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  • Rejeição a Haddad sobe para 58% no mercado financeiro, diz Quaest

    A desaprovação ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, saltou para 58% no mercado financeiro, enquanto o governo Lula mantém 88% de avaliação negativa, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (20/3).

    O levantamento feito em parceria com a Genial Investimentos mostra que a aprovação a Haddad caiu de 41% para 10%. Em contraste, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, reúne 45% de avaliação positiva e apenas 8% de rejeição.

    O pessimismo domina o quadro macroeconômico, com 83% dos gestores esperando piora nos próximos 12 meses e 58% prevendo recessão em 2025. Os fundos projetam inflação acumulada de 6,01%, taxa Selic em 14,73% e câmbio a R$ 5,96 ao final do ano.

    Na articulação política, 98% avaliam que a reforma ministerial não trará governabilidade, e 90% consideram um erro a escolha de Gleisi Hoffmann para a Secretaria de Relações Institucionais.

    Sobre a eleição de 2026, 66% dos entrevistados preveem derrota de Lula caso dispute a reeleição. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, é apontado por 93% como o nome com maior chance de vencer a esquerda.

    Com informações de Quaest.

  • BC: Incerteza exige movimentos suaves nos juros, diz Nilton David

    O diretor de Política Monetária do Banco Central, Nilton David, afirmou nesta quarta-feira que o cenário de incerteza econômica exige juros com movimentos suaves, previsíveis e cautelosos para evitar solavancos.

    Em evento do banco J.Safra, David explicou que a autoridade monetária realiza um ciclo de “calibração” e ajuste fino, e não de afrouxamento. Ele ressaltou que a taxa básica continuará em nível contracionista ao término do processo.

    Na semana passada, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, para 13,75% ao ano. O colegiado manteve os próximos passos em aberto diante do quadro econômico.

    David avaliou que a política monetária surte efeito e destacou o arrefecimento da inflação em itens mais sensíveis aos juros. Ele também apontou desaceleração nos salários, embora os ganhos continuem acima da inflação e da produtividade.

    Entre os focos de preocupação, o diretor mencionou os impactos do fenômeno El Niño e do conflito no Oriente Médio sobre os preços do petróleo. David declarou que a instituição mantém a guarda alta para impedir que choques de oferta gerem inflação perene.

    Com informações de InfoMoney.

  • Banco Central divulga ata da 281ª reunião do Copom

    O Banco Central divulgou a ata referente à 281ª reunião do Comitê de Política Monetária (Copom).

    O encontro do colegiado ocorreu nos dias 15 e 16 de setembro de 2026.

    Com informações de Notícias do Banco Central.