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  • Papa Leão XIV encerra viagem à França com apelo por paz na Europa

    O papa Leão XIV encerrou sua viagem de quatro dias à França nesta segunda-feira (28/9) com um apelo pela paz na Europa e um alerta contra a corrida armamentista, durante missa em Metz.

    Diante de 35 mil fiéis reunidos na catedral gótica da cidade e nas ruas vizinhas, o pontífice pediu diálogo nas negociações internacionais e defendeu o acolhimento de migrantes e o multilateralismo.

    “É preciso comprometer-se com um diálogo paciente, mostrar audácia na negociação e estarmos dispostos a sacrificar algumas posições pelo bem maior da paz”, declarou o papa.

    No mesmo município, o presidente francês Emmanuel Macron discursou contra o avanço dos nacionalismos, em meio ao crescimento de partidos de extrema direita antes das eleições de 2027.

    Nos dias anteriores da visita, o pontífice criticou o uso da inteligência artificial e a eutanásia em Paris, além de prometer combater abusos sexuais na Igreja durante passagem por Lourdes.

    Durante a celebração em Metz, integrantes da organização opositora venezuelana ConVzla entregaram uma carta ao pontífice pedindo orações pelos presos de seu país natal.

    Segundo dados divulgados pelo Vaticano, a viagem mobilizou mais de 1,3 milhão de pessoas na França. Em novembro, o papa visitará Uruguai, Argentina e Peru.

    Com informações de Folha PE.

  • Papa Leão XIV alerta contra rearmamento e defende paz na Europa

    O papa Leão XIV cobrou nesta segunda-feira (28) concessões diplomáticas para garantir a paz na Europa e fez um alerta contra o aumento de gastos bélicos, durante pronunciamento na cidade de Metz, na França.

    No encerramento de sua visita ao país, o pontífice pediu respeito ao direito internacional e defendeu o multilateralismo diante de tensões globais. Ele criticou a corrida armamentista entre os países e chamou a guerra atual no continente de “massacre inútil”.

    O líder católico também apelou para que as nações acolham refugiados e migrantes como integrantes da própria família. Segundo Leão XIV, o cenário internacional vive uma degradação de valores em que imperam a mentira e a desconfiança mútua.

    A escolha de Metz remete ao berço de Robert Schuman, um dos fundadores da União Europeia, em uma região historicamente disputada por franceses e alemães. O papa lembrou o passado bélico europeu ao citar que o próprio pai desembarcou na Normandia durante a Segunda Guerra Mundial.

    Antes do pronunciamento papal, o presidente francês, Emmanuel Macron, discursou contra o avanço dos nacionalismos e defendeu a união do bloco. O Palácio do Eliseu convidou chefes de Estado dos 27 países da União Europeia, mas apenas autoridades de Luxemburgo e a presidente da região alemã do Sarre, Anke Rehlinger, compareceram.

    A viagem apostólica de Leão XIV à França incluiu passagens por Paris e pelo santuário de Lourdes, reunindo 1,3 milhão de fiéis, de acordo com o Vaticano. As declarações ocorrem a sete meses da eleição presidencial francesa, marcada pela ascensão de discursos contrários à imigração.

    Com informações de Folha PE.

  • Papa Leão XIV alerta contra rearmamento e defende paz em Metz

    O papa Leão XIV defendeu a paz na Europa e alertou contra a corrida armamentista nesta segunda-feira (28), em Metz, no encerramento de sua viagem à França.

    Durante o discurso, o pontífice pediu concessões diplomáticas nas negociações internacionais e classificou o conflito no continente como um massacre inútil que faz vítimas civis diariamente.

    Leão XIV também rejeitou a expansão militar e criticou a deterioração das relações globais. “O direito internacional e o multilateralismo são o melhor antídoto contra a vontade de dominação”, declarou o papa.

    Na cidade natal de Robert Schuman, um dos fundadores da União Europeia, o líder católico cobrou a integração de migrantes e refugiados.

    O presidente francês, Emmanuel Macron, falou antes do pontífice e pediu a rejeição ao isolamento e ao nacionalismo. Apesar do convite enviado aos governantes dos 27 países da União Europeia, compareceram apenas representantes de Luxemburgo e a presidente da região alemã do Sarre, Anke Rehlinger.

    A passagem do pontífice acontece a sete meses da eleição presidencial francesa. A viagem oficial se encerra com missa e cortejo após reunir 1,3 milhão de fiéis nas etapas anteriores em Paris e Lourdes, segundo o Vaticano.

    Com informações de Jornal de Brasília.