Tag: China

  • Peng Liyuan e Melania Trump se encontram em museu nos EUA

    A primeira-dama da China, Peng Liyuan, reuniu-se com a primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump, no Museu Nacional de Arte Asiática do Smithsonian, em Washington, nesta quinta-feira (24/9).

    Durante o encontro, Peng conversou diretamente em inglês, sem auxílio de tradutor, e acompanhou a apresentação de um coro de jovens norte-americanos. O grupo cantou a música folclórica chinesa Flor de Jasmim.

    A visita integra a agenda oficial da viagem do presidente da China, Xi Jinping, à capital norte-americana, em meio a divergências bilaterais envolvendo comércio e a situação de Taiwan.

    O embaixador chinês em Washington, Xie Feng, publicou um vídeo do evento em sua conta no X. Segundo o diplomata, Peng estimulou os estudantes a manterem o aprendizado da língua e da cultura da China para atuarem como elos de aproximação entre as duas nações.

    O analista de geopolítica da consultoria Trivium China, Joe Mazur, afirmou que a presença da primeira-dama contribui para suavizar contatos diplomáticos que costumam ser formais e tensos.

    Apesar da repercussão no exterior, as plataformas digitais chinesas registraram forte restrição sobre os compromissos da primeira-dama. Buscas sobre o figurino e o domínio de inglês de Peng na rede social Red Note não apresentaram resultados.

    Antes de Xi assumir a presidência, Peng era amplamente conhecida na China como soprano do Exército. Além da carreira artística, ela atua no apoio a causas sociais, incluindo iniciativas voltadas a pessoas que vivem com HIV e aids.

    Com informações de InfoMoney.

  • Xi anuncia envio de dois pandas ao Zoológico de Atlanta, nos EUA

    O presidente da China, Xi Jinping, anunciou o envio de dois pandas-gigantes ao Zoológico de Atlanta, nos Estados Unidos. A declaração ocorreu nesta quinta-feira (24/9), durante reunião com o líder norte-americano Donald Trump na Casa Branca.

    O macho Ping Ping e a fêmea Fu Shuang devem desembarcar em solo americano nos próximos dias. Os animais nasceram na base de reprodução de Chengdu e integram uma parceria com a China Wildlife Conservation Association.

    A transferência retoma o convênio de 25 anos com a instituição de Atlanta. Em 2024, o espaço ficou sem nenhum exemplar da espécie após devolver à China os quatro animais que abrigava: Lun Lun, Yang Yang, Ya Lun e Xi Lun.

    O envio faz parte da prática conhecida como “diplomacia dos pandas”, iniciada com Washington em 1972 após a viagem histórica do ex-presidente Richard Nixon a Pequim. Pelos termos dos acordos de empréstimo e preservação, os animais continuam sob propriedade do governo chinês.

    A confirmação da chegada dos animais ocorreu durante a visita de Estado de Xi à capital americana, que incluiu recepção oficial, reunião bilateral e jantar na Casa Branca. O encontro com Trump tratou de temas centrais da relação bilateral, como disputas comerciais, tecnologia e inteligência artificial.

    Com informações de Metrópoles.

  • Xi Jinping e Trump ampliam consensos em visita oficial aos EUA

    O presidente da China, Xi Jinping, afirmou nesta sexta-feira (25/9) que Pequim e Washington alcançaram novos consensos bilaterais. A declaração ocorreu durante jantar de boas-vindas oferecido pelo presidente norte-americano, Donald Trump, nos Estados Unidos.

    A viagem oficial de Xi retribui a ida de Trump à capital chinesa em maio deste ano. Com duas visitas de chefes de Estado em menos de seis meses, os governos buscam aprofundar uma relação de estabilidade estratégica entre as duas potências.

    De acordo com o líder chinês, as metas de desenvolvimento de ambos os países podem se complementar. Xi pontuou que o plano de Trump para a economia norte-americana e o projeto de modernização de Pequim exigem a exploração de um caminho conjunto de convivência.

    Durante o pronunciamento, Xi resgatou marcos históricos bilaterais, como o comércio na época de George Washington e a aliança militar na Segunda Guerra Mundial pela Rota do Hump. O líder também citou a aproximação conduzida por Mao Zedong e Richard Nixon na década de 1970 por meio da diplomacia do pingue-pongue.

    O encontro em solo norte-americano coincidiu com as celebrações chinesas do Festival do Meio Outono e com as homenagens recentes pelos 250 anos de independência dos Estados Unidos.

    Com informações de Brasil 247.

  • Embaixada da China celebra 77 anos da fundação do país em Brasília

    A Embaixada da China no Brasil realizou nesta quinta-feira (24/9), em Brasília, uma recepção oficial pelo aniversário de 77 anos da fundação da República Popular da China.

    Durante a celebração, o embaixador Zhu Qingqiao exaltou a relação diplomática bilateral entre os dois países. “A nossa parceria de ouro se baseia no sucesso mútuo e caminha com frutos cada vez mais concretos”, declarou o diplomata.

    A cerimônia reuniu representantes do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, incluindo o ministro da Agricultura, André de Paula, e a secretária de Ásia e Pacífico do Ministério das Relações Exteriores, Susan Kleebank. Integrantes das Forças Armadas de ambos os países, congressistas e embaixadores estrangeiros também compareceram.

    No discurso, Zhu destacou o diálogo direto entre o presidente Lula e o líder chinês Xi Jinping, que conversaram por telefone duas vezes neste ano. O embaixador afirmou que os laços bilaterais avançaram para a construção de uma comunidade de futuro compartilhado.

    O diplomata defendeu a postura chinesa de priorizar parcerias em vez de alianças militares e reiterou o princípio de não interferência em assuntos internos de outros países. Ele também ressaltou o compromisso com o sistema multilateral centrado na Organização das Nações Unidas.

    Sobre os investimentos no Brasil, Zhu apontou a diversificação dos aportes chineses. Os recursos cobrem áreas tradicionais como energia, agricultura e infraestrutura, além de frentes em economia digital, veículos elétricos, inteligência artificial e biotecnologia.

    Com informações de Brasil 247.

  • China instala 354 mil robôs em 2025 e atinge 59% do mercado global

    A China instalou 354 mil robôs industriais em 2025, um aumento de 20% em comparação ao ano anterior. O volume representou 59% de todas as instalações globais no período, segundo a Federação Internacional de Robótica (IFR).

    O balanço anual da entidade, divulgado nesta semana, registrou quase 60 mil unidades a mais do que o recorde anterior. O resultado consolida o país asiático na liderança mundial do setor de automação.

    A expansão ocorre pela modernização produtiva, pela transição demográfica e por incentivos estatais. De acordo com a secretária-geral da IFR, Susanne Bieller, a estratégia nacional direciona a tecnologia para os segmentos industriais com maior demanda.

    Para o período de 2026 a 2030, durante o 15º Plano Quinquenal chinês, a IFR prevê foco em autossuficiência tecnológica, inteligência artificial física e modernização das fábricas tradicionais. As estimativas da federação apontam avanço médio anual de 5% a 10% no mercado local até 2029.

    Os fabricantes chineses de robôs responderam por cerca de 55% das vendas internas em 2025. Ao todo, os fornecedores do país registraram 195 mil instalações, o que significou uma alta anual de 15%.

    Setores além do automotivo ganham espaço na automação no país. Bieller apontou que atividades de logística, alimentos, têxteis, papel e montagem de outros veículos ampliam o uso de máquinas e estimulam o desenvolvimento de sistemas específicos.

    A entidade relatou também que indústrias locais assumiram a fabricação de seus próprios equipamentos. Durante visita a Shenzhen em abril, a secretária-geral observou a montadora de carros elétricos XPeng utilizar automação nas linhas de montagem enquanto desenvolve modelos quadrúpedes e humanoides próprios.

    Com informações de Brasil 247.

  • Xi Jinping pede que EUA e Irã retomem negociações de paz

    O presidente da China, Xi Jinping, pediu que os Estados Unidos e o Irã retomem com rapidez as negociações de paz e o diálogo diplomático.

    O apelo ocorreu nesta quinta-feira (24/9) durante reunião com o presidente norte-americano, Donald Trump, na Casa Branca, em Washington.

    Xi defendeu o respeito à soberania e à segurança de todas as nações, além de destacar a atuação de Pequim na busca pela desescalada dos conflitos.

    O líder chinês declarou apoio ao retorno dos dois governos ao Memorando de Entendimento de Islamabad. Ele também expressou a expectativa de que os países alcancem um acordo abrangente sobre a questão nuclear e outros temas.

    Com informações de Brasil 247.

  • Xi Jinping e Trump chegam a entendimento em reunião em Washington

    O presidente da China, Xi Jinping, afirmou que o primeiro dia de reuniões com Donald Trump em Washington gerou entendimento em diversos temas. O encontro bilateral entre os dois líderes termina nesta sexta-feira (25/9).

    A agenda entre os governos aborda comércio exterior, inteligência artificial, sanções e geopolítica. Em pronunciamento antes de um jantar oficial na Casa Branca, Xi declarou que as conversas foram aprofundadas e forneceram novas diretrizes para a relação estratégica sino-americana.

    Durante o discurso, o líder chinês relembrou a atuação conjunta dos países na Segunda Guerra Mundial e afirmou que “tal amizade, forjada a sangue e fogo, certamente perdurará através das gerações”. A fala representou um recado direto contra a modernização militar do Japão, cuja primeira-ministra, Sanae Takaichi, teve reunião recente com Trump em Nova York.

    O jantar na sede do Executivo norte-americano reuniu ministros, diplomatas e representantes de 37 empresas globais. A lista de convidados corporativos incluiu executivos como Elon Musk, da SpaceX, Tim Cook, da Apple, Mark Zuckerberg, da Meta, Jensen Huang, da Nvidia, e Jeff Bezos, da Amazon.

    A comitiva dos Estados Unidos contou com nomes do alto escalão, incluindo o vice-presidente JD Vance e o secretário de Estado Marco Rubio. Do lado chinês, participaram autoridades da cúpula de Pequim, como o chanceler Wang Yi e o vice-primeiro-ministro He Lifeng.

    Com informações de Poder360.

  • Trump e Xi reúnem líderes de tecnologia em jantar na Casa Branca

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder chinês, Xi Jinping, reuniram grandes empresários de tecnologia em um jantar de Estado na Casa Branca na noite de quinta-feira (24/9).

    Executivos do setor de inteligência artificial dividiram a mesa principal com os dois governantes. Entre os presentes estavam Jensen Huang, da Nvidia, Lisa Su, da AMD, Elon Musk, da Tesla e SpaceX, e Tim Cook, ex-CEO da Apple.

    O encontro no segundo dia da visita oficial de Xi também reuniu líderes de grandes empresas globais, como Mark Zuckerberg, da Meta, Sam Altman, da OpenAI, Sundar Pichai, do Google, e Satya Nadella, da Microsoft. Representantes do setor financeiro e industrial, incluindo Jamie Dimon, do JPMorgan Chase, e Jeff Bezos, fundador da Amazon, participaram do evento.

    A cooperação bilateral e o avanço da inteligência artificial dominaram os discursos da noite. Xi defendeu que Pequim e Washington atuem juntos na gestão tecnológica e afirmou que “embora exista competição entre as duas partes, há um potencial ainda maior para a cooperação”.

    O presidente chinês declarou que as duas nações têm a capacidade de manter o desenvolvimento da tecnologia sob controle humano. Xi também pediu o fim da desconfiança mútua para evitar o uso indevido das ferramentas digitais.

    Trump ressaltou a relação pessoal com o líder chinês durante o brinde oficial. O presidente americano afirmou que os países têm sistemas distintos, mas sustentou que os laços entre suas populações permanecem fortes e que a convivência atual é positiva.

    Com informações de CNN Brasil.

  • Trump recebe Xi Jinping na Casa Branca em visita de Estado

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebeu o líder chinês Xi Jinping para um jantar oficial na Casa Branca na noite desta quinta-feira (24).

    Xi desembarcou em solo norte-americano na quarta-feira (23) para uma visita de Estado. O presidente da China avaliou que as conversas com Trump foram “sinceras e profundas” e declarou que ambos alcançaram entendimento sobre diferentes questões.

    Trump ressaltou o retorno dos encontros entre os líderes em Washington após uma década e citou a viagem que fez a Pequim no início do ano. “É uma honra recebê-los aqui, Xi Jinping e sua esposa, Peng Liyuan”, afirmou o anfitrião no evento que reuniu também a primeira-dama Melania Trump.

    No discurso, o presidente norte-americano relembrou a chegada da primeira delegação diplomática chinesa aos Estados Unidos, ocorrida há 158 anos com passagens por Boston e Nova York. Trump também comparou as raízes de ambas as sociedades ao mencionar a trajetória milenar chinesa e os legados culturais e democráticos ocidentais.

    Com informações de Tribuna do Agreste.

  • BMW rejeita novas tarifas da UE contra carros elétricos chineses

    O CEO da BMW, Milan Nedeljković, declarou que veículos chineses chegam à Europa com valores distorcidos, mas se posicionou contra a criação de novas tarifas de importação pela União Europeia.

    Nedeljković afirmou ao jornal Frankfurter Allgemeine Zeitung que modelos da China entram no mercado europeu a preços que “não fazem sentido do ponto de vista comercial”. Ele sugeriu negociações voluntárias de preços entre Bruxelas e Pequim em vez de mais barreiras comerciais.

    O executivo alertou que o bloco europeu enfrenta riscos caso aumente as taxas, porque os fabricantes locais dependem das células de baterias fornecidas pelo mercado chinês. Uma escalada tarifária pode provocar restrições ao fornecimento desse componente essencial.

    Atualmente, a União Europeia aplica alíquotas que variam de 17% a 35,3% sobre carros elétricos produzidos na China. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, classificou o déficit comercial com o país asiático como insustentável e estuda novas medidas.

    A postura da BMW diverge de montadoras como Volkswagen, Renault e Stellantis, que defendem a exigência de 70% de componentes regionais nos veículos. Uma análise do Instituto Bruegel indica que essa exigência encareceria cada carro elétrico em mais de 2 mil euros.

    A montadora alemã produz em território chinês os modelos elétricos MINI Cooper e MINI Aceman, ambos exportados para a Europa. Novas sobretaxas encareceriam a própria linha da fabricante.

    As vendas da BMW na China recuaram 26% em quatro anos, passando de 847.900 unidades em 2021 para 626.000 em 2025, conforme o balanço anual da empresa. Concorrentes como BYD, SAIC e Geely conquistaram essa fatia e avançam na Europa com preços inferiores aos das marcas alemãs.

    Com informações de O Antagonista.