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  • Lula quer transformar 138 cadeias em presídios de segurança máxima

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva propôs converter 138 prisões estaduais em unidades de segurança máxima com verba da União. O objetivo central é isolar chefes de facções criminosas e impedir ordens para fora dos estabelecimentos.

    Em entrevista à Band, o chefe do Executivo relatou que o governo federal mapeia cadeias estaduais usadas no controle do crime organizado. Os recursos federais servirão para modernizar as instalações e reforçar os bloqueios de comunicação.

    A reestruturação da área depende do avanço da PEC da Segurança Pública no Senado. Lula afirmou que pretende instalar um ministério exclusivo para a pasta logo após a aprovação da proposta pelos senadores.

    Outra frente em discussão com o Exército envolve a criação de um contingente permanente de intervenção. A iniciativa pretende recrutar militares treinados que se desligam das Forças Armadas ao término do período de nove anos de serviço.

    No combate patrimonial, o presidente defendeu a asfixia das cúpulas financeiras do narcotráfico. “Nós queremos chegar aos de cima, porque são eles que financiam”, disse Lula, após mencionar a retenção de R$ 17 bilhões do crime em 2025.

    O plano federal para áreas dominadas prevê substituir operações pontuais por serviços públicos contínuos, como escolas de tempo integral e praças esportivas. No Rio de Janeiro, o modelo começou com ações integradas e a instrução armada de 600 agentes municipais.

    Ao tratar da circulação de armamento, Lula mencionou o confisco de 500 mil armas durante o mandato atual. O presidente também apontou a redução nos roubos de celulares pelo país, que passaram de 492,9 mil em 2022 para 308,7 mil em 2025 com o Celular Seguro.

    Com informações de TVT News (ex-Rede Brasil Atual).

  • Lula diz que dívida não causa pânico e cita reservas de US$ 370 bi

    Lula diz que dívida não causa pânico e cita reservas de US$ 370 bi

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a dívida pública brasileira não lhe causa pânico e apontou as reservas internacionais como garantia para enfrentar oscilações na economia.

    Durante entrevista ao programa Canal Livre, da Band, veiculada no domingo (27/9), Lula declarou que o país possui segurança financeira. “Nós temos uma reserva de 370 bilhões de dólares, feita por mim”, disse o presidente.

    Apesar de afastar o alarme sobre o endividamento, o presidente disse que pretende reduzir a proporção da dívida em relação ao Produto Interno Bruto (PIB). “Tenho uma preocupação com a dívida pública, porque não gosto de dever mais do que recebo”, afirmou.

    Lula não detalhou a estratégia para diminuir o indicador e reforçou que manterá despesas prioritárias, como os programas de assistência aos mais pobres e o reajuste do salário mínimo acima da inflação.

    O presidente também mencionou o projeto de Orçamento para 2027 enviado ao Congresso Nacional, que projeta superávit primário de R$ 18,6 bilhões nas contas do governo federal, cálculo que não inclui o pagamento dos juros da dívida.

    Com informações de Folha PE.

    Foto: Marina Ramos/Câmara dos Deputados | Licença: Credito Obrigatorio

  • Lula defende industrialização de minerais críticos no Brasil

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu neste domingo (27) que o Brasil invista em tecnologia e processe os minerais críticos dentro do território nacional, em vez de manter a exportação de riquezas em estado bruto.

    A declaração ocorreu durante entrevista exibida na noite de domingo no programa Canal Livre, da BandNews TV. Lula, candidato à reeleição pelo PT, sustentou que o país precisa do investimento para garantir autonomia tecnológica frente ao resto do mundo.

    “Nós não vamos exportar mais as nossas riquezas do jeito que eram exportados”, declarou o presidente.

    Para sustentar a transformação produtiva, o petista prometeu a formação de milhares de jovens voltados a essa atividade. Segundo Lula, o aproveitamento do setor mineral tem como objetivo elevar a renda nacional e transformar o Brasil em um país de classe média.

    Com informações de Tribuna do Agreste.

  • Lula defende fim do fundo eleitoral e cobra reforma política

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu o fim do fundo eleitoral e cobrou uma reforma política ampla neste domingo (27/9). Em entrevista à TV Band, ele classificou o atual mecanismo de financiamento partidário como promiscuidade.

    A alteração nas regras é necessária para diminuir a polarização e devolver a representatividade à sociedade, segundo o presidente. Lula também criticou o controle do Legislativo sobre as contas públicas e afirmou que “não é possível a gente continuar com o Congresso Nacional com 50% do orçamento da União”.

    O chefe do Executivo declarou que apoiou a criação do modelo de financiamento público no passado, mas ponderou que o formato se desvirtuou. Para ele, a soma dos recursos eleitorais com as emendas parlamentares deteriorou a atuação dos parlamentares. “Mais o orçamento secreto, aí que apodreceu de vez a política”, disse na entrevista.

    Lula afirmou ainda que a maioria das agremiações no país opera apenas para captar verba pública de campanha, sem programa definido. Na avaliação dele, o PT é a única legenda brasileira com estrutura nacional, bandeiras claras e projeto manifesto.

    Com informações de CNN Brasil.