Coordenadores de 68 laboratórios da Rede-Lab iniciaram um encontro para debater estratégias de asfixia financeira e recuperação de ativos contra o crime organizado, com representantes de polícias civis, Ministérios Públicos e órgãos federais.
A programação foca a atuação contra facções ultraviolentas e a aplicação da Lei nº 15.358/2026, a Lei Raul Jungmann, que permite a perda de bens ilícitos por meio de ação civil autônoma.
Durante a abertura do evento, o Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) assinaram acordos de cooperação técnica para ingressar na rede.
A secretária nacional de Justiça, Maria Rosa Loula, defendeu que o rastreamento e o bloqueio de bens devem ocorrer desde a fase inicial dos inquéritos, sem esperar o desfecho do processo criminal.
O colegiado congrega 26 polícias civis, Ministérios Públicos estaduais e do Distrito Federal, Polícia Federal, Ministério Público Federal e Coaf, sob coordenação do DRCI.
Com informações de Noticias do MJSP (Ministerio da Justica e Seguranca Publica).