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  • UFJF lança livro sobre provas de história do vestibular seriado

    A Faculdade de Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora lança nesta quinta-feira (1º/10) o livro “História no Pism: um currículo em (des)construção”, às 19h, na Sala Paulo Freire do campus sede.

    A obra reúne estudos produzidos durante cinco anos pelo Grupo de Estudos e Pesquisas em Avaliação, Currículo e Ensino de História (Gepaceh) sobre o vestibular seriado da instituição. Financiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a publicação está disponível em e-book gratuito.

    O lançamento é aberto ao público e conta com a presença dos organizadores: o professor Marcus Leonardo Bomfim Martins, o doutorando Hiago Gonçalves Dias do Nascimento, a mestranda Lavínia Renata de Oliveira Turqueti e o graduando Igor Fernandes de Faria. Também participam a prefacista Hevelly Ferreira Acruche e o coordenador Geral de Processos Seletivos da universidade, Diogo Tourino de Sousa.

    A publicação discute como os exames da UFJF influenciam o currículo e o trabalho em sala de aula nas escolas da rede básica regional. O professor Marcus Bomfim aponta que o livro reflete o compromisso institucional com a avaliação contínua de suas seleções.

    “O ensino e a aprendizagem da História precisam lidar com o reconhecimento e a valorização da diferença”, declara Marcus Bomfim ao destacar o apoio aos professores da educação básica e aos estudantes que buscam vaga no ensino superior.

    Com informações de UFJF Noticias.

  • UFJF amplia pesquisas sobre segurança pública e combate às drogas

    A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) ampliou pesquisas e cursos de pós-graduação voltados à formulação de políticas sobre drogas, violência e segurança pública.

    As frentes de trabalho são coordenadas pelo professor Marcelo Campos, do Departamento de Ciências Sociais e do Laboratório Multiusuário em Humanidades Digitais (Lamu-HD). Os estudos reúnem parcerias com outras instituições de ensino superior e com o Ministério da Justiça e Segurança Pública.

    Um dos levantamentos integra uma rede com a Universidade de São Paulo (USP), UFBA, UFABC e UFF para investigar a percepção de profissionais da segurança na Zona da Mata sobre direitos humanos e democracia. A consulta a policiais militares, penais e guardas municipais constatou apoio majoritário ao uso de câmeras corporais, embora com ressalvas operacionais.

    “Mas ainda existem dificuldades em relação a inovações tecnológicas, como as câmeras policiais”, afirmou Campos ao citar a receptividade dos agentes contra condutas violentas.

    Além da pesquisa de campo, a instituição qualificou 193 integrantes do Sistema Único de Segurança Pública (Susp) na especialização a distância em Segurança Pública e Políticas sobre Drogas. O programa tem carga de 392 horas-aula e duração de 14 meses, com grade multidisciplinar que inclui Direito, Medicina, Computação e Ciências Sociais.

    Na pós-graduação acadêmica, as apurações incluem o uso de bens apreendidos do narcotráfico pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos (Senad), em estudo da mestranda Beatriz Oliveira Araújo. Em outra linha, o pesquisador Igor Gabriel Morais analisa como a violência afeta de modo desigual o curso de vida da população negra.

    Com informações de UFJF Noticias.

  • UFJF sedia seminário do MEC sobre financiamento de federais

    A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) sedia no dia 1º de outubro a etapa Sudeste do 1º Seminário Nacional de Modelos de Financiamento das Universidades Federais.

    Organizado pela Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação (Sesu/MEC), o evento ocorre das 9h às 18h no Auditório das Pró-Reitorias. O encontro reúne gestores institucionais previamente convidados pelo ministério.

    As discussões abordam a gestão de recursos com foco em indicadores de desempenho e resultados acadêmicos. A programação prevê mesas técnicas sobre matrizes orçamentárias, modelos de financiamento em rede e otimização da dotação das instituições de ensino.

    O secretário de Educação Superior, Marcus David, acompanha as atividades ao lado de diretores e coordenadores da pasta. O ciclo de debates já teve etapas realizadas nas regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste.

    Com informações de UFJF Noticias.

  • Embrapa, UFJF e Fhemig criam método mais barato para tuberculose

    Pesquisadores da Embrapa, da UFJF e da Fhemig desenvolveram um método que simplifica e barateia o diagnóstico da tuberculose. A tecnologia, batizada de RRTB, recebeu carta-patente do Instituto Nacional da Propriedade Industrial.

    A inovação dispensa o uso de centrífuga refrigerada e cabine de segurança biológica no cultivo bacteriano. Com isso, o exame pode ser feito fora dos grandes centros urbanos, alcançando laboratórios menores e unidades de saúde em áreas rurais.

    O método combina o uso de swab com o meio de cultura Löwenstein-Jensen e emprega uma solução neutralizadora própria antes da semeadura. O procedimento possibilita a análise de escarro e de fluidos biológicos estéreis, além de permitir o rastreio em animais e derivados de leite cru.

    Em estudo inicial com 77 amostras, o sistema alcançou sensibilidade superior a 90% e reduziu o índice de contaminação para 1,30%. Uma etapa posterior com 593 pares de amostras em sete laboratórios de Minas Gerais confirmou a eficácia da técnica frente aos exames tradicionais.

    A criação nasceu na pesquisa de doutorado de Ronaldo Rodrigues da Costa na Faculdade de Medicina da UFJF. Aprovada no nível 8 de maturidade tecnológica, a inovação agora busca parceiros privados para distribuição e aguarda submissão à Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

    Para a orientadora do trabalho, Isabel Cristina Leite, a solução amplia o acesso ao diagnóstico. “Trata-se de uma tecnologia adaptada a partir de metodologias já existentes, com custo reduzido e potencial de utilização em países em desenvolvimento”, afirmou a professora.

    Com informações de Poder360.