Candidatos ao governo de MG debatem contas públicas e alianças

Candidatos ao governo de Minas Gerais debateram propostas fiscais, concessões e alianças políticas nesta quarta-feira (30/9). O cenário em discussão inclui previsões de déficit nas contas públicas e revisão de contratos estaduais.

Gabriel Azevedo apontou a projeção de um rombo de R$ 7 bilhões no orçamento mineiro para o próximo ano.

Para enfrentar o endividamento, o petista Patrus propôs renegociar os débitos estaduais com Brasília. O postulante também defendeu extinguir isenções fiscais concedidas a determinados grupos empresariais.

O ex-prefeito Kalil sustentou a manutenção de incentivos tributários no Sul do estado para proteger empregos durante a transição para o novo imposto IBS. O pedetista também expressou rejeição política tanto a Lula quanto a Flávio Bolsonaro na disputa estadual.

Na área de transportes, Cleitinho criticou tarifas de pedágio que chegam a R$ 16 sem a realização de duplicações nas pistas. O candidato assegurou que reavaliará as concessões rodoviárias vigentes.

Simões declarou apoio eleitoral a Flávio Bolsonaro e defendeu aplicar repasses de juros da dívida pública em obras de infraestrutura regional. Do mesmo modo, Roscoe (PL) confirmou suporte à candidatura de Flávio Bolsonaro e mencionou futuras indicações ao Supremo Tribunal Federal.

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