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  • Novo centro de reabilitação do SUS abre em São José dos Campos

    O Centro Especializado em Reabilitação começou a funcionar nesta sexta-feira (25) em São José dos Campos (SP). A unidade do Sistema Único de Saúde atenderá pessoas com deficiências física, intelectual e auditiva.

    Com investimento federal de R$ 9 milhões entre obras e equipamentos, o serviço tem capacidade para alcançar 67,3 mil moradores. A estrutura é a primeira do Alto Vale do Paraíba com essa cobertura e também vai receber pacientes de Jambeiro, Paraibuna e Monteiro Lobato.

    A previsão do Ministério da Saúde é realizar 3.763 procedimentos e acolher ao menos 750 pessoas a cada mês. O governo federal destinará R$ 270 mil por mês para custear o funcionamento das equipes no município paulista.

    O espaço reúne sessões de fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicologia e nutrição, além de consultórios médicos de neurologia, ortopedia e otorrinolaringologia. A unidade disponibiliza concessão de próteses, órteses e aparelhos de locomoção e audição, além de assistência para pessoas ostomizadas.

    O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, acompanhou o início dos atendimentos no município e cumpriu agenda no Centro Infantil Boldrini, em Campinas (SP). O hospital filantrópico recebeu um acelerador linear de R$ 7,8 milhões, fornecido pelo programa federal Agora Tem Especialistas.

    O equipamento funciona desde agosto para o tratamento de crianças e adolescentes com câncer e doenças hematológicas. De janeiro de 2023 a julho de 2026, o Centro Boldrini realizou mais de 4 mil procedimentos de radioterapia, 8 mil quimioterapias e 676 cirurgias oncológicas pela rede pública.

    Com informações de Noticias do Ministerio da Saude.

  • Brasil e México debatem aliança estratégica na área da saúde

    O Ministério da Saúde defendeu nesta quarta-feira (23/9), na Cidade do México, uma integração estratégica com o México para fortalecer a produção científica, tecnológica e industrial de saúde na América Latina.

    A proposta busca ampliar a autonomia sanitária regional e diminuir a dependência de produtos externos. A posição foi apresentada pela secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (SCTIE), Fernanda De Negri, em encontro com representantes dos setores público e privado locais.

    A secretária fez parte da delegação chefiada pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Segundo De Negri, a cooperação técnica e regulatória é necessária para que as duas nações deixem de atuar apenas como consumidoras de insumos com preços elevados fixados por países mais ricos.

    De Negri apontou que o envelhecimento populacional aumenta os gastos globais com tratamentos, enquanto a pandemia mostrou o risco do desabastecimento de itens básicos. “O fortalecimento do setor produtivo não se resume apenas ao desenvolvimento e à geração de empregos”, afirmou a secretária.

    A missão brasileira reuniu representantes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Integrantes de entidades empresariais dos ramos farmacêutico, farmoquímico e de equipamentos médicos também integraram o grupo.

    Com informações de Noticias do Ministerio da Saude.

  • Brasil coopera com México na produção de vacinas de mRNA e no SUS

    O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, liderou uma comitiva brasileira no México nesta terça-feira (22/9) para avançar na cooperação para produção de vacinas com tecnologia de RNA mensageiro e compartilhar a experiência do SUS.

    O governo mexicano planeja estruturar um sistema universal de saúde para cerca de 133 milhões de habitantes. Quando concluído, o projeto formará a segunda maior rede pública de atendimento do mundo, atrás apenas do SUS.

    A comitiva visitou as instalações da farmacêutica estatal mexicana Birmex na Cidade do México. A instituição mantém parceria com a Fiocruz desde agosto de 2025 para intercâmbio científico e autonomia na fabricação de imunizantes.

    Na plataforma de RNA mensageiro, a Fiocruz desenvolveu uma vacina contra a Covid-19 liberada pela Anvisa para testes clínicos de reforço. A instituição brasileira também realiza estudos para criar imunizantes contra leishmaniose e tuberculose na mesma estrutura.

    O encontro tratou ainda da parceria regulatória entre a Anvisa e a agência mexicana Cofepris. A intenção é agilizar a liberação e o registro de medicamentos no México com base nas avaliações sanitárias feitas no Brasil.

    Com informações de Agencia Fiocruz de Noticias.

  • Brasil e México negociam parceria para produzir vacinas de mRNA

    O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, reuniu-se nesta terça-feira (22) com representantes da farmacêutica estatal mexicana Birmex, na Cidade do México, para discutir a criação de plataformas bilaterais de produção e pesquisa de vacinas com tecnologia de RNA mensageiro.

    O plano dá andamento a um acordo firmado em agosto de 2025 entre a Fiocruz, a Birmex e o Ministério da Saúde do México. A iniciativa estabelece intercâmbio entre pesquisadores, capacitação profissional, visitas técnicas e busca de financiamento conjunto para projetos clínicos e industriais.

    No Brasil, o Ministério da Saúde destina R$ 210 milhões para o avanço da tecnologia de mRNA em laboratórios públicos. Os recursos atendem a Fiocruz, o Instituto Butantan e o Centro de Competência em Vacinas da UFMG (CTV-RNA).

    A Fiocruz desenvolve uma vacina contra a Covid-19 autorizada pela Anvisa para estudos clínicos como dose de reforço, além de pesquisas contra leishmaniose e tuberculose. No Instituto Butantan, os valores financiam uma fábrica voltada a imunizantes contra Covid-19 e raiva, enquanto a UFMG elabora fórmulas para dengue, malária, doença de Chagas, gripe e imunoterapia oncológica.

    Com informações de Noticias do Ministerio da Saude.

  • Farmácia Popular pode gerar economia de até R$ 8,8 mil por ano

    O Programa Farmácia Popular pode gerar uma economia de até R$ 8,8 mil por ano para famílias de quatro integrantes. A iniciativa disponibiliza 41 itens de forma gratuita, incluindo medicamentos, fraldas geriátricas e absorventes.

    A redução de despesas equivale a 5,4 salários mínimos. O cálculo do Ministério da Saúde baseou-se nos tratamentos com maior demanda no Sistema Único de Saúde (SUS), levando em conta o uso simultâneo de diferentes itens.

    Os maiores impactos ocorrem no fornecimento de fraldas geriátricas, que somam economia anual de R$ 3.240, e no tratamento conjunto de Parkinson e diabetes, que poupa R$ 2,5 mil. Remédios para pressão alta geram corte de até R$ 2.080 para dois pacientes, enquanto dislipidemia e anticoncepcionais representam R$ 480 e R$ 420 por ano.

    “Esse é um programa essencial para a vida das pessoas, que atendeu, em 2025, mais de 27 milhões de brasileiros”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Em 2026, o atendimento já alcançou mais de 24 milhões de pessoas, com orçamento de R$ 4,7 bilhões.

    O governo estuda modernizar o programa com a adoção de biometria para a retirada de insumos, além de avaliar a inclusão de exames e teleatendimentos. As medidas são debatidas por um grupo de trabalho criado após a publicação de novas regras em agosto.

    Com informações de Noticias do Ministerio da Saude.