Tag: Eduardo Bolsonaro

  • Ministro diz que Flávio Bolsonaro tenta se blindar de tarifas dos EUA

    Ministro diz que Flávio Bolsonaro tenta se blindar de tarifas dos EUA

    O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, afirmou nesta sexta-feira (3/7) que a viagem do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aos Estados Unidos busca evitar desgaste eleitoral diante de possíveis novas tarifas americanas contra o Brasil.

    Flávio Bolsonaro deve participar na próxima semana de uma audiência em Washington sobre a investigação da seção 301 da Lei de Comércio dos Estados Unidos. O processo recomenda a taxação de produtos brasileiros exportados ao mercado americano em pelo menos 25%.

    Rosa responsabilizou o senador, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro e o ex-presidente Jair Bolsonaro por eventuais sanções comerciais. O ministro declarou que a atuação de Flávio é ineficaz para o processo de negociação e pouco sincera do ponto de vista político.

    O governo brasileiro enviou a Washington uma proposta com diretrizes para tentar impedir as sobretaxas ou adiar a decisão final. Pontos como exigências de alterações no funcionamento do Pix permanecem fora de qualquer negociação.

    Caso as tarifas sejam confirmadas, o governo federal planeja mitigar as perdas dos setores atingidos por meio do programa Brasil Soberano e com o auxílio de agências oficiais na diversificação de mercados.

    Com informações de BBC News Brasil.

    Foto: Carlos Moura/Agência Senado | Licença: Creative Commons Attribution-ShareAlike | Acervo Byfotos: 01a05f0c-d408-7164-8474-046e38deaa6c

  • Datafolha: 52% veem tarifaço de Trump como apoio a Flávio Bolsonaro

    Datafolha: 52% veem tarifaço de Trump como apoio a Flávio Bolsonaro

    Pesquisa Datafolha aponta que 52% dos brasileiros acreditam que o tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, busca fortalecer a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República.

    O levantamento divulgado nesta segunda-feira (27) mostra que 37% não veem relação entre as sobretaxas e uma tentativa de beneficiar o parlamentar. Outros 11% não souberam opinar.

    A percepção muda conforme a preferência política dos entrevistados. Entre eleitores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, 73% veem intenção eleitoral de Trump, taxa que recua para 29% entre apoiadores de Flávio Bolsonaro.

    Sobre as saídas para o impasse, 74% dos entrevistados defendem negociações diplomáticas como prioridade para o Brasil. Apenas 17% apoiam retaliações a produtos norte-americanos e 2% consideram que o país deve aceitar as tarifas sem reagir.

    Na distribuição de responsabilidades pela punição comercial, 35% citam Lula e 28% apontam Trump. Os irmãos Flávio e Eduardo Bolsonaro somam 23% das menções, sendo 13% para o senador e 10% para o ex-deputado. Para 51%, Lula fez menos do que podia para evitar o tarifaço.

    O Datafolha ouviu 2.004 pessoas com mais de 16 anos nos dias 22 e 23 de julho em todas as regiões do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com registro no Tribunal Superior Eleitoral sob o código BR-01166/2026.

    Com informações de TVT News (ex-Rede Brasil Atual).

    Foto: Ton Molina/Agência Senado | Licença: Creative Commons Attribution-ShareAlike | Acervo Byfotos: 01a05f43-b337-7013-a9ed-09f0dde1552c

  • Lula lidera todos os cenários para a Presidência, diz Genial/Quaest

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva venceria todos os adversários testados nas simulações de primeiro e segundo turno da eleição presidencial, aponta pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta segunda-feira.

    Nas projeções de segundo turno, o cantor Gusttavo Lima surge como o concorrente mais competitivo da oposição, com 35% das intenções de voto contra 41% de Lula. O atual presidente também supera Tarcísio de Freitas por 43% a 34%, além de marcar 44% contra 34% diante de Pablo Marçal e de Eduardo Bolsonaro.

    No primeiro turno, Lula oscila entre 28% e 33% da preferência nos quatro cenários apurados. Tarcísio registra 13%, enquanto Gusttavo Lima pontua entre 12% e 18% a depender dos concorrentes incluídos no teste.

    Na consulta espontânea, quando nenhum nome é apresentado, 78% dos entrevistados afirmam não saber em quem votar. Lula e o ex-presidente Jair Bolsonaro aparecem empatados com 9% das citações cada, seguidos por Gusttavo Lima com 1%.

    O levantamento também mediu a rejeição dos cotados e registrou os maiores índices contra o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, com 56%, e Eduardo Bolsonaro, com 55%. Lula é conhecido e rejeitado por 49%, ante 47% de potencial de voto, enquanto Jair Bolsonaro tem 53% de rejeição e 41% de apoio declarado.

    A Quaest ouviu 4.500 eleitores de forma presencial entre 23 e 26 de janeiro. A margem de erro do levantamento é de um ponto percentual para mais ou para menos.

    Com informações de Quaest.

  • Lula diz que Trump age como imperador e ameaça retaliação comercial

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta segunda-feira (21) que o líder norte-americano Donald Trump “age como imperador” e advertiu que o Brasil pode aplicar medidas de reciprocidade se as negociações tarifárias fracassarem.

    Em entrevista à CNN nos Estados Unidos, onde participa da Assembleia Geral da ONU, o petista declarou que tentará negociar a redução do tarifaço de até 37,5% imposto contra exportações brasileiras.

    Lula ressaltou que o Brasil mantém déficit comercial com Washington e chamou as sobretaxas de injustas. Se o diálogo não avançar, o governo estuda recorrer à Lei de Reciprocidade aprovada no Congresso para taxar itens de interesse dos norte-americanos.

    O presidente também classificou como grave a intervenção militar dos Estados Unidos na Venezuela após a captura de Nicolás Maduro em janeiro. Lula defendeu que a presidente interina Delcy Rodríguez convoque eleições imediatas para restaurar a soberania do país vizinho.

    Sobre o pleito brasileiro marcado para 4 de outubro, Lula acusou o deputado Eduardo Bolsonaro de atuar contra o país no exterior e manifestou preocupação com suspeitas de interferência estrangeira na disputa.

    Com informações de G1 — Globo.

  • Ibovespa desacelera alta e opera aos 185,7 mil pontos

    O Ibovespa desacelerou o ritmo de valorização nesta segunda-feira (21) e opera aos 185.767,83 pontos, com alta de 0,29%.

    Em Nova York, os principais índices de Wall Street registram ganhos, sustentados pelo alívio nas cotações do petróleo e pelo recuo nos rendimentos dos Treasuries.

    O humor externo positivo também reflete a expectativa dos investidores em relação ao andamento das negociações entre os Estados Unidos e o Irã.

    Com informações de Money Times.

  • Ibovespa sobe 0,29% aos 185 mil pontos com apoio de Wall Street

    O Ibovespa opera em alta de 0,29% nesta segunda-feira (21), aos 185.767,83 pontos, acompanhando o desempenho positivo das bolsas internacionais em dia de alívio no mercado externo.

    Em Nova York, os principais índices de Wall Street sobem diante da queda nos rendimentos dos títulos do Tesouro norte-americano e do recuo nas cotações do petróleo.

    O cenário externo também reflete a expectativa de estabilidade comercial entre Estados Unidos e China. O representante comercial norte-americano, Jamieson Greer, indicou que Washington e Pequim podem estender a trégua tarifária por um período de três a seis meses.

    Com informações de Money Times.

  • Ibovespa sobe 0,29% e opera aos 185,7 mil pontos

    O Ibovespa registrou desaceleração no ritmo de alta nesta segunda-feira (21), ao atingir os 185.767,83 pontos, com valorização de 0,29%.

    Em Wall Street, os principais índices operaram em alta no pregão da manhã, impulsionados pelo alívio nas cotações internacionais do petróleo e pela queda nos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasuries.

    No cenário comercial global, o representante de comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, classificou as conversas recentes com a China como “positivas e construtivas”. O representante indicou a possibilidade de prorrogar a trégua comercial entre os dois países por um período de três a seis meses.

    No setor corporativo doméstico, a JBS anunciou a criação da Genu-in Solutions, voltada a alimentos e bebidas proteicos, de olho em um mercado estimado em US$ 101 bilhões. Já a Embraer renovou acordo do Programa Pool com a Japan Airlines para manutenção e suporte à frota de 32 jatos E170 e E190.

    Com informações de Money Times.

  • Ibovespa sobe 0,29% aos 185 mil pontos com apoio do exterior

    O Ibovespa opera em alta de 0,29% nesta segunda-feira (21), aos 185.767,83 pontos, acompanhando o desempenho positivo das bolsas no exterior.

    Em Wall Street, os principais índices avançam com o alívio nos preços do petróleo e o recuo nos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, além de expectativas sobre as conversas entre autoridades norte-americanas e o Irã. O representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, afirmou que as negociações com a China foram construtivas e apontou a possibilidade de prorrogar a trégua comercial entre os dois países por três a seis meses.

    No cenário corporativo brasileiro, a JBS anunciou a criação da Genu-in Solutions para disputar o mercado global de produtos proteicos, estimado em US$ 101 bilhões. A Embraer renovou o contrato de suporte e manutenção para a frota de 32 aeronaves da Japan Airlines, enquanto o Banco Safra rebaixou a recomendação das ações da Ânima para neutro e manteve a Cogna como principal escolha no setor educacional.

    No campo institucional, o Ministério da Justiça oficializou no Diário Oficial da União a demissão do ex-deputado Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal por abandono de função. O dia também marca o fim do prazo para o ministro André Mendonça apresentar manifestação sobre acusações feitas pelo ministro Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal.

    Com informações de Money Times.

  • Ministério da Justiça demite Eduardo Bolsonaro da Polícia Federal

    O Ministério da Justiça demitiu o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal por abandono de cargo. A decisão saiu publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (21).

    A punição decorre de um processo administrativo disciplinar que constatou faltas injustificadas por mais de 30 dias seguidos. Conforme a portaria, a medida teve como base a Lei nº 15.047, de 2024, que regulamenta as sanções para casos de abandono funcional.

    O ex-parlamentar integrava o quadro de servidores da corporação e estava formalmente afastado da atividade para cumprir mandato eletivo na Câmara dos Deputados.

    Com informações de Money Times.

  • TSE manda Eduardo Bolsonaro apagar postagens falsas sobre urnas

    O ministro Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ordenou que o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro exclua de seus perfis na internet postagens enganosas sobre as urnas eletrônicas.

    Assinada na última segunda-feira (31) e tornada pública nesta quarta-feira (2), a medida fixa prazo de 24 horas para o cumprimento. O magistrado proibiu ainda o ex-parlamentar de veicular novos conteúdos falsos contra o sistema de votação.

    O pedido partiu da Federação Brasil da Esperança, integrada por PT, PCdoB e PV, após a replicação de mensagens que vinculavam indevidamente a empresa venezuelana Starmatic às urnas do Brasil. A alegação circula desde 2020 e já foi desmentida pela Justiça Eleitoral, pois a empresa jamais forneceu equipamentos ao país.

    Ao conceder a liminar, o ministro afirmou que o conteúdo pode induzir os eleitores ao erro antes da propaganda eleitoral. Segundo Nunes Marques, a postagem estimula uma “percepção de insegurança quanto ao sistema eletrônico de votação, fundada em alegação já conclusivamente afastada”.

    Eduardo Bolsonaro perdeu o mandato na Câmara dos Deputados por excesso de faltas após se mudar para os Estados Unidos no ano passado. Em junho deste ano, o Supremo Tribunal Federal o condenou a quatro anos e dois meses de prisão em regime semiaberto pelo crime de coação no curso do processo, em ação relacionada às exportações brasileiras.