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  • Infiltrações em condomínios podem exigir reforço estrutural

    Fissuras e infiltrações em condomínios exigem avaliação técnica imediata para evitar danos estruturais graves. O alerta foi feito pela engenheira civil Ana Cláudia de Jesus durante entrevista ao programa Cidades e Condomínios Podcast.

    Segundo a especialista, vazamentos contínuos ultrapassam o prejuízo estético e corroem a armação metálica das construções. O avanço da umidade pode exigir obras pesadas de reforço na edificação.

    Ana Cláudia destacou que a falha mais frequente ocorre logo no diagnóstico das avarias. De acordo com a engenheira, síndicos costumam recorrer a trabalhadores sem habilitação técnica, o que atrasa a solução definitiva.

    “Uma simples fissura, uma simples infiltração, já é um grande sinal, porque o problema está todo ali dentro”, afirmou Ana Cláudia. Para ela, o cuidado predial deve seguir a lógica da manutenção preventiva feita em veículos.

    A engenheira advertiu ainda que pintar paredes manchadas ou tampar rachaduras não elimina a causa do problema. Ela reforçou que laudos técnicos elaborados por especialistas garantem respaldo jurídico e financeiro para a administração.

    Presidente da FEAG-DF e diretora no Clube de Engenharia de Brasília, Ana Cláudia também relatou enfrentar preconceito de gênero no setor e incentivou a presença de mulheres na profissão.

    Com informações de Foco Nacional.

  • Sindhobar-DF defende negociar escala 6×1 por acordo coletivo

    O presidente do Sindhobar-DF, Jael Antônio da Silva, defendeu que a mudança na escala de trabalho 6×1 ocorra por meio de convenção coletiva, e não por lei geral uniforme para todas as categorias.

    Silva afirmou que a proposta em discussão pode elevar a folha de pagamento dos estabelecimentos entre 10% e 12%. O dirigente apontou que a redução de jornada exigiria contratações adicionais em um segmento que atua à noite, aos fins de semana e feriados, o que resultaria em repasse para os preços.

    O dirigente também relatou um cenário financeiro delicado no Distrito Federal, no qual cerca de 35% a 40% dos empresários enfrentam endividamento. Além da carga de impostos e da escassez de mão de obra para preencher vagas, Silva declarou que 3 mil bares e restaurantes fecharam as portas no DF entre janeiro e julho.

    Com informações de Foco Nacional.