Tag: Palácio do Planalto

  • Lula tem 41% e Flávio 37% no 1º turno, diz Real Time Big Data

    Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta quinta-feira (24/9) aponta o presidente Lula com 49% de potencial de voto para a eleição presidencial de 2026, enquanto o senador Flávio Bolsonaro atinge 47%.

    Na simulação de primeiro turno, Lula lidera com 41% das intenções de voto contra 37% de Flávio Bolsonaro. O resultado ultrapassa numericamente a margem de erro de dois pontos percentuais.

    No cenário de segundo turno entre os dois concorrentes, Flávio Bolsonaro soma 45% e Lula registra 44%. Pela margem de erro, o quadro indica empate técnico.

    O potencial de 49% de Lula é composto por 30% de entrevistados que afirmam votar nele com certeza e 19% que dizem poder votar. Já o índice de 47% de Flávio reúne 24% de certeza no voto e 23% que admitem apoiá-lo.

    O levantamento ouviu 2.000 pessoas entre os dias 19 e 23 de setembro. O estudo está registrado na Justiça Eleitoral sob o número BR-04202/2026.

    Com informações de Diário do Centro do Mundo (DCM).

  • Lula debate cenário automotivo com ANFAVEA no Palácio do Planalto

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu nesta terça-feira (14/7) com a cúpula da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (ANFAVEA), no Palácio do Planalto, para avaliar o cenário da indústria automotiva no país.

    A entidade apresentou a estimativa de alcançar 3 milhões de veículos emplacados em 2026. O patamar não é registrado pelo mercado brasileiro desde 2014.

    O setor automotivo soma mais de 1,3 milhão de postos de trabalho diretos e indiretos no país, segundo os números levados ao governo pelo presidente da associação, Igor Calvet. O encontro também marcou os 70 anos da entidade e o marco de 100 milhões de veículos fabricados no Brasil desde 1956.

    Governo e empresários discutiram ainda o impacto de políticas públicas industriais e planos para ampliar exportações rumo à América Latina e ao continente africano.

    Participaram da reunião o vice-presidente Geraldo Alckmin e os ministros Miriam Belchior (Casa Civil), Dario Durigan (Fazenda), Márcio Elias Rosa (Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços) e Alexandre Silveira (Minas e Energia).

    Com informações de TVT News (ex-Rede Brasil Atual).

  • Jornalista Sônia Carneiro morre aos 74 anos em Brasília

    A jornalista Sônia Carneiro morreu neste domingo (20), aos 74 anos. Conhecida como Soninha, ela atuou por mais de cinco décadas na cobertura dos bastidores do poder em Brasília.

    Ao longo de 32 anos no Jornal do Brasil e na Rádio Jornal do Brasil, entre 1971 e 2003, Soninha exerceu funções de repórter e chefia. Como setorista do Palácio do Planalto e do Congresso Nacional, cobriu as Diretas Já, a Assembleia Nacional Constituinte, a CPI de PC Farias e o impeachment de Fernando Collor.

    O trabalho durante a crise do governo Collor rendeu à jornalista o Prêmio Imprensa Estrangeira em 1992, concedido pela Associação dos Correspondentes de Imprensa Estrangeira no Brasil (ACIE).

    Após deixar a imprensa diária, Soninha trabalhou durante 24 anos com Jaques Wagner e integrava a equipe do gabinete do senador.

    Sobrinha da condessa Pereira Carneiro e irmã da desembargadora Gilda Sigmaringa Seixas, ela morava na 203 Sul, em Brasília. Sônia deixa dois filhos, netos e quatro irmãos.

    O sepultamento está marcado para terça-feira (22), na capital federal.

    Com informações de Jornal de Brasília.

  • Jornalista Sônia Carneiro morre aos 74 anos em Brasília

    A jornalista Sônia Carneiro morreu aos 74 anos neste domingo (20), em Brasília. Ela acumulou mais de cinco décadas de carreira e se destacou na cobertura dos bastidores políticos da capital federal.

    Com início de trajetória em 1971, Sônia trabalhou por 32 anos no sistema Jornal do Brasil até 2003. Ao longo desse período, exerceu cargos de repórter, chefe de reportagem e diretora da Rádio Jornal do Brasil em Brasília.

    No acompanhamento do Palácio do Planalto e do Congresso Nacional, a repórter registrou eventos históricos como a campanha das Diretas Já, a Assembleia Nacional Constituinte, a CPI de PC Farias e o impeachment de Fernando Collor. O trabalho rendeu a ela o Prêmio Imprensa Estrangeira, concedido em 1992 pela Associação dos Correspondentes de Imprensa Estrangeira no Brasil (ACIE).

    Sônia deixa os filhos Terence Zveiter e Danniel Zveiter. A família não divulgou detalhes sobre velório e sepultamento.

    Com informações de Brasil 247.