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  • Datafolha no DF: Celina Leão tem 27% de ótimo e bom e 30% de ruim

    Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (24) mostra que 27% dos eleitores do Distrito Federal avaliam a gestão da governadora Celina Leão (PP) como ótima ou boa, enquanto 30% a consideram ruim ou péssima.

    O levantamento aponta que 38% dos entrevistados classificam a administração distrital como regular, e 5% não souberam responder. Na sondagem anterior, a taxa de ótimo e bom chegava a 33%, a avaliação regular somava 37%, a reprovação ficava em 26%, e os indecisos representavam 4%.

    Na medição específica sobre a atuação de Celina Leão no cargo de governadora, 53% dos eleitores aprovam o seu trabalho, ao passo que 39% desaprovam. Outros 9% não souberam opinar. Na pesquisa passada, a aprovação pessoal marcava 55%, a desaprovação era de 37% e o índice de sem resposta somava 8%.

    Celina Leão tomou posse como chefe do Executivo distrital em março deste ano. Vice-governadora eleita, ela assumiu o mandato após Ibaneis Rocha (MDB) renunciar para concorrer a uma vaga no Senado, candidatura da qual desistiu posteriormente.

    O instituto Datafolha entrevistou 910 pessoas entre os dias 22 e 24 de setembro, sob contratação da Globo e do jornal Folha de S.Paulo. O estudo tem margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. Os registros na Justiça Eleitoral são DF-01888/2026 e BR-06769/2026.

    Com informações de G1 (Globo) – Distrito Federal.

  • Celina Leão descarta romper com Ibaneis, mas admite afastamento

    A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), afirmou que não fala com o antecessor Ibaneis Rocha (MDB) desde maio, mas descartou um rompimento formal entre os dois.

    A declaração foi dada em entrevista ao programa Política em Minutos. Celina disse que não teve mais contato presencial nem trocou mensagens por telefone com o ex-governador após o atrito público ocorrido nas redes sociais no fim de maio.

    Naquele episódio, Ibaneis declarou decepção com a sucessora e citou um realinhamento de posições. Em resposta na ocasião, a governadora rebateu afirmando que sucessão não representa submissão.

    Apesar do distanciamento, Celina declarou manter o respeito pelo antecessor e elogiou o conjunto de obras deixado pela gestão anterior. Contudo, ela apontou dificuldades herdadas na área econômica e na condução do BRB.

    “Acho que não tem necessidade de um rompimento”, afirmou a governadora ao avaliar o cenário político. Ela acrescentou que Ibaneis tem um perfil mais fechado e não atua como uma liderança política tradicional.

    Com informações de PlatôBR.

  • Pesquisa aponta empate de 43,2% na aprovação de Celina Leão

    A aprovação e a desaprovação do governo de Celina Leão empataram em 43,2% no Distrito Federal, aponta a quarta rodada da pesquisa Correio/Opinião Inteligência Política.

    O resultado indica queda na aprovação, que registrava 48,4% no levantamento divulgado em 3 de setembro. Na mesma comparação, a desaprovação subiu de 38,6% para 43,2%. Outros 11,1% dos entrevistados não souberam opinar e 2,5% não responderam.

    Na avaliação detalhada, 7,3% classificam a gestão como ótima, 19,7% como boa e 30,7% como regular. O índice dos que reprovam reúne 7,6% de menções ruim e 26,5% de péssimo, enquanto 8,2% não souberam responder.

    A pesquisa ouviu presencialmente 1.132 eleitores com 16 anos ou mais em 31 regiões administrativas, entre 17 e 19 de setembro de 2026. O levantamento tem margem de erro de 3,1 pontos percentuais, índice de confiança de 95% e registro no Tribunal Superior Eleitoral sob o número DF-03622/2026.

    Com informações de Correio Braziliense.

  • Sindhobar-DF defende negociar escala 6×1 por acordo coletivo

    O presidente do Sindhobar-DF, Jael Antônio da Silva, defendeu que a mudança na escala de trabalho 6×1 ocorra por meio de convenção coletiva, e não por lei geral uniforme para todas as categorias.

    Silva afirmou que a proposta em discussão pode elevar a folha de pagamento dos estabelecimentos entre 10% e 12%. O dirigente apontou que a redução de jornada exigiria contratações adicionais em um segmento que atua à noite, aos fins de semana e feriados, o que resultaria em repasse para os preços.

    O dirigente também relatou um cenário financeiro delicado no Distrito Federal, no qual cerca de 35% a 40% dos empresários enfrentam endividamento. Além da carga de impostos e da escassez de mão de obra para preencher vagas, Silva declarou que 3 mil bares e restaurantes fecharam as portas no DF entre janeiro e julho.

    Com informações de Foco Nacional.