A BlackRock projeta expandir seus ativos sob gestão no Brasil em 30% em 2027, com o avanço puxado pela procura por investimentos internacionais, afirmou o presidente da gestora no país, Bruno Barino, nesta sexta-feira (2/10).
Para o ano corrente, a operação brasileira da instituição calcula um crescimento entre 30% e 35% no volume de ativos. O desempenho consolida uma recuperação frente à alta de aproximadamente 12% registrada em 2025 e ao recuo observado em 2024.
Segundo Barino, cerca de 90% do capital administrado pela empresa no mercado doméstico está aplicado no exterior. No cenário mundial, a BlackRock gere mais de US$ 15,3 trilhões, montante que inclui US$ 5,5 trilhões alocados na divisão de fundos de índice iShares.
No segmento de infraestrutura no país, a gestora direciona aportes para portos, aeroportos, energia e data centers voltados à inteligência artificial.
Barino afirmou ainda que a atração de capital produtivo externo dependerá da robustez das reformas fiscais e da competitividade nacional, e não do vencedor da disputa eleitoral.
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