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  • Ministro diz que Flávio Bolsonaro tenta se blindar de tarifas dos EUA

    Ministro diz que Flávio Bolsonaro tenta se blindar de tarifas dos EUA

    O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, afirmou nesta sexta-feira (3/7) que a viagem do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aos Estados Unidos busca evitar desgaste eleitoral diante de possíveis novas tarifas americanas contra o Brasil.

    Flávio Bolsonaro deve participar na próxima semana de uma audiência em Washington sobre a investigação da seção 301 da Lei de Comércio dos Estados Unidos. O processo recomenda a taxação de produtos brasileiros exportados ao mercado americano em pelo menos 25%.

    Rosa responsabilizou o senador, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro e o ex-presidente Jair Bolsonaro por eventuais sanções comerciais. O ministro declarou que a atuação de Flávio é ineficaz para o processo de negociação e pouco sincera do ponto de vista político.

    O governo brasileiro enviou a Washington uma proposta com diretrizes para tentar impedir as sobretaxas ou adiar a decisão final. Pontos como exigências de alterações no funcionamento do Pix permanecem fora de qualquer negociação.

    Caso as tarifas sejam confirmadas, o governo federal planeja mitigar as perdas dos setores atingidos por meio do programa Brasil Soberano e com o auxílio de agências oficiais na diversificação de mercados.

    Com informações de BBC News Brasil.

    Foto: Carlos Moura/Agência Senado | Licença: Creative Commons Attribution-ShareAlike | Acervo Byfotos: 01a05f0c-d408-7164-8474-046e38deaa6c

  • EUA avaliam estender trégua comercial com a China por até 6 meses

    O representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, afirmou nesta segunda-feira (21) que as negociações com a China foram construtivas e que o governo norte-americano avalia estender a trégua tarifária por até seis meses.

    Em declaração à emissora Bloomberg TV, Greer explicou que o objetivo de Washington é dar estabilidade aos laços comerciais entre os dois países. Segundo a autoridade, a Casa Branca busca resultados objetivos em um modelo de comércio gerenciado, sem a pretensão de transformar o sistema chinês.

    O governo americano também mantém aberta a apuração sobre o excesso de capacidade industrial da China. Além do diálogo com Pequim, o representante apontou que medidas punitivas envolvendo o Irã continuam sob análise e nenhuma opção foi descartada.

    Nas relações com os parceiros da América do Norte, Greer relatou avanços na formulação de novas regras de origem com o México. Em contrapartida, o negociador apontou impasses com o Canadá, país que, de acordo com ele, insiste em ampliar a aposta no modelo de globalização tradicional.

    Com informações de Jornal de Brasília.