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  • Lula defende industrializar minerais críticos no Brasil

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu o processamento de minerais críticos no território nacional e declarou que o Brasil deixará o modelo tradicional de venda de riquezas para o exterior.

    A declaração foi feita em entrevista ao programa Canal Livre, transmitida na noite deste domingo (27) pela BandNews TV. Lula afirmou que o país deve investir em tecnologia própria para não ficar devendo nada ao mundo.

    “Nós não vamos exportar mais as nossas riquezas do jeito que eram exportados”, declarou o presidente durante a transmissão.

    Lula também prometeu capacitar milhares de jovens para atuar na transformação desses recursos. Segundo ele, o aproveitamento local da cadeia produtiva tem o objetivo de gerar oportunidades e transformar o Brasil em um país de classe média.

    Com informações de InfoMoney.

  • Lula defende industrialização de minerais críticos no Brasil

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu neste domingo (27) que o Brasil invista em tecnologia e processe os minerais críticos dentro do território nacional, em vez de manter a exportação de riquezas em estado bruto.

    A declaração ocorreu durante entrevista exibida na noite de domingo no programa Canal Livre, da BandNews TV. Lula, candidato à reeleição pelo PT, sustentou que o país precisa do investimento para garantir autonomia tecnológica frente ao resto do mundo.

    “Nós não vamos exportar mais as nossas riquezas do jeito que eram exportados”, declarou o presidente.

    Para sustentar a transformação produtiva, o petista prometeu a formação de milhares de jovens voltados a essa atividade. Segundo Lula, o aproveitamento do setor mineral tem como objetivo elevar a renda nacional e transformar o Brasil em um país de classe média.

    Com informações de Tribuna do Agreste.

  • Lula defende reforma política e se diz contra fundo eleitoral

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu neste domingo (27/9) uma reforma política caso seja reeleito. O petista criticou a ampliação das emendas parlamentares e declarou oposição aos fundos eleitoral e partidário.

    Em entrevista ao programa Canal Livre, da Band, Lula afirmou que a divisão de forças sobre o Orçamento da União se tornou insustentável. Segundo o presidente, a atual distribuição precisa ser revista para diminuir o controle do Legislativo sobre as verbas federais.

    “O Congresso contribuiu muito com as mudanças que a gente queria fazer”, declarou o presidente, ao pontuar que deputados e senadores ajudaram a aprovar pautas centrais durante o mandato, entre elas a Reforma Tributária.

    Apesar da avaliação positiva sobre a governabilidade recente, Lula afirmou que pretende alterar o equilíbrio orçamentário. “Não é possível a gente continuar com um Congresso Nacional com 50% do orçamento da União”, disse.

    O presidente também criticou o número excessivo de legendas no país sem programa ou identidade nacional. Além disso, reviu a postura histórica que mantinha a favor do financiamento público de legendas e disputas eleitorais.

    “Eu sou contra porque isso apodreceu a política”, afirmou Lula ao justificar a mudança de posição em relação aos fundos partidário e eleitoral, que associou à promiscuidade no sistema político.

    Com informações de Correio Braziliense.

  • Lula diz que dívida não causa pânico e cita reservas internacionais

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou neste domingo (27/9) que a dívida pública não lhe causa pânico e afirmou que o montante atual é irreal.

    Em entrevista gravada para o programa Canal Livre, da Band, o petista apontou a importância das reservas internacionais do país, calculadas por ele em US$ 370 bilhões.

    Lula atribuiu o volume financeiro à decisão adotada em 2005, durante o seu primeiro mandato presidencial. O candidato à reeleição definiu os recursos acumulados como um “colchão de sustentação da economia brasileira”.

    Apesar de descartar temor desmedido, o presidente disse se preocupar com as contas e manifestou a intenção de baixar o endividamento em proporção ao Produto Interno Bruto (PIB), mantendo desembolsos prioritários.

    “Eu não gosto de dever mais do que eu recebo, não gosto. E a gente vai diminuir essa dívida pública com relação ao PIB”, declarou Lula sobre a gestão orçamentária.

    O presidente também afirmou confiar no recuo da taxa de juros e avaliou a medida como necessária para estimular a expansão da economia.

    Ao comentar os investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Lula explicou que a seleção dos projetos atende às prioridades regionais. “O PAC eu chamo os governadores, chamo o prefeito e digo o que é importante no seu estado e no seu município”, afirmou.

    Com informações de Tribuna do Agreste.

  • Lula defende reforma política e critica fundos partidário e eleitoral

    Lula defende reforma política e critica fundos partidário e eleitoral

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu neste domingo (27) uma reforma política para reorganizar o sistema partidário brasileiro e afirmou que as regras atuais geraram uma “promiscuidade generalizada na política”.

    Em entrevista ao programa Canal Livre, da Band, Lula declarou ter mudado de posição sobre o financiamento público de campanhas e disse ser hoje contrário ao fundo partidário e ao fundo eleitoral.

    “Eu que fui defensor do fundo partidário, eu que fui defensor do fundo eleitoral, hoje eu sou contra. Eu sou contra porque isso apodreceu a política”, afirmou o presidente, que também criticou o orçamento secreto.

    O petista argumentou que a reformulação das legendas é necessária para conter a polarização no país. Na avaliação dele, as siglas devem ter programas claros e representar segmentos definidos da sociedade, apontando o PT como a única legenda atual com manifesto e caráter nacional.

    Lula admitiu que as alterações enfrentarão forte resistência no Congresso Nacional por mexerem com interesses diretos de deputados e partidos. Durante a entrevista, ele também contestou a dimensão da influência parlamentar na destinação do Orçamento da União.

    Ao falar sobre o futuro, o presidente afirmou que pretende insistir na pauta de reorganização política se for reeleito. Como exemplo de articulação política com o Legislativo em seu mandato, citou a aprovação da reforma tributária e da PEC da Transição.

    Lula criticou ainda a pressão de interesses empresariais em agências reguladoras e defendeu a divisão funcional entre os Poderes da República, mencionando também a necessidade de debater uma reforma do Judiciário.

    Com informações de Brasil 247.

    Foto: Marina Ramos/Câmara dos Deputados | Licença: Credito Obrigatorio