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  • Datafolha: Benedita lidera para o Senado no RJ com 19%

    Datafolha: Benedita lidera para o Senado no RJ com 19%

    Benedita da Silva (PT) lidera a disputa pelo Senado no Rio de Janeiro com 19% das intenções de voto no levantamento estimulado do Datafolha divulgado nesta quinta-feira (24/9). Carlos Jordy (PL) e Carlos Portinho (PL) aparecem empatados logo depois, com 12% cada.

    A margem de erro de três pontos percentuais coloca Jordy e Portinho em empate técnico com Pedro Paulo (PSD), que marca 9%. Nesse mesmo grupo entram Marcelo Crivella (Republicanos), com 7%, e Monica Benicio (PSOL), com 6%.

    Na sequência da sondagem estimulada estão Waguinho (Republicanos), com 3%, e Marcos Dias (Pode), com 2%. Luciano Mattos (PRTB), Helio Secco (Missão), Paula Falcão (PSTU) e Michelly Xavier (UP) somam 1% cada, enquanto Luiz Eugenio (PCO), Vinicius Benevides (UP) e Ó Clemente (Democrata) registraram 0%. Votos brancos, nulos ou em nenhum somam 13%, e indecisos são 12%.

    Na consulta espontânea, na qual os concorrentes não são apresentados ao eleitor, 56% continuam indefinidos. Benedita alcança 12% das menções espontâneas, Jordy tem 5%, Portinho e Pedro Paulo registram 4% cada, e Crivella e Monica Benicio pontuam com 2% cada.

    O levantamento foi contratado pela Globo e pela Folha de S.Paulo e ouviu 1.204 eleitores de 22 a 24 de setembro. A pesquisa tem nível de confiança de 95% e foi registrada na Justiça Eleitoral sob o protocolo RJ-02205/2026.

    Com informações de G1 — Globo.

    Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados | Licença: Credito Obrigatorio

  • Debate ao Senado pelo RJ reúne oito candidatos e tem falas checadas

    Candidatos ao Senado pelo Rio de Janeiro participaram de dois debates nesta terça-feira (22). Oito concorrentes confrontaram propostas e declarações em encontros transmitidos ao vivo na internet.

    Os confrontos reuniram Benedita da Silva (PT), Carlos Jordy (PL), Carlos Portinho (PL), Marcelo Crivella (Republicanos), Marcos Dias (Podemos), Monica Benicio (PSOL), Pedro Paulo (PSD) e Waguinho (Republicanos). A mediação foi do jornalista Edimilson Ávila.

    As regras de participação exigiram representação mínima de cinco parlamentares no Congresso Nacional ou alcance de ao menos 5% nas intenções de voto em pesquisas recentes dos institutos Quaest ou Datafolha. O primeiro debate reuniu quatro nomes pela manhã e o segundo grupo se apresentou no turno da tarde.

    Declarações feitas durante os blocos passaram por checagem. Benedita da Silva citou corretamente a sobrecarga feminina, amparada em dados do IBGE que mostram mulheres dedicando cerca de 9,6 horas semanais a mais que homens aos afazeres e cuidados.

    A petista cometeu imprecisão, contudo, ao afirmar que cortes no orçamento partem apenas do Congresso. O diretor do Instituto Fiscal Independente, Marcus Pestana, esclareceu que “o Executivo pode promover cortes temporários do orçamento, por meio de contingenciamentos e bloqueios”, formalizados por decreto presidencial.

    Carlos Jordy acertou ao mencionar a marca de aproximadamente 600 mil jovens fluminenses fora do mercado de trabalho e da escola. O parlamentar errou o contexto histórico ao atribuir a legalização das apostas de quota fixa à atual gestão federal, visto que a lei sobre o tema foi sancionada em 2018 pelo então presidente Michel Temer.

    Carlos Portinho comprovou o repasse de R$ 6 milhões via emenda parlamentar para unidade de saúde oftalmológica em Barra do Piraí, com pagamento efetuado em maio de 2026. Por outro lado, a afirmação do candidato de que o Supremo Tribunal Federal proibiu a atuação policial em bairros por meio da ADPF 635 é falsa.

    Com informações de G1 — Globo.