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  • Ministro diz que Flávio Bolsonaro tenta se blindar de tarifas dos EUA

    Ministro diz que Flávio Bolsonaro tenta se blindar de tarifas dos EUA

    O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, afirmou nesta sexta-feira (3/7) que a viagem do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aos Estados Unidos busca evitar desgaste eleitoral diante de possíveis novas tarifas americanas contra o Brasil.

    Flávio Bolsonaro deve participar na próxima semana de uma audiência em Washington sobre a investigação da seção 301 da Lei de Comércio dos Estados Unidos. O processo recomenda a taxação de produtos brasileiros exportados ao mercado americano em pelo menos 25%.

    Rosa responsabilizou o senador, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro e o ex-presidente Jair Bolsonaro por eventuais sanções comerciais. O ministro declarou que a atuação de Flávio é ineficaz para o processo de negociação e pouco sincera do ponto de vista político.

    O governo brasileiro enviou a Washington uma proposta com diretrizes para tentar impedir as sobretaxas ou adiar a decisão final. Pontos como exigências de alterações no funcionamento do Pix permanecem fora de qualquer negociação.

    Caso as tarifas sejam confirmadas, o governo federal planeja mitigar as perdas dos setores atingidos por meio do programa Brasil Soberano e com o auxílio de agências oficiais na diversificação de mercados.

    Com informações de BBC News Brasil.

    Foto: Carlos Moura/Agência Senado | Licença: Creative Commons Attribution-ShareAlike | Acervo Byfotos: 01a05f0c-d408-7164-8474-046e38deaa6c

  • Lula aponta inflação média de 4,5% e defende avanços na economia

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu os resultados econômicos do país e afirmou que a inflação média de seu atual mandato está em 4,5%, em entrevista à TV Record neste domingo (23).

    Na comparação apresentada pelo presidente, a taxa média acumulada na gestão anterior ficou em 6,2%. Lula destacou ainda que a alta nos preços dos alimentos soma 13,6% desde 2023, contra 56% registrados nos quatro anos do governo passado.

    O mercado de trabalho também entrou no balanço do presidente, com a taxa de desemprego em 5,1% em dezembro de 2025, o menor nível da série histórica. Lula citou a criação de 10,6 milhões de vagas formais, contingente que inclui carteiras assinadas no setor privado e servidores públicos.

    Sobre o Produto Interno Bruto, a estimativa apresentada para o crescimento econômico médio é de 2,8% ao ano, ante 1,4% do período anterior. O presidente ressaltou os aumentos reais consecutivos do salário mínimo, mas apontou os juros altos como obstáculo ao orçamento das famílias.

    Com informações de TVT News (ex-Rede Brasil Atual).

  • Datafolha: Lula tem 38% no 1º turno e Flávio Bolsonaro soma 33%

    O Instituto Datafolha divulgou nesta quinta-feira (3) pesquisa que mostra o presidente Lula na liderança da disputa eleitoral com 38% das intenções de voto no primeiro turno, seguido por Flávio Bolsonaro, com 33%.

    Augusto Cury (Avante) avançou seis pontos percentuais e ocupa o terceiro lugar isolado com 8%. Em seguida aparecem Ronaldo Caiado (PSD), com 4%, Renan Santos (Missão), com 3%, e Romeu Zema (Novo), com 2%. Samara (UP) e Edmilson Costa (PCB) têm 1% cada.

    Em cenário de segundo turno entre os dois primeiros colocados, Lula marca 46% contra 44% de Flávio Bolsonaro. O resultado configura empate técnico no limite da margem de erro.

    O instituto também mediu a rejeição aos concorrentes: 47% dos eleitores afirmam que não votariam em Flávio Bolsonaro e 45% dizem o mesmo sobre Lula. A taxa é de 16% para Zema, 15% para Renan, 13% para Caiado e 9% para Cury.

    A administração do presidente Lula é classificada como ruim ou péssima por 42% do eleitorado. O grupo que considera a gestão ótima ou boa soma 31%, enquanto 25% a avaliam como regular.

    O Datafolha entrevistou 2.002 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 1º e 3 de setembro. Registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o código BR-03669/2026, o levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%.

    Com informações de TVT News (ex-Rede Brasil Atual).

  • Quaest: aprovação de Lula vai a 44% e rejeição fica em 50%

    Quaest: aprovação de Lula vai a 44% e rejeição fica em 50%

    A aprovação da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva oscilou para 44%, enquanto a desaprovação continuou em 50%, segundo pesquisa do instituto Quaest divulgada nesta segunda-feira (21).

    A variação de um ponto percentual no índice positivo ocorreu dentro da margem de erro, calculada em dois pontos para mais ou para menos. Com isso, a distância nominal entre a avaliação negativa e a positiva recuou de sete para seis pontos percentuais.

    Encomendado pela Globo e pelo jornal O Globo, o levantamento ouviu 2.004 pessoas a partir de 16 anos entre 17 e 20 de setembro. A pesquisa tem nível de confiança de 95% e conta com registro na Justiça Eleitoral sob o número BR-06004/2026.

    Com informações de Brasil 247.

    Foto: Marina Ramos/Câmara dos Deputados | Licença: Credito Obrigatorio | Acervo Byfotos: 019fcee2-50fd-709a-a93f-9f50762e0f76

  • Governo Lula tem avaliação negativa em todas as áreas, diz Ipsos-Ipec

    A avaliação negativa do governo de Luiz Inácio Lula da Silva supera a aprovação em todas as áreas de atuação testadas pela pesquisa Ipsos-Ipec, divulgada nesta segunda-feira (21).

    O controle e corte de gastos públicos lidera a rejeição, com 54% dos eleitores classificando o desempenho como ruim ou péssimo. Apenas 24% consideram a gestão no setor ótima ou boa, enquanto 19% a apontam como regular e 4% não responderam.

    O combate à inflação e a segurança pública aparecem em seguida, ambos com 51% de reprovação e 25% de menções positivas. Na área de inflação, 20% avaliaram o trabalho como regular e 3% não opinaram, enquanto na segurança foram 22% de índice regular e 2% de abstenção.

    A educação atingiu a menor margem de diferença, somando 35% de avaliações ótimas ou boas contra 41% de ruins ou péssimas, além de 21% regulares. Já o combate à fome e à pobreza registrou 34% de aprovação, 43% de reprovação e 22% de menções regulares.

    O levantamento ouviu 2.000 eleitores presencialmente em 130 municípios brasileiros, entre os dias 9 e 13 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

    Com informações de CNN Brasil.

  • Governo Lula é desaprovado em todas as áreas, diz Ipsos/Ipec

    A gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva acumula mais avaliações negativas do que positivas em todas as áreas pesquisadas, segundo levantamento Ipsos/Ipec divulgado nesta segunda-feira (21).

    No quadro geral, a administração federal é considerada ruim ou péssima por 43% dos entrevistados, enquanto 33% a classificam como ótima ou boa. Outros 23% avaliam o governo como regular.

    O controle dos gastos públicos lidera a desaprovação setorial, com 54% de respostas ruins ou péssimas e 24% de menções ótimas ou boas. O combate à inflação e a segurança pública aparecem em seguida, ambos com 51% de reprovação contra 25% de aprovação.

    A educação registrou o índice positivo mais alto, com 35% de ótimo ou bom, embora 41% considerem o setor ruim ou péssimo. No combate à fome e à pobreza, a taxa favorável ficou em 34%, frente a 43% de respostas desfavoráveis.

    Em relação à sondagem anterior de junho, a avaliação negativa cresceu cinco pontos percentuais nas áreas de combate ao desemprego, meio ambiente e política externa. Em contrapartida, o índice de ótimo ou bom no controle de gastos públicos subiu quatro pontos percentuais.

    O levantamento realizou 2.000 entrevistas presenciais em 130 municípios entre 9 e 13 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.

    Com informações de Jornal de Brasília.