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  • BC vai restringir oferta predatória de crédito de forma gradual

    O Banco Central planeja limitar a oferta predatória de crédito no país por meio de medidas graduais, afirmou o presidente da autarquia, Gabriel Galípolo, nesta quinta-feira (24/9).

    Durante entrevista sobre o Relatório de Política Monetária, Galípolo explicou que a autoridade monetária pretende coibir opções caras contratadas por clientes que desconhecem os riscos atrelados ou que poderiam acessar condições mais adequadas.

    Segundo o presidente do BC, as ações não serão anunciadas em bloco único e alcançarão diversas modalidades de empréstimo, sem foco exclusivo no cartão de crédito. O plano envolve reforçar regras já previstas e avaliar referências internacionais.

    Galípolo também declarou que a instituição mantém postura cautelosa na leitura de indicadores para não provocar oscilações no mercado. Ele ressaltou que momentos de incerteza exigem humildade na avaliação dos dados e na condução das decisões.

    Com informações de Tribuna do Agreste.

  • Galípolo diz que corte da Selic depende da evolução dos dados

    O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou nesta quinta-feira (24/9) que a precificação do mercado sobre eventuais cortes na Selic acompanha os novos dados econômicos e que autoridades monetárias globais operam sob essa mesma dependência.

    A avaliação foi apresentada durante entrevista coletiva sobre o Relatório de Política Monetária (RPM). Na ocasião, Galípolo apontou a indexação e a inércia inflacionária decorrente dela como fatores que explicam por que o Brasil mantém historicamente juros superiores aos de outros países.

    O chefe da autoridade monetária declarou ainda que o órgão prepara o anúncio de medidas macroprudenciais desvinculadas do ciclo econômico corrente. A meta das travas é conter o superendividamento de famílias que recorrem ao crédito emergencial para cobrir despesas básicas.

    Em relação ao reajuste de 15% no Bolsa Família, Galípolo informou que o impacto só entrará nas projeções oficiais do Banco Central de modo gradual, a partir do momento em que a alteração estiver aprovada e em vigor.

    Com informações de Tribuna do Agreste.

  • Haddad nega contato com Vorcaro e cobra abertura de dados do Master

    O candidato do PT ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, negou nesta segunda-feira (14) ter mantido contato ou recebido repasses financeiros de Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master.

    Em entrevista ao vivo ao telejornal SP1, da TV Globo, Haddad cobrou a divulgação pública de relatórios e documentos das investigações sobre a instituição financeira antes da votação.

    O caso envolve apurações da Polícia Federal e do Conselho de Controle de Atividades Financeiras sobre transações do ex-banqueiro, além de debates no Supremo Tribunal Federal a respeito do fim do sigilo dos autos. Durante a transmissão, o petista afirmou que Vorcaro direcionou recursos a campanhas de adversários políticos.

    Haddad também expressou insatisfação com o patamar dos juros no país e criticou a gestão da política monetária por Gabriel Galípolo à frente do Banco Central. Ele ressaltou que, embora tenha indicado o economista durante sua passagem pelo Ministério da Fazenda no governo Lula, o dirigente tem mandato próprio e a autarquia atua com autonomia.

    Com informações de TVT News (ex-Rede Brasil Atual).

  • Rejeição a Haddad sobe para 58% no mercado financeiro, diz Quaest

    A desaprovação ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, saltou para 58% no mercado financeiro, enquanto o governo Lula mantém 88% de avaliação negativa, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (20/3).

    O levantamento feito em parceria com a Genial Investimentos mostra que a aprovação a Haddad caiu de 41% para 10%. Em contraste, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, reúne 45% de avaliação positiva e apenas 8% de rejeição.

    O pessimismo domina o quadro macroeconômico, com 83% dos gestores esperando piora nos próximos 12 meses e 58% prevendo recessão em 2025. Os fundos projetam inflação acumulada de 6,01%, taxa Selic em 14,73% e câmbio a R$ 5,96 ao final do ano.

    Na articulação política, 98% avaliam que a reforma ministerial não trará governabilidade, e 90% consideram um erro a escolha de Gleisi Hoffmann para a Secretaria de Relações Institucionais.

    Sobre a eleição de 2026, 66% dos entrevistados preveem derrota de Lula caso dispute a reeleição. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, é apontado por 93% como o nome com maior chance de vencer a esquerda.

    Com informações de Quaest.