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  • Lula aponta inflação média de 4,5% e defende avanços na economia

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu os resultados econômicos do país e afirmou que a inflação média de seu atual mandato está em 4,5%, em entrevista à TV Record neste domingo (23).

    Na comparação apresentada pelo presidente, a taxa média acumulada na gestão anterior ficou em 6,2%. Lula destacou ainda que a alta nos preços dos alimentos soma 13,6% desde 2023, contra 56% registrados nos quatro anos do governo passado.

    O mercado de trabalho também entrou no balanço do presidente, com a taxa de desemprego em 5,1% em dezembro de 2025, o menor nível da série histórica. Lula citou a criação de 10,6 milhões de vagas formais, contingente que inclui carteiras assinadas no setor privado e servidores públicos.

    Sobre o Produto Interno Bruto, a estimativa apresentada para o crescimento econômico médio é de 2,8% ao ano, ante 1,4% do período anterior. O presidente ressaltou os aumentos reais consecutivos do salário mínimo, mas apontou os juros altos como obstáculo ao orçamento das famílias.

    Com informações de TVT News (ex-Rede Brasil Atual).

  • Fazenda reduz projeção do PIB de 2026 para 2% e de 2027 para 2,3%

    O Ministério da Fazenda reduziu a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2026 de 2,3% para 2,0% nesta terça-feira (22/9). A estimativa para a alta da atividade econômica em 2027 caiu de 2,5% para 2,3%.

    A Secretaria de Política Econômica (SPE) atribuiu a revisão aos efeitos do nível restritivo das taxas de juros no país. Os números fazem parte do Boletim Macrofiscal, documento utilizado pelo governo para orientar a execução do orçamento federal.

    O órgão informou que ajustou os parâmetros para contemplar uma taxa Selic média mais alta, “incorporando um ciclo de flexibilização marginalmente mais gradual do que o previsto”.

    Para a inflação medida pelo IPCA, o ministério diminuiu a previsão de 2026 de 5,1% para 4,9%. Já a taxa esperada para 2027 subiu de 3,6% para 3,8%, patamar dentro do intervalo da meta contínua de 3%, que oscila de 1,5% a 4,5%.

    Com informações de InfoMoney.