Tag: Selic

  • Galípolo diz que corte da Selic depende da evolução dos dados

    O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou nesta quinta-feira (24/9) que a precificação do mercado sobre eventuais cortes na Selic acompanha os novos dados econômicos e que autoridades monetárias globais operam sob essa mesma dependência.

    A avaliação foi apresentada durante entrevista coletiva sobre o Relatório de Política Monetária (RPM). Na ocasião, Galípolo apontou a indexação e a inércia inflacionária decorrente dela como fatores que explicam por que o Brasil mantém historicamente juros superiores aos de outros países.

    O chefe da autoridade monetária declarou ainda que o órgão prepara o anúncio de medidas macroprudenciais desvinculadas do ciclo econômico corrente. A meta das travas é conter o superendividamento de famílias que recorrem ao crédito emergencial para cobrir despesas básicas.

    Em relação ao reajuste de 15% no Bolsa Família, Galípolo informou que o impacto só entrará nas projeções oficiais do Banco Central de modo gradual, a partir do momento em que a alteração estiver aprovada e em vigor.

    Com informações de Tribuna do Agreste.

  • Fazenda reduz projeção do PIB de 2026 para 2% e de 2027 para 2,3%

    O Ministério da Fazenda reduziu a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2026 de 2,3% para 2,0% nesta terça-feira (22/9). A estimativa para a alta da atividade econômica em 2027 caiu de 2,5% para 2,3%.

    A Secretaria de Política Econômica (SPE) atribuiu a revisão aos efeitos do nível restritivo das taxas de juros no país. Os números fazem parte do Boletim Macrofiscal, documento utilizado pelo governo para orientar a execução do orçamento federal.

    O órgão informou que ajustou os parâmetros para contemplar uma taxa Selic média mais alta, “incorporando um ciclo de flexibilização marginalmente mais gradual do que o previsto”.

    Para a inflação medida pelo IPCA, o ministério diminuiu a previsão de 2026 de 5,1% para 4,9%. Já a taxa esperada para 2027 subiu de 3,6% para 3,8%, patamar dentro do intervalo da meta contínua de 3%, que oscila de 1,5% a 4,5%.

    Com informações de InfoMoney.