A conselheira Andréa Cunha Esmeraldo defendeu a cooperação institucional e a troca de experiências para fortalecer os Juizados Especiais, durante evento promovido pelo Tribunal de Justiça do Espírito Santo na sexta-feira (18/9).
Supervisora da política de Aprimoramento do Sistema dos Juizados Especiais no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ela apontou que o setor enfrenta impactos causados pela excessiva litigiosidade e por ações repetitivas e de massa.
Durante o II Fórum Estadual dos Juizados Especiais (Foestajes), Esmeraldo citou como modelo a implantação de um Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) voltado à Saúde na corte capixaba. A conselheira também esteve na inauguração da unidade e reuniu-se com magistrados locais e com a presidência do tribunal.
Criados há 30 anos para acelerar litígios de menor complexidade, os juizados têm ações coordenadas pelo Comitê Nacional dos Juizados Especiais (Conaje), ligado ao CNJ. A estrutura trabalha no mapeamento de demandas abusivas.
Com informações de Agencia CNJ de Noticias.