Prova em Brasília teve gestão de push e ajustes técnicos

A extensão de 5,3 quilômetros da pista, a infraestrutura hoteleira e a posição geográfica motivaram a realização da corrida de longa duração em Brasília, afirmou Lincoln Oliveira nesta quarta-feira (30/9).

Na pista, a dupla campeã administrou os 15 acionamentos de push disponíveis para utilizá-los de forma prioritária em ultrapassagens, declarou o piloto Di Grassi.

Para a disputa, a equipe M-Force escalou cerca de 12 profissionais na operação de dois carros, relatou Fávaro. A preparação mecânica dos automóveis incluiu a instalação de radiador de óleo do diferencial e o reposicionamento da bomba de direção hidráulica.

Dois dias antes, Pizzonia detalhou que o planejamento da corrida buscou sincronizar as paradas obrigatórias nos boxes com a entrada do safety car durante as duas horas de prova. O carro cometeu seis infrações ao cruzar a linha branca limite, o que gerou duas penalizações de 5 segundos.

Na programação do fim de semana, o piloto Gabriel Koenigkan venceu a etapa da Stock Light no sábado, informou Noah Diamantino. O secretário de Esporte do Distrito Federal, Renato Junqueira, afirmou que o conjunto de provas superou a repercussão do evento de reabertura do autódromo.

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