Tag: Programa Bolsa Família

  • Datafolha: Lula tem 40% e Flávio Bolsonaro soma 36% no 1º turno

    Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (24/09) aponta o presidente Lula (PT) com 40% das intenções de voto no primeiro turno da eleição presidencial, contra 36% do senador Flávio Bolsonaro (PL).

    Na simulação de segundo turno, Lula soma 47% e Flávio Bolsonaro atinge 45%. Na pesquisa de uma semana antes, o presidente aparecia com 46% contra 44% do senador.

    No cenário de primeiro turno, Augusto Cury (Avante) tem 5%, Ronaldo Caiado (PSD) aparece com 4% e Renan Santos (Missão) registra 3%. Romeu Zema (Novo) e Samara Martins (UP) pontuam com 1% cada. Votos brancos e nulos chegam a 5%, enquanto 2% não souberam ou não quiseram responder.

    No índice de rejeição, Lula e Flávio Bolsonaro empatam com 45% dos entrevistados que não votariam neles de jeito nenhum, percentual que era de 47% para ambos na semana passada. Renan Santos registra 15% de recusa, Zema tem 14% e Caiado marca 13%. Rui Costa Pimenta (PCO) e Samara Martins têm 9% cada, enquanto Cury e Edmilson Costa (PCB) somam 8%.

    O levantamento foi realizado na última semana antes da votação, período em que os dois principais candidatos intensificaram apelos ao voto útil. A rodada também coincide com o anúncio de reajuste de 15% no Bolsa Família para outubro e com o debate em torno de menções ao Supremo Tribunal Federal, ao Banco Master e a relações de Flávio Bolsonaro com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

    Encomendada pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo, a pesquisa ouviu 2.002 eleitores de terça-feira (22/09) a esta quinta-feira (24/09). O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número BR-00304/2026, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

    Com informações de Opera Mundi.

  • Governo reduz contenção no Orçamento de 2026 para R$ 16,1 bi

    O governo federal reduziu a contenção de gastos do Orçamento de 2026 para R$ 16,1 bilhões nesta quinta-feira (24/9). O valor representa um recuo de R$ 1,9 bilhão frente aos R$ 17,9 bilhões registrados no terceiro bimestre.

    O ajuste consta no Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias do quarto bimestre. Os dados apontam uma divisão da trava em R$ 2,4 bilhões de bloqueio e R$ 13,6 bilhões de contingenciamento, após todo o montante de julho estar sob bloqueio.

    A queda no bloqueio ocorreu após a projeção de gastos sujeitos ao teto do Regime Fiscal Sustentável diminuir R$ 15,5 bilhões. A maior redução veio dos benefícios da Previdência, que recuaram R$ 11,5 bilhões diante de ganhos de eficiência nas análises do INSS.

    As despesas com pessoal e encargos caíram R$ 4,1 bilhões, o BPC/LOAS recuou R$ 1,8 bilhão e os repasses a subsídios, subvenções e Proagro tiveram baixa de R$ 1,1 bilhão. Já os gastos obrigatórios com controle de fluxo subiram R$ 3,1 bilhões, número que já absorve o impacto de R$ 5,8 bilhões do reajuste de 15% do Bolsa Família.

    O contingenciamento de R$ 13,6 bilhões foi adotado para assegurar o piso da meta de resultado primário, fixada em déficit zero. A conta inclui R$ 10 bilhões em créditos abertos no período recente e antecipa R$ 5 bilhões em crédito extraordinário para subsídio ao óleo diesel.

    Apesar da folga aberta de R$ 1,9 bilhão, os ministérios não receberão os valores de forma imediata. A equipe econômica decidiu reter a quantia como reserva para eventuais despesas emergenciais até a próxima revisão bimestral.

    Com informações de Notícias do Ministério da Fazenda.

  • Galípolo diz que corte da Selic depende da evolução dos dados

    O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou nesta quinta-feira (24/9) que a precificação do mercado sobre eventuais cortes na Selic acompanha os novos dados econômicos e que autoridades monetárias globais operam sob essa mesma dependência.

    A avaliação foi apresentada durante entrevista coletiva sobre o Relatório de Política Monetária (RPM). Na ocasião, Galípolo apontou a indexação e a inércia inflacionária decorrente dela como fatores que explicam por que o Brasil mantém historicamente juros superiores aos de outros países.

    O chefe da autoridade monetária declarou ainda que o órgão prepara o anúncio de medidas macroprudenciais desvinculadas do ciclo econômico corrente. A meta das travas é conter o superendividamento de famílias que recorrem ao crédito emergencial para cobrir despesas básicas.

    Em relação ao reajuste de 15% no Bolsa Família, Galípolo informou que o impacto só entrará nas projeções oficiais do Banco Central de modo gradual, a partir do momento em que a alteração estiver aprovada e em vigor.

    Com informações de Tribuna do Agreste.

  • Datafolha divulga nova pesquisa para presidente às 18h45

    O instituto Datafolha divulga nova pesquisa de intenção de voto para presidente a partir das 18h45 desta quinta-feira (24/9). Os números serão apresentados em transmissão ao vivo da Folha de S.Paulo.

    A coleta das entrevistas ocorreu entre terça-feira (22) e esta quinta-feira. O levantamento é o primeiro do instituto a captar integralmente o anúncio do reajuste de 15% no Bolsa Família feito pelo governo federal.

    Na rodada anterior, divulgada no dia 17, Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro estavam em situação de empate técnico no primeiro turno. O petista marcava 39% das intenções de voto, contra 36% do senador. No cenário de segundo turno, Lula registrava 46% e Flávio somava 44%.

    Financiada pelos grupos Folha e Globo, a pesquisa teve custo de R$ 307.641,60. O trabalho de campo utilizou abordagem presencial em locais de fluxo populacional.

    Com informações de Money Times.

  • Lula lidera com 42% e Flávio tem 33% para 2026, aponta BTG-Nexus

    Lula lidera com 42% e Flávio tem 33% para 2026, aponta BTG-Nexus

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera as intenções de voto para a eleição presidencial de 2026 com 42% no primeiro turno, contra 33% do senador Flávio Bolsonaro, aponta a pesquisa BTG-Nexus divulgada nesta segunda-feira (27).

    Em um eventual segundo turno entre os dois, o petista soma 47% contra 43% do parlamentar. A diferença de quatro pontos percentuais configura empate técnico no limite da margem de erro. Votos brancos e nulos chegam a 9%, e 1% não soube responder.

    A pesquisa também simulou outros três confrontos diretos na etapa final. Lula atinge 46% a 42% contra Romeu Zema, 45% a 43% diante de Ronaldo Caiado e 47% a 39% contra Renan Santos.

    No primeiro turno estimulado, Ronaldo Caiado marca 6%, Renan Santos tem 5% e Romeu Zema registra 3%. Augusto Cury soma 2% e Cabo Daciolo tem 1%. Brancos e nulos são 6%, enquanto 2% não sabem ou não responderam.

    Na modalidade espontânea, quando os nomes não são apresentados, Lula registra 28% e Flávio Bolsonaro tem 16%. O índice de eleitores indecisos ou que não responderam alcança 44%.

    O levantamento ouviu 2.004 eleitores entre os dias 24 e 26 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com 95% de intervalo de confiança e registro no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-01489/2026.

    Com informações de TVT News (ex-Rede Brasil Atual).

    Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil | Licença: Creative Commons Attribution 3.0 Brasil | Acervo Byfotos: 01a00b95-0d6e-74b7-97b6-210be3fed4c2

  • Quaest: Lula tem 56% e Flávio 30% entre quem recebe Bolsa Família

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera o segundo turno com 56% das intenções de voto entre beneficiários do Bolsa Família, contra 30% de Flávio Bolsonaro, aponta pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (21).

    Na comparação com o levantamento anterior, a pontuação do petista recuou de 58% para 56%, enquanto o senador do PL cresceu de 27% para 30% no mesmo grupo.

    Entre as mulheres, Lula alcançou 44% da preferência para a segunda etapa da eleição, enquanto Flávio marcou 37%, uma diferença de sete pontos percentuais a favor do presidente.

    O levantamento mostra ainda que 59% dos beneficiários do programa social temem o retorno da família Bolsonaro ao Planalto. Por outro lado, o receio da permanência do atual mandatário no cargo atinge 29% desse público.

    A Quaest ouviu 2.004 eleitores presencialmente entre os dias 17 e 20 de setembro, em pesquisa contratada pela TV Globo e pelo jornal O Globo. A margem de erro geral é de dois pontos percentuais, com registro no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-06004/2026.

    Com informações de InfoMoney.

  • Quaest: medo de volta da família Bolsonaro sobe no Bolsa Família

    O medo da volta da família Bolsonaro ao poder cresceu entre beneficiários do Bolsa Família e atingiu 59%, segundo pesquisa Quaest divulgada após o anúncio do reajuste de 15% no programa social.

    O receio de uma vitória do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nesse grupo subiu de 56% para 59% desde 14 de setembro, enquanto o temor de reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva caiu de 34% para 29%. Em 7 de setembro, o receio da volta dos Bolsonaro somava 51%.

    Entre os eleitores que não recebem o Bolsa Família, o quadro se inverte. O temor da continuidade de Lula varia entre 46% e 47%, enquanto o medo de Flávio oscilou de 39% para 37%, dentro da margem de erro.

    O levantamento registrou também maior engajamento dos beneficiários, com a fatia de pessoas que se declaram muito interessadas na disputa saltando de 25% para 35% na segunda-feira (21). Na intenção de voto espontânea do segmento, a preferência por Lula avançou de 37% para 42%.

    Apesar do movimento no grupo atendido pelo programa, o cenário geral mostra empate numérico entre Lula e Flávio Bolsonaro no primeiro turno pela primeira vez na campanha, com estabilidade nas projeções de segundo turno.

    Com informações de Tribuna do Agreste.

  • Patrus Ananias propõe rever R$ 20 bi em isenções fiscais em MG

    O candidato ao governo de Minas Gerais Patrus Ananias afirmou que pretende revisar mais de R$ 20 bilhões em isenções fiscais concedidas pelo estado. A meta declarada é reorganizar as contas públicas e assegurar recursos para serviços essenciais.

    As declarações ocorreram em entrevista ao programa Nocaute, com o jornalista Fernando Morais. O ex-ministro e ex-prefeito de Belo Horizonte defendeu que o reordenamento fiscal precisa priorizar os investimentos em saúde, educação e programas sociais.

    Na negociação da dívida do estado com a União, Patrus disse que pretende dialogar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O objetivo é evitar que o pagamento dos débitos financeiros comprometa as despesas operacionais do governo mineiro.

    O plano para a saúde inclui a conclusão de obras de unidades pendentes e a redução do tempo de espera por consultas, exames e internações no Sistema Único de Saúde (SUS). Na área social, o candidato estabeleceu a erradicação da fome em Minas Gerais como compromisso central de gestão.

    Para a economia, Patrus propôs incentivar a industrialização no próprio estado de matérias-primas como lítio, nióbio e terras raras. Na segurança pública, defendeu atuação coordenada com o governo federal contra organizações criminosas e roubos urbanos.

    Com informações de Brasil 247.

  • Quaest divulga pesquisa presidencial após reajuste no Bolsa Família

    O instituto Quaest divulga na noite desta segunda-feira (21) uma nova pesquisa de intenção de voto para a Presidência da República.

    O levantamento avalia o impacto eleitoral do reajuste de 15% anunciado para o Bolsa Família e afere os reflexos da crise no Supremo Tribunal Federal envolvendo o ministro Alexandre de Moraes.

    A sondagem ouviu 2.004 eleitores entre os dias 17 e 20 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com registro BR-06004/2026.

    Além da disputa pelo Palácio do Planalto, o questionário inclui perguntas sobre a percepção da economia, a aprovação do governo federal e as apurações ligadas ao Banco Master.

    Na rodada anterior, publicada em 14 de setembro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva liderava o primeiro turno com 36%, seguido por Flávio Bolsonaro com 31%. Em um eventual segundo turno entre ambos, o senador marcava 42% contra 40% do petista.

    Com informações de InfoMoney.

  • Lula atinge 64% entre eleitores do Bolsa Família, diz BTG/Nexus

    Lula atinge 64% entre eleitores do Bolsa Família, diz BTG/Nexus

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva alcançou 64% das intenções de voto no primeiro turno entre eleitores ligados ao Bolsa Família, aponta pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (21).

    O índice contempla beneficiários diretos e pessoas que moram com quem recebe o auxílio. No início de setembro, a pontuação do petista nesse mesmo grupo era de 51%.

    No quadro geral de primeiro turno, Lula marca 40% contra 37% do senador Flávio Bolsonaro, o que configura empate técnico. Votos em branco e nulo somam 7%, enquanto 1% não soube responder.

    Nas outras simulações, Lula empata com Ronaldo Caiado em 45% e registra 44% contra 43% de Cury. O levantamento ouviu 2.006 eleitores no país, tem margem de erro de dois pontos percentuais e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-00485/2026.

    Com informações de Diário do Centro do Mundo (DCM).

    Foto: Marina Ramos/Câmara dos Deputados | Licença: Credito Obrigatorio | Acervo Byfotos: 019fcee2-50fd-709a-a93f-9f50762e0f76