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  • Flávio capta 43% dos votos da direita no 2º turno, aponta Datafolha

    O candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL) capta 43% das intenções de voto destinadas a concorrentes de direita em um eventual segundo turno, contra 30% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (23/9).

    O levantamento considera a migração dos apoiadores de Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante). Os votos brancos, nulos ou nenhum somam 26% nesse segmento, cuja margem de erro é de quatro pontos percentuais.

    A dianteira do senador é mais expressiva entre os eleitores de Zema, onde marca 48% a 25%, e no grupo de Renan Santos, com placar de 43% a 22%. Já entre os eleitores de Caiado (43% a 30%) e de Cury (41% a 35%), o cenário configura empate técnico dentro das respectivas margens de erro.

    No quadro geral para o segundo turno, Lula lidera numericamente com 46%, enquanto Flávio soma 44%, sob margem de erro de dois pontos percentuais. Votos em branco e nulos chegam a 8%, e os indecisos representam 1%.

    O Datafolha entrevistou 4.003 eleitores entre os dias 8 e 10 e 15 e 17 de setembro, sob encomenda da Folha de S. Paulo e da TV Globo. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob os códigos BR-04029/2026 e BR-01833/2026.

    Com informações de Metrópoles.

  • Quaest: Flávio Bolsonaro tem 56% de rejeição e Lula marca 55%

    O senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lideram a rejeição eleitoral na pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (21). O parlamentar soma 56% de recusa, enquanto o petista registra 55%.

    No levantamento anterior, ambos pontuavam 55%. A sondagem também mediu a avaliação do governo federal: a taxa de desaprovação ficou estável em 50%, ao passo que a aprovação oscilou de 43% para 44%.

    Ao avaliar os temores para a disputa, 43% dos entrevistados apontaram receio de uma nova gestão de Lula, e 42% citaram o retorno da família Bolsonaro à presidência.

    O instituto ouviu presencialmente 2.004 pessoas entre 17 e 20 de setembro. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal O Globo, tem margem de erro de dois pontos percentuais e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-06004/2026.

    Com informações de Tribuna do Agreste.

  • Quaest: Lula tem 37% contra 33% de Flávio Bolsonaro no 1º turno

    Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (21) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva com 37% das intenções de voto no primeiro turno, contra 33% de Flávio Bolsonaro.

    Na simulação de segundo turno, os dois candidatos aparecem em situação de empate técnico, com Flávio marcando 42% e Lula com 41%. No levantamento anterior desse cenário, o petista tinha 40%, enquanto o senador manteve o mesmo percentual.

    Entre os outros concorrentes no primeiro turno, Augusto Cury registra 6%, Ronaldo Caiado aparece com 4% e Renan Santos soma 3%. Romeu Zema e Samara Martins têm 1% cada. O grupo de indecisos reúne 8%, enquanto brancos e nulos totalizam 7%.

    A pesquisa contratada pelo jornal O Globo e pela TV Globo ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre 17 e 20 de setembro. O levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, nível de confiança de 95% e registro BR-06004/2026.

    Com informações de Brasil de Fato.

  • Caso Master desgasta STF e família Bolsonaro, diz pesquisa Quaest

    Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (21) aponta que 37% dos entrevistados avaliam que o caso do Banco Master atingiu a reputação de todos os atores políticos e institucionais pesquisados.

    No recorte individual, o governo anterior e a família Bolsonaro lideram as menções com 21%, seguidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), com 16%, e pelo governo Lula ao lado de políticos do PT, com 11%.

    O Congresso Nacional foi citado por 2% e o Banco Central registrou 1%. Outros 11% não souberam ou não responderam, enquanto a opção “nenhum deles” teve 0%.

    Sobre o impacto eleitoral da crise na corte, 62% dos eleitores afirmaram que o episódio não influencia o voto para a Presidência da República. Já 26% disseram que os fatos reforçam sua escolha e 7% admitem mudar de candidato, com 5% de indecisos.

    O levantamento encomendado pela TV Globo e pelo jornal O Globo ouviu 2.004 pessoas entre 17 e 20 de setembro. A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais e está registrada sob o número BR-06004/2026.

    Com informações de Brasil 247.