O candidato a vice-governador do Distrito Federal Luiz Pitiman (PSD) defendeu nesta terça-feira (22/9) a validade jurídica da chapa encabeçada por José Roberto Arruda (PSD) para o Palácio do Buriti nas eleições de 2026.
A coligação recorreu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra a decisão do TRE-DF que barrou o registro. Segundo a defesa, a inelegibilidade de Arruda expirou em junho com base nas regras atualizadas da Lei da Ficha Limpa.
Na área fiscal, Pitiman alertou para uma crise orçamentária de quase R$ 30 bilhões no governo local. Para equilibrar as contas, a chapa planeja reduzir as secretarias de Estado de 37 para 18 e diminuir o volume de cargos comissionados no Executivo.
O plano de contenção prevê enxugar 350 postos na Vice-Governadoria e cortar despesas com veículos oficiais e viagens. Pitiman também apontou a urgência de estancar rombos no BRB, na Fazenda e no Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal (Iprev).
O candidato criticou ainda a lentidão em obras estruturais, como a unidade oncológica da capital. “Viabilizei R$ 220 milhões para essa obra em 2014 e ela está parada com 2% de execução física”, afirmou durante a sabatina.
Com informações de Correio Braziliense.