Tag: Donald Trump

  • Encontro de Xi Jinping e Trump nos EUA exige cautela, diz analista

    A visita de Estado do líder chinês Xi Jinping aos Estados Unidos para uma reunião com Donald Trump exige expectativas cautelosas quanto a avanços bilaterais, segundo análise do pesquisador Wang Peng.

    Ligado ao Instituto de Administração Pública da Universidade de Ciência e Tecnologia de Huazhong (HUST), Wang Peng destacou que três pontos de contato sino-americanos devem centralizar o diálogo entre os líderes.

    Os governantes também precisarão negociar a harmonização de estratégias em temas internacionais urgentes e na condução da agenda multilateral.

    O cenário das eleições de meio de mandato no território norte-americano desponta como entrave para os acordos. O especialista pontuou, contudo, que considerar iniciativas de cooperação com a China como prejuízo político do governo norte-americano representa uma leitura simplista.

    Wang Peng afirmou que o governo chinês sustenta posição firme na preservação de sua soberania, segurança e desenvolvimento. Apesar disso, ele avalia que ainda existe margem para ampliar interesses compartilhados entre as duas potências.

    Com informações de Tribuna do Agreste.

  • Juiz manda governo Trump restabelecer credenciais da Casa Branca

    O juiz federal Tim Kelly determinou nesta quinta-feira (24) que o governo de Donald Trump restabeleça de forma imediata o credenciamento de imprensa da CNN, da MS NOW e do Politico na Casa Branca.

    A liminar suspende a restrição imposta aos três veículos pelos próximos 14 dias. Kelly avaliou que o veto, anunciado pelo presidente americano em 18 de setembro, provavelmente viola a Constituição dos Estados Unidos.

    Ao rejeitar o argumento de segurança nacional apresentado pelas autoridades federais, o magistrado apontou falta de provas nos autos. “O processo não apresenta suporte factual para a alegação dos réus de que a revogação das credenciais permanentes dos autores efetivamente protegerá a segurança nacional”, escreveu na decisão.

    Kelly também destacou declarações públicas do próprio Trump que relacionaram a punição à cobertura jornalística. O presidente havia publicado em redes sociais que as três empresas “não deveriam ter permissão para escrever ou divulgar constantemente FICÇÃO e MENTIRAS”.

    A Justiça considerou que a Casa Branca ignorou precedentes da Corte de Apelações do Circuito do Distrito de Columbia que exigem o devido processo legal antes da suspensão de acessos. O Departamento de Justiça defendeu que a entrada no complexo é um privilégio discricionário, mas o tribunal rejeitou justificativas enviadas por cartas somente após o ajuizamento do processo.

    A ação judicial movida pelo trio de veículos contou com manifestação favorável de outros órgãos de comunicação. Reuters, Washington Post, Fox News e o Comitê de Repórteres para a Liberdade de Imprensa enviaram um documento conjunto em suporte aos jornalistas barrados.

    Com informações de Diário do Centro do Mundo (DCM).

  • Xi Jinping chega aos EUA para reunião com Donald Trump

    O presidente da China, Xi Jinping, iniciou nesta quarta-feira (23) uma visita oficial aos Estados Unidos para se reunir com o presidente Donald Trump. O encontro bilateral ocorre nesta quinta-feira (24), em Washington.

    A reunião acontece quatro meses após a viagem de Trump a Pequim, realizada em maio. Os dois governos tentam estabilizar as relações e conter atritos em áreas estratégicas.

    A pauta bilateral envolve disputas sobre tarifas comerciais, inteligência artificial, minerais críticos e terras raras. A situação de Taiwan também permanece entre os pontos centrais das negociações.

    Com informações de Brasil de Fato.

  • Tarifaço dos EUA e eleição de 2026 elevam risco no Brasil, diz Sharma

    A tarifa de 25% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros traz riscos ao investimento estrangeiro e altera o xadrez eleitoral de 2026, avaliou o estrategista global Ruchir Sharma em entrevista divulgada nesta sexta-feira (17/7).

    Com vigência prevista para 22 de julho, a taxação atinge cerca de US$ 14,9 bilhões em exportações e transforma o Brasil no segundo país mais taxado pelo governo de Donald Trump, atrás apenas da China.

    Segundo Sharma, chairman da Rockefeller International, o efeito direto da barreira comercial é contido por isenções, mas a medida representa a segunda tentativa norte-americana de usar tarifas como pressão em 13 meses.

    No cenário político, o analista afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pode se beneficiar no curto prazo com um discurso de soberania nacional, embora o custo de vida pressione sua popularidade.

    Para o estrategista, uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro geraria reação inicial positiva dos investidores, mas traria cobranças imediatas por concessões em regulação digital para retirar as taxas americanas.

    Levantamento citado por Sharma indica que mercados latino-americanos registram retorno médio de 37% em dólares nos primeiros dois anos de mandatos de direita, frente a 16% em gestões de esquerda.

    Com informações de BBC News Brasil.

  • Delcy agradece a Trump na ONU por retomar relações diplomáticas

    A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, agradeceu nesta quarta-feira (23/9) ao governo de Donald Trump pela abertura para restabelecer os laços com o país sul-americano.

    A declaração ocorreu durante o pronunciamento da dirigente no plenário da 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).

    “Quero agradecer ao presidente Donald Trump e seu governo por sua disposição para retomar o caminho das relações diplomáticas e de cooperação com a Venezuela”, afirmou Delcy.

    Com informações de Metrópoles.

  • Donald Trump recebe Xi Jinping nos EUA para visita de Estado

    O presidente da China, Xi Jinping, desembarcou nos Estados Unidos nesta quarta-feira (23) para uma visita de Estado de três dias. Donald Trump recepcionou o líder chinês pessoalmente na Base Conjunta Andrews, nos arredores de Washington.

    O encontro marca a retomada direta do diálogo quatro meses após a viagem de Trump a Pequim terminar sem um acordo econômico estrutural. A cerimônia oficial de recepção está marcada para esta quinta-feira.

    A pauta econômica coloca minerais críticos e comércio no centro das discussões. Trump busca a redução das limitações chinesas à exportação de terras raras e tenta negociar a venda de aviões e produtos agrícolas americanos.

    A indústria dos Estados Unidos mantém forte dependência do fornecimento chinês. O país fabricou apenas 300 toneladas das 48 mil toneladas de ímãs de terras raras consumidas internamente em 2025, insumo vital para o setor bélico e tecnológico.

    Pequim tenta preservar a trégua tarifária e frear restrições americanas sobre semicondutores e inteligência artificial. Segundo o Ministério das Relações Exteriores chinês, a prioridade da comitiva é fortalecer a estabilidade estratégica e administrar divergências bilaterais.

    De janeiro a julho deste ano, os Estados Unidos acumularam déficit comercial de cerca de US$ 91,2 bilhões com a China, segundo o Census Bureau. As importações de produtos chineses somaram US$ 156,4 bilhões, contra US$ 65,2 bilhões exportados.

    A agenda da visita inclui um jantar de Estado com executivos de gigantes da tecnologia americana. Representantes de companhias como Nvidia, Apple, OpenAI, Amazon, Alphabet e Tesla devem participar do evento com os dois presidentes.

    Com informações de Diário do Centro do Mundo (DCM).

  • Frota fantasma já escoa 80% do petróleo marítimo da Rússia

    Frota fantasma já escoa 80% do petróleo marítimo da Rússia

    A frota fantasma de navios petroleiros já transporta 80% do petróleo exportado pela Rússia por via marítima para contornar as sanções impostas pelo Ocidente, segundo analistas do setor de inteligência marítima e financeira.

    Dados da consultoria S&P Global indicam que cerca de um em cada cinco petroleiros no mundo integra essa rede clandestina, calculada em 1,3 mil embarcações pela empresa de monitoramento Windward. O esquema ganhou força após a invasão da Ucrânia em 2022 e atende também a cargas do Irã e da Venezuela.

    Os carregamentos têm como principais destinos a Índia e a China, além de compradores menores como Turquia, Singapura e Emirados Árabes Unidos. Para driblar a fiscalização internacional, as embarcações realizam transbordos em alto-mar, desligam sistemas automáticos de rastreamento e utilizam registros fraudulentos de bandeiras.

    Especialistas alertam que a maioria desses navios opera sem manutenção adequada e sem a cobertura de seguros reconhecidos globalmente contra desastres ambientais. A circulação contínua dessas embarcações velhas pelos mares Báltico e Negro também gera preocupações de segurança na Europa por suspeitas de envolvimento em espionagem.

    Foto: Offical White House Photo by Daniel Torok | Licença: Dominio Publico | Acervo Byfotos: 01a0892d-d18e-717c-a808-ad08b1888424

  • Petrobras prioriza refino e E&P e mira autossuficiência em diesel

    A Petrobras vai manter a prioridade em investimentos de Exploração e Produção (E&P) e na expansão do refino. A declaração foi feita pela presidente da estatal, Magda Chambriard, nesta quarta-feira (23), durante conferência em São Paulo.

    No setor de refino, a executiva afirmou que as instalações operam acima de 100% da capacidade. A meta da companhia é alcançar a autossuficiência na produção de diesel no próximo quinquênio.

    Sobre o avanço internacional, Magda ressaltou o interesse em ativos no continente africano e mencionou a área na Costa do Marfim. “Onde tiver similaridade com o Brasil vamos estudar”, declarou a presidente durante o evento.

    A estatal também foca elevar a extração em campos maduros, a exemplo da bacia de Campos. Segundo Magda, a região produziu 18% do seu potencial e pode atingir entre 30% e 35% com projetos de revitalização.

    Para as áreas consideradas economicamente marginais, a executiva apontou alternativas diferentes da extração direta pela Petrobras. Segundo ela, esses ativos demandam modelos de terceirização de operação ou cessão de direitos.

    Com informações de Tribuna do Agreste.

  • Quaest: 51% culpam Flávio Bolsonaro por tarifaço dos EUA

    Quaest: 51% culpam Flávio Bolsonaro por tarifaço dos EUA

    Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (16) mostra que 51% dos brasileiros culpam o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pelas tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos contra produtos do Brasil.

    O índice representa a adesão à tese do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de que o parlamentar incentivou a medida para desgastar o governo. Outros 30% confiam no senador, que nega apoio à taxação e sustenta ter pedido a Donald Trump que poupasse o país. Em junho, o placar era de 47% a 35%.

    O levantamento aponta que 63% dos entrevistados temem prejuízos diretos na vida pessoal ou familiar com a sobretaxa de 25% anunciada pelo governo norte-americano. No mês anterior, essa fatia era de 55%.

    Sobre a motivação dos Estados Unidos, 49% encaram a cobrança como retaliação ao sistema Pix, argumento de Lula. Já 33% atribuem as tarifas a declarações do petista contra a Casa Branca.

    Entre os eleitores que souberam da ida de Flávio aos EUA, 58% dizem que ele não tem força política para demover Trump. O tarifaço amplia a intenção de voto em Lula para 42%, enquanto 27% afirmam que o episódio reforça a opção pelo senador.

    O instituto ouviu 2.004 eleitores presencialmente de 10 a 13 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95% e registro no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-07181/2026.

    Com informações de TVT News (ex-Rede Brasil Atual).

    Foto: Ton Molina/Agência Senado | Licença: Creative Commons Attribution-ShareAlike | Acervo Byfotos: 01a05f43-b337-7013-a9ed-09f0dde1552c

  • Lula lidera com 42% e Flávio tem 33% para 2026, aponta BTG-Nexus

    Lula lidera com 42% e Flávio tem 33% para 2026, aponta BTG-Nexus

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera as intenções de voto para a eleição presidencial de 2026 com 42% no primeiro turno, contra 33% do senador Flávio Bolsonaro, aponta a pesquisa BTG-Nexus divulgada nesta segunda-feira (27).

    Em um eventual segundo turno entre os dois, o petista soma 47% contra 43% do parlamentar. A diferença de quatro pontos percentuais configura empate técnico no limite da margem de erro. Votos brancos e nulos chegam a 9%, e 1% não soube responder.

    A pesquisa também simulou outros três confrontos diretos na etapa final. Lula atinge 46% a 42% contra Romeu Zema, 45% a 43% diante de Ronaldo Caiado e 47% a 39% contra Renan Santos.

    No primeiro turno estimulado, Ronaldo Caiado marca 6%, Renan Santos tem 5% e Romeu Zema registra 3%. Augusto Cury soma 2% e Cabo Daciolo tem 1%. Brancos e nulos são 6%, enquanto 2% não sabem ou não responderam.

    Na modalidade espontânea, quando os nomes não são apresentados, Lula registra 28% e Flávio Bolsonaro tem 16%. O índice de eleitores indecisos ou que não responderam alcança 44%.

    O levantamento ouviu 2.004 eleitores entre os dias 24 e 26 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com 95% de intervalo de confiança e registro no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-01489/2026.

    Com informações de TVT News (ex-Rede Brasil Atual).

    Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil | Licença: Creative Commons Attribution 3.0 Brasil | Acervo Byfotos: 01a00b95-0d6e-74b7-97b6-210be3fed4c2