Tag: Assembleia Geral da ONU

  • Iraque defende na ONU controle estatal sobre armamentos

    O primeiro-ministro do Iraque, Ali al-Zaidi, defendeu na Assembleia Geral da ONU que as decisões sobre guerra e controle de armas fiquem restritas às instituições constitucionais do Estado.

    O premiê apontou o fim da missão da coalizão internacional em território iraquiano como marco da retomada do Estado de Direito. “Trabalhamos para garantir que o Estado seja, em última instância, quem tome as decisões sobre questões de paz e guerra e sobre armamentos”, declarou al-Zaidi.

    Segundo o líder iraquiano, o país avança para uma fase de cooperação militar, econômica e de desenvolvimento com parceiros estratégicos. Na área energética, os planos incluem elevar a extração de petróleo bruto e expandir o refino e a produção de gás.

    Al-Zaidi também detalhou o projeto da Rota do Desenvolvimento, corredor logístico projetado a partir do porto de Al-Faw que passará pela Turquia até alcançar a Europa. A proposta busca conectar comércio, investimentos e energia entre o Oriente e o Ocidente, aberta à integração com nações vizinhas e aliadas.

    Com informações de Jornal de Brasília.

  • Lula diz na ONU que o Brasil não cabe no quintal de ninguém

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta terça-feira (22), na Assembleia Geral da ONU, em Nova York, que “o Brasil não cabe no quintal de ninguém” ao defender a soberania nacional e rejeitar interferências externas.

    Durante a abertura do Debate Geral da 81ª Assembleia Geral, Lula criticou a volta de disputas por zonas de influência e a ingerência internacional em eleições. Ele sustentou que os países latino-americanos precisam ter autonomia para decidir os próprios rumos políticos.

    O encontro reúne representantes de 193 Estados-membros até 28 de setembro. Na abertura dos trabalhos, o secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou para o crescimento das divisões globais e defendeu que o poder se submeta às regras internacionais.

    Para o professor de Relações Internacionais Reginaldo Nasser, a posição brasileira marca a rejeição a pressões estrangeiras sem partir para um enfrentamento sistemático com Washington. Nasser destacou que a postura preserva a independência diplomática e a tradição multilateral do país.

    A expressão adotada pelo presidente coincide com o título do livro publicado em 2019 pelo economista Paulo Nogueira Batista Jr., ex-representante do Brasil no Fundo Monetário Internacional (FMI) e ex-vice-presidente do Novo Banco de Desenvolvimento dos BRICS.

    Com informações de Brasil 247.

  • Datafolha divulga nova pesquisa presidencial nesta quinta-feira (24)

    O Datafolha publica nesta quinta-feira (24) uma nova pesquisa de intenção de voto para a Presidência da República. O levantamento é o primeiro feito pelo instituto após o discurso de Luiz Inácio Lula da Silva na Assembleia Geral da ONU.

    A coleta começou nesta terça-feira e segue até quinta-feira, com 2.002 eleitores entrevistados. Contratado pela Folha de S.Paulo e pelo grupo Globo, o estudo está registrado sob o número BR-00304/2026 e tem margem de erro de dois pontos percentuais.

    Na sondagem anterior, Lula apareceu com 39% das intenções de voto no primeiro turno, contra 36% do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), configurando empate técnico. No cenário de segundo turno, o petista marcou 46% contra 44% do parlamentar.

    Na abertura da Assembleia Geral da ONU, Lula abordou as relações com os Estados Unidos e criticou interferências externas em disputas eleitorais, sem citar Donald Trump. O presidente também defendeu a Lei Antifacção, o fim da escala 6×1 e medidas contra bets e o tarifaço americano.

    Com informações de Diário do Centro do Mundo (DCM).

  • Trump anuncia termo superinteligência e rejeita travas à IA

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta terça-feira (22) que o governo americano substituirá o termo “inteligência artificial” por “superinteligência” em seus documentos oficiais.

    A declaração ocorreu durante discurso na Assembleia Geral da ONU, em Nova York. Trump rejeitou qualquer freio regulatório ao setor tecnológico, medida que já foi sugerida por executivos da própria indústria.

    Ao defender o avanço irrestrito da ferramenta, o presidente americano comparou o setor a transformações históricas. “Não vou frear o crescimento de algo que será maior do que a Revolução Industrial”, afirmou.

    Trump sustentou que a palavra artificial transmite uma impressão incorreta de falsidade sobre o recurso. Ele também ressaltou a disputa global pela liderança da área ao pontuar que quem vencer essa corrida sairá vitorioso.

    Com informações de CNN Brasil.

  • Lula critica ONU e diz que Conselho de Segurança está paralisado

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta terça-feira (22), na abertura da Assembleia Geral da ONU, que a organização internacional está falhando na missão de evitar guerras e criticou a paralisia do Conselho de Segurança.

    Lula declarou que a credibilidade das Nações Unidas atingiu o nível mais baixo da história recente. O petista apontou o poder de veto das grandes potências como um vício de origem que alimenta o imobilismo da entidade frente aos confrontos armados no mundo.

    O presidente cobrou uma reunião com sentido de urgência entre os líderes dos países que compõem o Conselho de Segurança. O objetivo da convocação seria conter a nova corrida armamentista global e evitar a transformação de conflitos regionais em disputas em escala planetária.

    Ao avaliar o cenário internacional, Lula criticou as ações militares do governo israelense em Gaza e os atos terroristas do Hamas, além de defender a via diplomática para encerrar a guerra entre Rússia e Ucrânia.

    O mandatário também abordou a situação na América Latina e declarou que o “Brasil não cabe no quintal de ninguém”. Em sua fala, Lula defendeu a soberania dos países da região e cobrou soluções democráticas para as crises na Venezuela e na Nicarágua.

    Com informações de CNN Brasil.

  • Presidente da Assembleia Geral da ONU cobra reforma dos países

    O presidente da Assembleia Geral das Nações Unidas, Khalilur Rahman, cobrou nesta terça-feira (22/9) maior engajamento dos países-membros para reformar a ONU, durante a abertura da 81ª sessão do órgão.

    Em pronunciamento, Rahman afirmou que ajustes administrativos como cortes no orçamento e fusão de setores são insuficientes para solucionar os entraves estruturais da instituição.

    O dirigente mencionou o projeto UN 80, apresentado pelo secretário-geral António Guterres, mas defendeu que as nações assumam a liderança das mudanças. “Uma apropriação passiva não é suficiente. Se não assumirmos o protagonismo proativo em relação a esta instituição, não podemos esperar que ela se recupere”, declarou Rahman.

    O presidente da Assembleia Geral também cobrou que os Estados-membros quitem suas contribuições financeiras dentro do prazo e sem exigências prévias, de modo a garantir a sustentabilidade de frentes como missões de paz e ações emergenciais.

    Com informações de Metrópoles.

  • Lula resgata histórico de discursos na ONU e defende reforma global

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva resgatou, nesta terça-feira (22), o histórico de seus pronunciamentos na Assembleia Geral da ONU. A manifestação ocorreu poucas horas antes de seu novo discurso na tribuna da entidade, em Nova York.

    Ao relembrar as dez participações acumuladas entre 2003 e 2025, o mandatário reafirmou compromissos com o combate à fome, a soberania nacional e a necessidade de reformar o Conselho de Segurança e a governança global.

    A trajetória teve início em 2003, quando Lula priorizou a erradicação da pobreza e a mediação de conflitos em meio à Guerra do Iraque. Entre 2004 e 2007, as falas no organismo incorporaram cobranças contra desequilíbrios no comércio exterior e alertas para a preservação ambiental.

    Após a crise de 2008, o presidente direcionou os discursos para a regulação do sistema financeiro. Na volta ao plenário em 2023, após 14 anos de intervalo, o petista retomou o foco na desigualdade e na negociação pacífica para disputas internacionais.

    Nas sessões de 2024 e 2025, o repertório somou discussões sobre inteligência artificial, cobranças pela regulação de plataformas digitais e a defesa da soberania nacional diante do enfraquecimento de regimes democráticos.

    Com informações de Brasil 247.

  • Lula se reúne com prefeito de Nova York para debater ações sociais

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu nesta segunda-feira (21/9) com o prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, para debater políticas voltadas aos setores mais vulneráveis.

    O encontro ocorreu na residência do embaixador do Brasil na Organização das Nações Unidas (ONU), Sérgio Danese, na véspera da abertura da Assembleia Geral da entidade.

    Durante a conversa, Mamdani mencionou a iniciativa de abrir mercados populares na cidade americana, enquanto Lula tratou da proposta de redução da jornada de trabalho em tramitação no Congresso Nacional.

    O presidente brasileiro também criticou as despesas militares internacionais em detrimento de medidas contra a fome e investimentos em áreas básicas. “A Europa voltou a se armar, o Japão voltou a se armar, todos os países estão investindo em armas, e quase nada para a educação”, afirmou Lula.

    Na reunião, Lula presenteou o prefeito com uma camisa do Corinthians e recebeu uma peça comemorativa de Nova York para a Copa do Mundo.

    Mamdani tomou posse na Prefeitura de Nova York em 1º de janeiro de 2026. Aos 34 anos, o político ligado à ala progressista é o segundo socialista a comandar o município e o mais jovem a ocupar o posto em mais de um século.

    Com informações de Metrópoles.