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  • ANP apresenta leilões e debate mercado de gás na ROG.e

    A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) participou de mais de 40 palestras durante a ROG.e, evento do setor de energia realizado entre 21 e 24 de setembro no Rio de Janeiro.

    O diretor-geral da agência, Artur Watt, destacou a realização de dois leilões da Oferta Permanente no dia 7 de outubro, sendo o 4º Ciclo de Partilha e o 6º Ciclo de Concessão. A intenção é atrair investimentos para diferentes bacias brasileiras.

    “Num cenário de competição por investimentos, não podemos achar que nossa regulação está dada e que os investidores simplesmente vão vir. Precisamos buscá-los ativamente”, afirmou Watt.

    No mercado de gás natural, a diretora Symone Araújo debateu a estruturação do Programa de Gas Release e defendeu a abertura do segmento após a Lei do Gás de 2021.

    “Diversidade é a chave da competição. Temos confiança na capacidade técnica da Agência e conhecimento sobre o setor suficiente para afirmar que é importante diversificar a oferta de gás”, declarou a diretora.

    A agência também promoveu sete palestras em seu estande próprio sobre temas regulatórios, segurança operacional, aplicativo para postos, combustível sustentável de aviação e biometano.

    Durante o encontro, o órgão regulador lançou a segunda edição do NAVE, programa voltado a startups com recursos de pesquisa, desenvolvimento e inovação. A feira recebeu ainda apresentações de seis projetos finalistas da Jornada Empreendedora PRH-ANP 2026, cujos vencedores serão anunciados entre 19 e 21 de outubro.

    Com informações de ANP – Agencia Nacional do Petroleo, Gas Natural e Biocombustiveis.

  • ANP debate novas regras para combustíveis marítimos no Brasil

    A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) realizou nesta quarta-feira (23/9) audiência pública sobre a proposta de revisão das normas para combustíveis marítimos no Brasil.

    A minuta altera a Resolução ANP nº 903, de 2022, que fixa as especificações do óleo diesel e do óleo combustível de uso aquaviário. O objetivo da agência é adequar as regras nacionais aos parâmetros internacionais e às metas de descarbonização da Organização Marítima Internacional (IMO).

    O texto reconhece o uso de biodiesel em teores de até 100% de forma regular no setor aquaviário, preservando o caráter voluntário da adição. A proposta também autoriza a venda do biocombustível puro (B100) para empresas abastecerem embarcações de frota própria e define os agentes autorizados a fazer misturas.

    Pela proposta, o diesel verde e os combustíveis sintéticos passam a ser enquadrados como componentes drop-in. Essa classificação permite que os produtos substituam o combustível fóssil diretamente, sem necessidade de adaptação técnica nos motores ou na infraestrutura de distribuição.

    A regulamentação reestrutura as tabelas de especificação e adota limites e métodos de ensaio baseados na norma ISO 8217. A agência também atualizou as exigências de controle de qualidade, certificação, amostragem e rastreabilidade documental, alinhadas ao Anexo VI da Convenção MARPOL.

    A minuta recebeu 357 contribuições durante o período de 45 dias de consulta pública. Os apontamentos colhidos na consulta e na audiência serão analisados pela área técnica e pela Procuradoria Federal antes do voto final da diretoria colegiada da ANP.

    Com informações de ANP – Agencia Nacional do Petroleo, Gas Natural e Biocombustiveis.

  • ANP realiza 2º workshop sobre programa Gas Release no Rio

    A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) realiza em 29 de setembro, no Rio de Janeiro, o 2º Workshop do Programa de Redução da Concentração no Mercado de Gás Natural (Gas Release).

    O evento presencial acontece das 9h às 12h. A primeira edição do debate foi promovida em março.

    A iniciativa visa coletar subsídios de consumidores, produtores, distribuidores, transportadores e órgãos reguladores estaduais. Os dados vão fundamentar a proposta da agência para o programa de desconcentração do setor.

    O período de inscrição fica aberto até sexta-feira (25/9). O preenchimento está sujeito a confirmação, e o número de vagas depende da capacidade do espaço.

    Com informações de ANP – Agencia Nacional do Petroleo, Gas Natural e Biocombustiveis.

  • ANP contrata B3 para apoiar leilões de petróleo e gás por cinco anos

    A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) contratou a B3 para prestar assessoria técnica especializada e suporte operacional aos leilões de exploração e produção de petróleo e gás natural no país.

    O acordo tem vigência inicial de cinco anos, com previsão de prorrogação, e teve o extrato publicado na quarta-feira (23/9) no Diário Oficial da União.

    A parceria mantém integralmente as atribuições regulatórias e decisórias sob o comando da agência. A ANP continua responsável por definir as áreas ofertadas, formular editais, habilitar participantes, julgar propostas, homologar resultados e assinar contratos nas rodadas de Oferta Permanente de Concessão e de Partilha.

    O plano prevê a criação gradual de uma plataforma digital para as disputas, com o objetivo de reduzir custos burocráticos e logísticos. A estrutura tecnológica permitirá a realização de sessões virtuais ou presenciais e a padronização dos procedimentos licitatórios.

    A implementação do modelo não é imediata. Antes de a B3 atuar nas rodadas, as entidades desenvolverão a ferramenta digital e farão adaptações nos editais em diálogo com as empresas do setor.

    Com informações de ANP – Agencia Nacional do Petroleo, Gas Natural e Biocombustiveis.

  • C&A salta 6,38% e Bradesco prevê reforço de R$ 10 bilhões no caixa

    As ações da C&A lideraram os ganhos no Ibovespa na tarde desta segunda-feira (21), com salto de 6,38% a R$ 9,51, impulsionadas por relatório do Citi que calcula potencial de 78% de valorização.

    No setor financeiro, o Bradesco estrutura uma entrada de até R$ 10 bilhões em capital. O diretor financeiro do banco, Cassiano Scarpelli, declarou que o recurso servirá para manter o crescimento sustentável e preservar a rentabilidade, sem acelerar a concessão de crédito de forma agressiva.

    No comércio exterior, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou que o governo uruguaio cedeu ao Brasil o excedente de sua cota de exportação de carne bovina para a China. O acerto ocorreu após encontro com o mandatário do país vizinho, Yamandú Orsi, em Nova York.

    No debate tributário, a ex-presidente da Caixa Daniella Marques declarou que o senador Flávio Bolsonaro orientou sua equipe a revogar tributos criados ou elevados na gestão de Fernando Haddad. O plano prioriza extinguir a alíquota de 12% do Imposto de Exportação sobre petróleo e reduzir o IOF aos níveis de 2022.

    Com informações de Money Times.

  • Ações da C&A disparam após Citi estimar potencial de alta de 78%

    As ações da C&A (CEAB3) registraram forte alta no pregão desta segunda-feira (21) impulsionadas por relatório do Citi que apontou potencial de valorização de 78%. Por volta das 14h45, os papéis subiam 6,38%, cotados a R$ 9,51.

    No setor financeiro, o Bradesco prepara a entrada de até R$ 10 bilhões em capital, mas sem planos de acelerar concessões de crédito agressivas. O diretor financeiro da instituição, Cassiano Scarpelli, afirmou que a prioridade é preservar a rentabilidade com crescimento sustentável.

    No comércio exterior, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva informou que o Uruguai autorizou o Brasil a utilizar o excedente de sua cota de carne bovina para a China. A medida ocorre após os frigoríficos nacionais atingirem o teto de vendas ao mercado chinês previsto para 2026.

    Na frente eleitoral, a coordenadora econômica da campanha de Flávio Bolsonaro, Daniella Marques, disse que a equipe pretende anular tributos instituídos pelo ministro Fernando Haddad. Entre as prioridades citadas estão a revogação do Imposto de Exportação de 12% sobre o petróleo e a redução do IOF para os níveis de 2022.

    Com informações de Money Times.

  • C&A sobe 6,38% na B3 após Citi projetar potencial de 78%

    As ações da C&A operam em forte alta de 6,38% nesta segunda-feira (21), cotadas a R$ 9,51, impulsionadas por relatório do Citi que calcula potencial de valorização de 78% para a varejista.

    No setor bancário, o Bradesco prepara a entrada de até R$ 10 bilhões no caixa. O diretor financeiro da instituição, Cassiano Scarpelli, afirmou que a estratégia é buscar expansão sustentável e manter a rentabilidade, sem acelerar concessões de crédito de forma agressiva.

    Na pauta de exportações, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou que o Uruguai autorizou o uso do excedente da cota uruguaia de carne bovina destinada à China, após os frigoríficos brasileiros atingirem o teto de vendas para o país em 2026.

    No exterior, o Google iniciou a pré-venda do notebook Googlebook por US$ 899 nos Estados Unidos. Paralelamente, o presidente americano Donald Trump voltou a afastar restrições ao setor de inteligência artificial e afirmou que “quem vencer a IA, vence”.

    Com informações de Money Times.

  • Ações da C&A saltam 6,38% após Citi projetar alta de 78%

    As ações da C&A dispararam 6,38% no pregão desta segunda-feira (21), cotadas a R$ 9,51, impulsionadas por relatório do Citi que projeta potencial de valorização de 78% para os papéis.

    O banco destacou que a varejista iniciou uma etapa mais ambiciosa, voltada para crescimento e distribuição a acionistas. O desempenho colocou os papéis da companhia na ponta positiva do Ibovespa ao longo da tarde.

    No setor financeiro, o Bradesco prepara a recepção de até R$ 10 bilhões em reforço de capital. O diretor financeiro da instituição, Cassiano Scarpelli, afirmou que o recurso não será usado para expandir crédito de forma agressiva, priorizando a rentabilidade sustentável.

    No cenário político, a coordenadora econômica de Flávio Bolsonaro, Daniella Marques, afirmou que a equipe recebeu orientação para revogar tributos criados ou elevados pela Fazenda. A prioridade indicada inclui zerar a alíquota de 12% do Imposto de Exportação sobre o petróleo e reduzir o IOF aos níveis de 2022.

    Com informações de Money Times.