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  • Datafolha afere efeito do Bolsa Família e crise do STF na eleição

    O Datafolha divulga nesta quinta-feira (24) nova pesquisa eleitoral para medir o impacto do reajuste de 15,04% no Bolsa Família e dos desgastes provocados pela crise no Supremo Tribunal Federal na disputa presidencial.

    O levantamento ouve 2.002 eleitores entre terça (22) e quinta-feira em todo o país. Com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%, a sondagem está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-00304/2026. O instituto vai testar 13 nomes no primeiro turno e cinco cenários para a segunda etapa.

    Esta é a primeira rodada realizada após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciar a alta no benefício social a 17 dias da votação. O piso do programa subiu de R$ 600 para R$ 691, sob o argumento governamental de que uma revisão em projeções de despesas previdenciárias abriu espaço fiscal.

    O questionário também aborda a crise institucional na Suprema Corte após o caso Banco Master. O levantamento inclui perguntas sobre condutas de magistrados, a proposta de criação de um Código de Ética defendida pelo presidente do tribunal, Edson Fachin, e a percepção do eleitor sobre eventuais reflexos da atuação jurídica nas campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro (PL).

    Na edição anterior do instituto, publicada em 17 de setembro, Lula e Flávio apareceram em empate técnico. O petista marcou 39% das intenções no primeiro turno, diante de 36% do senador, enquanto a projeção de segundo turno registrou 46% a 44% a favor do atual presidente.

    Com informações de InfoMoney.

  • Caso Master: 37% veem dano para todos e 21% citam família Bolsonaro

    Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (21) aponta que 37% dos entrevistados avaliam que o escândalo do banco Master afetou negativamente todos os setores envolvidos. A opção que reúne o governo anterior e a família Bolsonaro aparece em seguida, com 21%.

    O Supremo Tribunal Federal foi citado por 16% dos participantes como o mais prejudicado pelo caso. O governo Lula e políticos do PT somam 11%, o Congresso Nacional tem 2% e o Banco Central foi mencionado por 1%. A taxa dos que não souberam ou não responderam ficou em 11%, e a opção por nenhum deles registrou 0%.

    Em relação à eleição presidencial, 62% dos eleitores afirmaram que a crise no STF não tem influência sobre a definição do voto. Uma parcela de 26% respondeu que os episódios reforçam a escolha atual, 7% declararam que podem mudar de candidato e 5% não souberam ou não responderam.

    O levantamento foi realizado após o ministro André Mendonça retirar o sigilo de um relatório da Polícia Federal com mensagens entre o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e um número atribuído ao ministro Alexandre de Moraes. Na semana passada, uma sessão extraordinária convocada pelo presidente da Corte, Edson Fachin, para tratar do assunto terminou sem decisão em meio a discussões entre ministros.

    A Quaest ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 17 e 20 de setembro, em pesquisa encomendada pela Globo e pelo jornal O Globo. O estudo tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, nível de confiança de 95% e registro BR-06004/2026.

    Com informações de G1 — Globo.