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  • Quaest aponta seis candidatos empatados para o Senado no Paraná

    Pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (24/9) aponta um empate técnico entre seis candidatos na disputa pelas duas vagas ao Senado pelo Paraná.

    O levantamento encomendado pela RPC mostra que 58% dos eleitores consideram a escolha de voto definitiva. Outros 42% declararam que ainda podem mudar de opção até o dia da votação, marcada para 4 de outubro.

    A pesquisa ouviu 804 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 20 e 23 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com índice de confiança de 95% e registro na Justiça Eleitoral sob o número PR-02802/2026.

    Com informações de Metrópoles.

  • TRF4 libera R$ 649 milhões em RPVs para saque a partir de outubro

    O Tribunal Regional Federal da 4ª Região libera a partir de 1º de outubro de 2026 o saque de R$ 649.356.208,90 em Requisições de Pequeno Valor autuadas em agosto. Os recursos foram autorizados pelo Conselho da Justiça Federal.

    A maior parte do montante, que chega a R$ 556.024.496,63, quita ações previdenciárias e assistenciais, incluindo revisões de aposentadorias, pensões e auxílios-doença. Esse segmento atende 41.699 credores distribuídos em 29.117 processos.

    Na divisão regional, o Rio Grande do Sul concentra R$ 260.111.119,82 para 29.952 pessoas. O Paraná recebe R$ 221.178.468,75 destinados a 22.267 beneficiários, enquanto Santa Catarina soma R$ 168.066.620,33 para 17.492 credores.

    Os saques presenciais ocorrem nas agências da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil. A retirada também pode ser efetuada por transferência bancária, com regras específicas para ações de varas federais e processos de competência delegada na Justiça estadual.

    Com informações de Noticias TRF4.

  • Curitiba é a capital do país que mais recebe migrantes

    Curitiba lidera o acolhimento de migrantes entre todas as capitais brasileiras. No cenário estadual, o Paraná ocupa a terceira colocação no país, atrás somente de São Paulo e Roraima.

    Os dados foram destacados pelo superintendente-geral de Governança Migratória do Paraná, Gil Souza, ao avaliar os desafios da integração desses moradores. O gestor pontuou que o fluxo migratório atende a demandas urgentes de mão de obra em setores econômicos locais.

    A regularização documental permanece como um dos principais gargalos para os recém-chegados, especialmente nos trâmites do Registro Nacional Migratório emitido pela Polícia Federal. Souza defendeu o atendimento em diferentes idiomas para agilizar o processo e combater a desinformação sobre a disputa de postos de trabalho.

    O perfil migratório no estado reúne diferentes fases recentes, desde a entrada de haitianos entre 2010 e 2015 e de venezuelanos de 2018 a 2021 até o fluxo atual de cubanos. No caso dos venezuelanos, o Paraná simplificou recentemente as regras para o casamento civil ao retirar a exigência da certidão de nascimento original atualizada.

    A gestão estadual também atua em parceria com organismos internacionais, como a Agência da ONU para Refugiados (Acnur) e a Organização Internacional para as Migrações (OIM), na estruturação de políticas públicas de suporte e acolhida.

    Com informações de ALEP Noticias.