Tag: Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)

  • Fiocruz cobra foco em desigualdades nas propostas para eleições 2026

    A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) defendeu nesta sexta-feira (25/9) a inclusão do combate às desigualdades no centro dos planos de governo para as eleições de 2026, por meio de uma carta aberta.

    O posicionamento faz parte do quarto ponto entre os sete compromissos elaborados pela instituição para orientar eleitores, candidaturas e equipes de formulação de programas eleitorais.

    A entidade propõe medidas contra o racismo estrutural e institucional nas políticas públicas, além de ações voltadas à inclusão, acolhimento e empregabilidade de pessoas com deficiência.

    O documento também cobra o combate a violências e a articulação direta da saúde com áreas como educação, assistência social, segurança pública, habitação e trabalho para reduzir disparidades sociais, territoriais e de gênero.

    Com informações de Agencia Fiocruz de Noticias.

  • BNDES premia projeto de vacina de RNA da Fiocruz

    O projeto de desenvolvimento de vacinas de RNA da Fiocruz foi premiado nesta quinta-feira (24/9) pelo BNDES como uma das iniciativas mais emblemáticas da história do banco, em solenidade realizada no Rio de Janeiro.

    A iniciativa “Fronteiras da biotecnologia e soberania em saúde: o Brasil entra na era do RNA” foi a escolhida para representar a década de 2020. A seleção ocorreu por meio de votação interna que reuniu mais de 1.200 empregados da instituição financeira.

    Durante o evento, o presidente da Fiocruz, Mario Moreira, ressaltou que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o início dos ensaios clínicos da vacina de RNA mensageiro contra Covid-19 criada pela fundação. Trata-se do primeiro imunizante com essa tecnologia produzido em território nacional.

    “O objetivo é desenvolver esta plataforma tecnológica no Brasil, dado o seu potencial para enfrentar diversos desafios na área da saúde”, afirmou Moreira ao receber a homenagem.

    O financiamento viabilizou a criação de uma estrutura nacional que poderá ser adaptada para outras demandas do sistema de saúde. A plataforma em desenvolvimento tem potencial de aplicação contra zika, influenza e HIV, além de terapias voltadas a doenças raras e ao tratamento de câncer.

    A eleição interna avaliou cerca de 50 ações implementadas nos 74 anos de atuação do BNDES. A disputa destacou marcos em infraestrutura, indústria, meio ambiente e saúde pública.

    Na categoria dos anos 2020, o projeto da Fiocruz concorreu com outras oito iniciativas de destaque, incluindo a restauração do Museu Nacional, o programa Sertão Vivo, a concessão da Cedae e o Complexo Eólico Rio do Vento.

    A cerimônia foi aberta pelo presidente do BNDES, Aloizio Mercadante. O evento também premiou projetos históricos de outras décadas, como a criação da Eletrobras, a Usina Hidrelétrica de Itaipu, o Instituto Butantan, a Embraer e o Fundo Amazônia.

    Com informações de Agencia Fiocruz de Noticias.

  • INCA e Fiocruz lançam estudo sobre cirurgia no Brasil em 2050

    O Instituto Nacional de Câncer e a Fundação Oswaldo Cruz lançam no dia 2 de outubro a publicação “A Cirurgia no Brasil em 2050”. O evento começa às 8h no Auditório da Coordenação de Pesquisa, no Centro do Rio de Janeiro.

    O texto integra o capítulo “Saúde no Brasil em 2050, Uma Prospecção Estratégica do Sistema de Saúde Brasileiro” e divulga resultados de estudos do Projeto Saúde Amanhã. A iniciativa analisa projeções para a área em um horizonte móvel de 20 anos.

    A programação de lançamento inclui palestras sobre o cenário do sistema de saúde, realidade aumentada e realidade estendida, além do futuro da cirurgia robótica, da endoscopia e da nanoendoscopia. Especialistas e pesquisadores das duas instituições e de universidades apresentarão os temas durante a manhã.

    O encontro termina com um debate entre chefes de serviços cirúrgicos e professores da Universidade Federal do Rio de Janeiro, da Universidade Federal Fluminense, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

    Com informações de Noticias do INCA (Instituto Nacional de Cancer).

  • Fiocruz debate reforma da governança da saúde global na ONU

    A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) participou na segunda-feira (21/9), em Nova York, do lançamento do relatório do Painel de Alto Nível sobre a Reforma da Arquitetura e Governança da Saúde Global (HLP-GHAG).

    O documento apresenta dez recomendações voltadas à soberania sanitária e faz um balanço do primeiro ano do Accra Reset, iniciativa internacional liderada por chefes de Estado com foco prioritário na área da saúde. O evento ocorreu em paralelo à Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).

    A vice-presidente de Produção e Inovação da Fiocruz e copresidente do painel, Priscila Ferraz, chefiou os trabalhos dedicados à soberania em saúde. O diagnóstico engloba as etapas de inovação, regulação, produção, aquisição e distribuição de insumos.

    O colegiado independente reuniu 23 especialistas incumbidos de apontar gargalos estruturais no setor. O encontro contou com a presença do diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, e do presidente de Gana e do Conselho do Accra Reset, John Dramani Mahama.

    A lista de diretrizes inclui a criação de pactos nacionais integrados com plano e orçamento unificados, o fortalecimento de instituições regionais e a reforma de entidades globais de saúde. O relatório também defende produção farmacêutica regional, poder de compra compartilhado, foco em bens públicos globais e manutenção de serviços durante crises.

    A proposta busca reverter a dependência externa de nações do Sul Global. No continente africano, mais de 70% dos medicamentos, mais de 90% dos dispositivos médicos e mais de 99% das vacinas consumidas continuam sendo importados.

    O arranjo do Accra Reset opera por meio de três braços interligados. Enquanto o painel técnico define os pontos de reforma e o grupo consultivo monitora a adesão internacional, um mecanismo facilitador converte compromissos políticos em projetos de investimento executáveis em ciclos de 24 meses.

    Com informações de Agencia Fiocruz de Noticias.

  • Brasil e México debatem aliança estratégica na área da saúde

    O Ministério da Saúde defendeu nesta quarta-feira (23/9), na Cidade do México, uma integração estratégica com o México para fortalecer a produção científica, tecnológica e industrial de saúde na América Latina.

    A proposta busca ampliar a autonomia sanitária regional e diminuir a dependência de produtos externos. A posição foi apresentada pela secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (SCTIE), Fernanda De Negri, em encontro com representantes dos setores público e privado locais.

    A secretária fez parte da delegação chefiada pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Segundo De Negri, a cooperação técnica e regulatória é necessária para que as duas nações deixem de atuar apenas como consumidoras de insumos com preços elevados fixados por países mais ricos.

    De Negri apontou que o envelhecimento populacional aumenta os gastos globais com tratamentos, enquanto a pandemia mostrou o risco do desabastecimento de itens básicos. “O fortalecimento do setor produtivo não se resume apenas ao desenvolvimento e à geração de empregos”, afirmou a secretária.

    A missão brasileira reuniu representantes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Integrantes de entidades empresariais dos ramos farmacêutico, farmoquímico e de equipamentos médicos também integraram o grupo.

    Com informações de Noticias do Ministerio da Saude.

  • Brasil coopera com México na produção de vacinas de mRNA e no SUS

    O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, liderou uma comitiva brasileira no México nesta terça-feira (22/9) para avançar na cooperação para produção de vacinas com tecnologia de RNA mensageiro e compartilhar a experiência do SUS.

    O governo mexicano planeja estruturar um sistema universal de saúde para cerca de 133 milhões de habitantes. Quando concluído, o projeto formará a segunda maior rede pública de atendimento do mundo, atrás apenas do SUS.

    A comitiva visitou as instalações da farmacêutica estatal mexicana Birmex na Cidade do México. A instituição mantém parceria com a Fiocruz desde agosto de 2025 para intercâmbio científico e autonomia na fabricação de imunizantes.

    Na plataforma de RNA mensageiro, a Fiocruz desenvolveu uma vacina contra a Covid-19 liberada pela Anvisa para testes clínicos de reforço. A instituição brasileira também realiza estudos para criar imunizantes contra leishmaniose e tuberculose na mesma estrutura.

    O encontro tratou ainda da parceria regulatória entre a Anvisa e a agência mexicana Cofepris. A intenção é agilizar a liberação e o registro de medicamentos no México com base nas avaliações sanitárias feitas no Brasil.

    Com informações de Agencia Fiocruz de Noticias.

  • Brasil e México negociam parceria para produzir vacinas de mRNA

    O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, reuniu-se nesta terça-feira (22) com representantes da farmacêutica estatal mexicana Birmex, na Cidade do México, para discutir a criação de plataformas bilaterais de produção e pesquisa de vacinas com tecnologia de RNA mensageiro.

    O plano dá andamento a um acordo firmado em agosto de 2025 entre a Fiocruz, a Birmex e o Ministério da Saúde do México. A iniciativa estabelece intercâmbio entre pesquisadores, capacitação profissional, visitas técnicas e busca de financiamento conjunto para projetos clínicos e industriais.

    No Brasil, o Ministério da Saúde destina R$ 210 milhões para o avanço da tecnologia de mRNA em laboratórios públicos. Os recursos atendem a Fiocruz, o Instituto Butantan e o Centro de Competência em Vacinas da UFMG (CTV-RNA).

    A Fiocruz desenvolve uma vacina contra a Covid-19 autorizada pela Anvisa para estudos clínicos como dose de reforço, além de pesquisas contra leishmaniose e tuberculose. No Instituto Butantan, os valores financiam uma fábrica voltada a imunizantes contra Covid-19 e raiva, enquanto a UFMG elabora fórmulas para dengue, malária, doença de Chagas, gripe e imunoterapia oncológica.

    Com informações de Noticias do Ministerio da Saude.