado e aprovada por 42%. Para 63% dos eleitores paulistas, o governo realizou menos ações por São Paulo do que o esperado.

    Com informações de TVT News (ex-Rede Brasil Atual).

  • Lula lidera todos os cenários de segundo turno na pesquisa Meio/Ideia

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera todas as simulações de segundo turno para a eleição presidencial de 2026, aponta pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira (8).

    No principal confronto, o petista aparece com 45% das intenções de voto contra 40% do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Votos brancos e nulos somam 10,5%, enquanto 4,5% dos entrevistados não souberam responder.

    Lula mantém os mesmos 45% nos demais testes de segundo turno. Contra a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, o presidente tem 45% a 36%; diante do governador Ronaldo Caiado (PSD), vence por 45% a 37,6%; e contra o governador Romeu Zema (Novo), registra 45% a 37%.

    Nas simulações de primeiro turno, Lula alcança 40,4% nas duas configurações avaliadas. Quando Flávio Bolsonaro concorre, o senador marca 32%; quando o nome testado é o de Michelle Bolsonaro, a ex-primeira-dama registra 29,4%.

    Na pesquisa espontânea, Lula concentra 32,8% das menções e Flávio Bolsonaro soma 20,3%, enquanto 33,1% declaram não saber. Na taxa de rejeição, 46,4% afirmam que não votariam em Lula de jeito nenhum, e 43,4% rejeitam o senador.

    O levantamento ouviu 1.500 eleitores por telefone entre 3 e 6 de julho, tem margem de erro de 2,5 pontos percentuais e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-05628/2026.

    Com informações de TVT News (ex-Rede Brasil Atual).

  • Quaest em SP: Derrite tem 16% e empata com Marina e Tebet ao Senado

    Guilherme Derrite (PP) lidera numericamente a disputa pelo Senado em São Paulo com 16% dos votos, empatado na margem de erro com Marina Silva (Rede), com 13%, e Simone Tebet (PSB), com 12%, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (23).

    O levantamento estimulado considera a soma da primeira e da segunda opção de escolha dos entrevistados, em pleito com duas vagas em disputa. O candidato André do Prado (PL) aparece na sequência com 8%, enquanto Salles (Novo) soma 3%.

    Com 1% das menções cada figuram Soninha Francine (Cidadania), Geraldo Rufino (Podemos), Dra. Eliana Ferreira (PSTU), Guto Schiavetto (Missão), Maíra de Souza (UP) e Marcio Alves (UP). Wiiliam Teixeira (Agir-SP), Ednelson Cesaretti (PCO-SP), Weller Gonçalves (PSTU-SP) e Petter Maahs (PCB-SP) não pontuaram.

    Os indecisos somam 24%, e os votos brancos, nulos ou de quem não vai votar chegam a 18%. Frente à rodada anterior de 8 de setembro, Derrite avançou de 14% para 16%, Marina recuou de 14% para 13% e Tebet manteve os 12%.

    A Quaest entrevistou 1.800 eleitores entre os dias 19 e 22 de setembro sob encomenda da Globo. O levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, nível de confiança de 95% e registro no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo SP-02456/2026.

    Com informações de CNN Brasil.

  • Futura: Lula tem 46,3% e Flávio Bolsonaro soma 46,1% no 2º turno

    Pesquisa Futura/Apex divulgada nesta terça-feira aponta empate técnico em eventual segundo turno presidencial entre Luiz Inácio Lula da Silva, com 46,3%, e Flávio Bolsonaro, com 46,1%.

    No confronto direto, votos em branco, nulos ou nenhum somam 6,5%, e 1,1% não soube responder. Flávio subiu 3,2 pontos na comparação com junho, quando tinha 42,9%, enquanto Lula recuou 1,8 ponto em relação aos 48,1% anteriores.

    Nas projeções de primeiro turno, Lula lidera o levantamento com 40,1% das preferências, acompanhado por Flávio, com 36,8%. Ronaldo Caiado aparece em seguida com 5%, e Romeu Zema pontua 3,7%.

    Renan Santos tem 2,6%, Joaquim Barbosa soma 1,4%, Augusto Cury alcança 1,1% e Cabo Daciolo registra 0,7%. Nesse cenário, 5,1% declararam voto branco ou nulo e 3,6% não responderam.

    O instituto mediu outros quatro confrontos de segundo turno. Lula registra 46,1% contra 44,3% de Michelle Bolsonaro, situação que repete o quadro de empate técnico.

    O presidente atinge 45,1% diante de Caiado (38,9%) e 46% contra Zema (38,1%). No embate com Renan Santos, o petista chega a 46,4%, enquanto o oponente marca 33,1%.

    A Futura/Apex ouviu 2.000 eleitores de 7 a 11 de julho em todo o país. O estudo tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-07294/2026.

    Com informações de TVT News (ex-Rede Brasil Atual).