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  • Morre a jornalista política Sônia Carneiro, aos 74 anos

    A jornalista Sônia Carneiro, conhecida como Soninha, morreu aos 74 anos. Repórter com longa trajetória na cobertura política de Brasília, ela atuava na capital federal desde 1971, com passagens marcantes pela Rádio Jornal do Brasil no Palácio do Planalto e no Congresso Nacional.

    Conhecida pelas perguntas diretas a presidentes e ministros, Soninha cobriu os bastidores da ditadura militar e do processo de redemocratização do país. Durante o governo do general João Baptista Figueiredo, arrancou do então presidente a confirmação sobre a recusa em realizar prévias eleitorais no PDS para a sucessão de 1985.

    Na mesma época, questionou em entrevista coletiva o general Rubem Ludwig, então chefe do Gabinete Militar da Presidência, sobre boatos de movimentação de tropas no Rio de Janeiro diante da resistência militar à abertura democrática.

    Durante a presidência de Fernando Collor, a repórter também protagonizou um momento marcante ao vivo ao questionar o chefe do Executivo sobre seu estado de saúde e perda de peso.

    Com informações de Metrópoles.

  • Jornalista Sônia Carneiro morre aos 74 anos em Brasília

    A jornalista Sônia Carneiro morreu neste domingo (20), aos 74 anos. Conhecida como Soninha, ela atuou por mais de cinco décadas na cobertura dos bastidores do poder em Brasília.

    Ao longo de 32 anos no Jornal do Brasil e na Rádio Jornal do Brasil, entre 1971 e 2003, Soninha exerceu funções de repórter e chefia. Como setorista do Palácio do Planalto e do Congresso Nacional, cobriu as Diretas Já, a Assembleia Nacional Constituinte, a CPI de PC Farias e o impeachment de Fernando Collor.

    O trabalho durante a crise do governo Collor rendeu à jornalista o Prêmio Imprensa Estrangeira em 1992, concedido pela Associação dos Correspondentes de Imprensa Estrangeira no Brasil (ACIE).

    Após deixar a imprensa diária, Soninha trabalhou durante 24 anos com Jaques Wagner e integrava a equipe do gabinete do senador.

    Sobrinha da condessa Pereira Carneiro e irmã da desembargadora Gilda Sigmaringa Seixas, ela morava na 203 Sul, em Brasília. Sônia deixa dois filhos, netos e quatro irmãos.

    O sepultamento está marcado para terça-feira (22), na capital federal.

    Com informações de Jornal de Brasília.