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  • CBSoft na USP reúne 900 pessoas e debate impacto da IA no software

    O avanço da inteligência artificial e os impactos no desenvolvimento de sistemas dominaram as discussões do Congresso Brasileiro de Software: Teoria e Prática (CBSoft’26), sediado no Instituto de Matemática, Estatística e Ciência da Computação da Universidade de São Paulo (IME-USP).

    O encontro reuniu cerca de 900 participantes de 25 estados e pesquisadores estrangeiros entre os dias 8 e 11 de setembro, no campus do Butantã. Ao todo, a edição teve mais de 370 artigos científicos apresentados.

    A disseminação de modelos capazes de gerar trechos extensos de código altera a rotina da programação. O diretor do IME, Roberto Marcondes Cesar Junior, afirmou que o profissional passa a atuar como um maestro que conduz agentes automatizados, o que exige atenção redobrada sobre qualidade, manutenção e segurança.

    Para o professor e organizador do evento Fábio Kon, a comunidade científica precisa monitorar criticamente as transformações tecnológicas. O pesquisador ressaltou a importância de priorizar o controle humano diante da expansão das ferramentas automatizadas na engenharia de software.

    O congresso também abordou a cooperação entre universidades e empresas de tecnologia, com a presença de representantes da indústria e de centros internacionais, como o instituto francês Inria.

    Com informações de Jornal da USP.

  • Congresso na USP discute avanço da inteligência artificial no software

    Pesquisadores e profissionais debateram o avanço da inteligência artificial no desenvolvimento de sistemas durante o CBSoft’26, sediado no Instituto de Matemática, Estatística e Ciência da Computação da Universidade de São Paulo, no campus Butantã.

    O evento reuniu cerca de 900 participantes de 25 estados e do exterior entre 8 e 11 de setembro. A programação teve mais de 370 artigos científicos apresentados, número que fez desta a maior edição do congresso.

    Com a expansão de ferramentas capazes de gerar trechos de código, a função dos desenvolvedores mudou. Segundo o diretor do IME, Roberto Marcondes Cesar Junior, o profissional passa a atuar como um maestro que conduz agentes de inteligência artificial encarregados de programar.

    O professor Fábio Kon apontou a necessidade de a comunidade científica acompanhar os efeitos da tecnologia, mantendo o ser humano no centro das decisões. A discussão incluiu parâmetros de segurança, manutenção, responsabilidade e controle de qualidade dos produtos criados por máquinas.

    O encontro tratou ainda da aproximação entre universidades e empresas de tecnologia e da troca com pesquisadores internacionais, como Roberto Di Cosmo, do instituto francês Inria e criador do projeto Software Heritage.

    Com informações de Jornal da USP.