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  • Quaest em PE: Raquel Lyra tem 41% e João Campos soma 39%

    Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (23) aponta empate técnico na disputa pelo governo de Pernambuco, com a governadora Raquel Lyra (PSD) somando 41% das intenções de voto e João Campos (PSB) registrando 39%.

    A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. Em relação ao levantamento de 8 de setembro, Raquel oscilou dois pontos para baixo, enquanto João Campos avançou dois pontos, reduzindo a distância entre ambos de seis para dois pontos percentuais.

    Na sequência aparecem Ivan Moraes (PSOL) e Renan Hallais (Missão), com 1% cada. Professora Camila (UP), Victor Assis (PCO) e Guilherme Fonseca (PSTU) não pontuaram. Votos brancos, nulos ou de eleitores que não pretendem votar chegam a 6%, e 12% declaram indecisão.

    Em simulação de segundo turno, Raquel tem 43% contra 41% de Campos, cenário que também configura empate técnico. Na sondagem anterior, a governadora marcava 45% e o adversário, 39%. Indecisos representam 10% e votos brancos ou nulos somam 6%.

    O levantamento ouviu 1.302 eleitores pernambucanos entre os dias 19 e 22 de setembro, sob encomenda da Globo. O estudo possui nível de confiança de 95% e registro na Justiça Eleitoral sob o número PE-05671/2026.

    Com informações de InfoMoney.

  • Quaest: Tarcísio lidera em SP com 44% contra 27% de Haddad

    Tarcísio de Freitas (Republicanos) lidera a disputa pelo governo de São Paulo com 44% das intenções de voto no primeiro turno, contra 27% de Fernando Haddad (PT), aponta pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (23).

    Na sequência da sondagem aparecem Policial Edjane (Agir), Vera Lúcia (PSTU), Carlos Machado (PCB) e Izadora Dias (PCO), empatados com 1% cada. Vivian Mendes (UP) não pontuou.

    Os eleitores indecisos somam 11%, enquanto brancos, nulos ou os que afirmam que não pretendem votar chegam a 14%. Na comparação com o levantamento de 8 de setembro, Tarcísio oscilou dois pontos para cima e Haddad manteve o mesmo patamar.

    O nome de Policial Edjane figurou na lista apresentada aos entrevistados por constar como apto na data de registro da pesquisa, embora o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) tenha indeferido a candidatura em 18 de setembro.

    Contratada pela Globo, a Quaest ouviu 1.800 eleitores entre 19 e 22 de setembro. O estudo tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, nível de confiança de 95% e registro SP-02456/2026 na Justiça Eleitoral.

    Com informações de InfoMoney.

  • Quaest no DF: Celina lidera com 33%, Grass tem 21% e Arruda, 17%

    Celina Leão (PP) lidera a corrida pelo governo do Distrito Federal com 33% das intenções de voto no primeiro turno, seguida por Leandro Grass (PT), com 21%, e Arruda (PSD), com 17%, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (23).

    Na sequência da disputa aparecem Paula Belmonte (PSDB), com 5%, e Cappelli (PSB) e Kiko Caputo (Novo), com 2% cada. Professora Samara Mineiro (UP), Elisson (Agir), Professor Robson (PSTU), Expedito Mendonça (PCO) e Rico Pinheiro (PRTB) não pontuaram. Brancos e nulos somam 8%, enquanto os indecisos chegam a 12%.

    O instituto também simulou um cenário sem Arruda, Elisson e Rico Pinheiro, que tiveram candidaturas indeferidas pelo Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF). Sem os três nomes, Celina registra 34%, Grass marca 23%, Paula Belmonte tem 7%, Kiko Caputo soma 3% e Cappelli aparece com 2%.

    Nas projeções de segundo turno, Celina vence as duas disputas testadas: marca 43% contra 32% de Arruda e chega a 48% diante de 30% de Grass. Em um eventual confronto entre Arruda e Grass, o candidato do PSD soma 38% contra 31% do petista.

    A Quaest ouviu 1.104 eleitores entre sábado (19) e terça-feira (22). O levantamento tem margem de erro de três pontos porcentuais, nível de confiança de 95% e registro na Justiça Eleitoral sob o número DF-02596/2026.

    Com informações de Money Times.

  • CEO da OpenAI pede cuidado extremo com avanço da IA na ONU

    O diretor-executivo da OpenAI, Sam Altman, afirmou nesta quarta-feira (23) no Conselho de Segurança da ONU que a evolução da inteligência artificial exige cuidado extremo diante da rapidez de seu avanço.

    Durante reunião de emergência do colegiado de 15 membros, Altman declarou que o setor não deve tolerar perigos desmedidos sob a justificativa de que os ganhos potenciais impedem freios no desenvolvimento.

    O executivo compareceu ao debate acompanhado de Dario Amodei, da Anthropic, e de Clément Delangue, da Hugging Face. Os líderes foram chamados para traçar um panorama técnico após semanas de alerta mundial sobre sistemas fora de controle.

    Altman defendeu um meio-termo na avaliação dos impactos tecnológicos. “Não queremos cair na armadilha do otimismo cego, mas também não podemos sucumbir ao catastrofismo”, disse.

    A OpenAI pediu recentemente que os Estados Unidos assumam a liderança de uma iniciativa internacional destinada a padronizar regras para a tecnologia.

    Com informações de Jornal de Brasília.

  • Quaest em SP: Derrite, Marina e Tebet empatam na corrida ao Senado

    Guilherme Derrite (PP), Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB) estão empatados tecnicamente na disputa pelo Senado por São Paulo, aponta pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (23/9).

    Derrite marca 16% das intenções de voto, acompanhado por Marina, com 13%, e Tebet, com 12%. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

    Na sequência da lista, André do Prado (PL) soma 8% da preferência do eleitorado paulista, enquanto Ricardo Salles (Novo) alcança 3%. O levantamento considera as menções para a primeira e a segunda vagas da eleição.

    A Quaest entrevistou 1.800 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 19 e 22 de setembro. Com nível de confiança de 95%, a pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo SP-02456/2026.

    Com informações de Metrópoles.

  • Projeto de lei proíbe exportação de animais silvestres nativos

    Um projeto em tramitação na Câmara dos Deputados proíbe o envio de animais silvestres nativos brasileiros para o exterior.

    A medida veta a exportação de espécimes vivos ou mortos, além de ovos, filhotes, produtos e subprodutos da fauna nacional, alterando a Lei de Proteção à Fauna.

    Autora do Projeto de Lei 2555/26, a deputada Duda Salabert (Psol-MG) defende que a iniciativa busca frear o comércio internacional de espécies do país. Segundo a parlamentar, essa atividade representa “a privatização de um bem que pertence a toda a nação e às gerações futuras”.

    O texto determina que espécimes apreendidos em ações de fiscalização sejam encaminhados prioritariamente para recuperação ou soltura na natureza. O envio para fora do país só terá aval do órgão ambiental federal em casos de pesquisa científica, conservação ou reintrodução no habitat natural.

    A proposta tramita em caráter conclusivo nas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e de Constituição e Justiça e de Cidadania, dependendo da aprovação da Câmara e do Senado para virar lei.

    Com informações de Agencia Camara de Noticias.

  • Seleção Brasileira enfrenta Austrália em início de novo ciclo

    A Seleção Brasileira enfrenta a Austrália nesta sexta-feira (25), em partida amistosa que marca o início de um novo ciclo após a eliminação diante da Noruega na Copa do Mundo deste ano.

    A equipe volta a campo contra os próprios australianos no dia 29 e encerra a Data Fifa no dia 3 de outubro, em confronto diante da Índia, em Calcutá.

    O histórico recente da equipe nacional mostra retrospecto positivo em recomeços de ciclo, a exemplo de 2010, quando Mano Menezes assumiu a equipe e estreou com gols de Neymar e Alexandre Pato.

    Em 2014, o retorno de Dunga teve triunfo por 1 a 0 sobre a Colômbia em Miami, enquanto a manutenção de Tite após o Mundial de 2018 começou com vitória diante dos Estados Unidos, com gols de Neymar e Roberto Firmino.

    Com informações de CNN Brasil.

  • Paes tem 36% e Ruas 23% na disputa pelo governo do RJ, diz Quaest

    Eduardo Paes (PSD) lidera a corrida pelo governo do Estado do Rio de Janeiro com 36% das intenções de voto, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (23). Douglas Ruas (PL) soma 23%.

    A distância entre os dois primeiros colocados diminuiu de 21 pontos percentuais no levantamento anterior para 13 pontos agora. O ex-governador Anthony Garotinho (Republicanos) aparece na terceira colocação, com 8%.

    Na sequência surgem Cyro Garcia (PSTU), William Siri (PSOL), Coronel Busnello (Missão), André Marinho (Novo) e Juliete Pantoja (UP), com 1% cada. Luan Monteiro (PCO) não atingiu pontuação.

    Os eleitores indecisos representam 16% do eleitorado, mesmo índice verificado na pesquisa anterior. Já a soma de votos em branco, nulos e daqueles que declararam que não pretendem votar alcança 12%.

    Em um eventual segundo turno entre os dois líderes, Paes marca 44% contra 31% de Ruas. No levantamento passado, o candidato do PSD registrava 52%, enquanto o representante do PL tinha 26%.

    Na disputa pela vaga ao Senado, a deputada federal Benedita da Silva (PT) lidera a pesquisa com 15% das menções. Ela é seguida por Carlos Portinho (PL) e Carlos Jordy (PL), empatados com 10% cada um.

    Marcelo Crivella (Republicanos) pontua com 7%, Pedro Paulo (PSD) com 6%, Monica Benicio (PSOL) com 4% e Waguinho (Republicanos) com 3%. Helio Secoo (Missão), Michelly Xavier (UP) e Marcos Dias (Podemos) registram 1% cada.

    Paula Falcão (PSTU), Luciano Mattos (PRTB), Vinicius Benevides (UP), Luiz Eugenio (PCO) e Ó Clemente (Democrata) não pontuaram na disputa para o Senado. Indecisos somam 21%, mesma proporção dos que pretendem anular, votar em branco ou se abster.

    Contratado pela Globo, o levantamento ouviu 1.302 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 19 e 22 de setembro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95% e registro RJ-04982/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

    Com informações de Brasil de Fato.

  • Lei prorroga incentivos do Pronon e do Pronas/PCD até 2031

    A Lei 15.513 prorroga até 2031 os incentivos fiscais do Pronon e do Pronas/PCD, programas federais de apoio à atenção oncológica e à saúde da pessoa com deficiência. A sanção ocorreu em 22 de setembro de 2026.

    Com a medida, instituições sem fins lucrativos parceiras mantêm a captação de recursos via renúncia fiscal de pessoas físicas e jurídicas para atendimentos, exames e terapias no Sistema Único de Saúde (SUS).

    O Pronon financia diagnósticos, tratamentos contra o câncer e pesquisas clínicas. Já o Pronas/PCD banca serviços de reabilitação física, auditiva, visual, intelectual e cuidados voltados ao Transtorno do Espectro Autista (TEA).

    A diretora de cooperação técnica, inovação e desenvolvimento em saúde da pasta, Aline Costa, afirmou que a prorrogação garante a continuidade de tratamentos essenciais no SUS.

    Para captar verbas, as entidades precisam comprovar regularidade na Certificação de Entidades Beneficentes de Assistência Social (CEBAS), status de Organização Social (OS) ou de OSCIP, além de cumprir os critérios técnicos do ministério.

    Com informações de Noticias do Ministerio da Saude.

  • Brasil defende produção regional de remédios em evento da ONU

    O Ministério da Saúde defendeu a produção regional de medicamentos e o acesso a tecnologias em evento da Assembleia Geral da ONU, em Nova York, nesta quarta-feira (23).

    O secretário-executivo da pasta, Adriano Massuda, discursou em encontro promovido pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) com líderes africanos. Ele apresentou a atuação do SUS no enfrentamento do HIV por meio do tratamento gratuito e universal.

    “Não podemos aceitar uma arquitetura global de saúde em que os países sejam apenas receptores da inovação, em vez de participantes ativos em seu desenvolvimento e produção”, afirmou Massuda.

    O secretário destacou a Coalizão Global para Produção Local e Regional, criada durante a presidência brasileira do G20, e reforçou a oferta de cooperação com países africanos. O país recebeu em 2025 o certificado da Organização Mundial da Saúde (OMS) pela eliminação da transmissão vertical do HIV.

    A agenda do ministério na 81ª sessão da Assembleia Geral segue até sexta-feira (25). Na terça-feira (22), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva abriu o Debate Geral com alertas contra o avanço de campanhas antivacina e em defesa do fortalecimento da OMS.

    Com informações de Noticias do Ministerio da Saude.