O Ministério da Saúde defendeu a inserção da prática médica no SUS desde os primeiros anos da graduação durante o 64º Congresso Brasileiro de Educação Médica, realizado em Porto Alegre entre 17 e 20 de setembro.
Integrantes da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde afirmaram que as diretrizes curriculares do curso de medicina precisam priorizar a atenção primária, a saúde da família e a preceptoria qualificada. A pasta sustentou que o alinhamento com o Ministério da Educação e com instituições de ensino é necessário para manter o rigor na avaliação de cursos e barrar formações precarizadas.
Durante o evento, o secretário da SGTES, Felipe Proenço, representou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Proenço defendeu a articulação institucional para adequar o ensino às necessidades assistenciais da população e qualificar a força de trabalho do sistema público.
A programação também reuniu debates sobre a rede hospitalar de ensino, apresentada pela coordenadora-geral Emille Cordeiro, além de discussões sobre o Registro de Qualificação de Especialista e os rumos da Política Nacional de Residências em Saúde.
Com informações de Noticias do Ministerio da Saude.