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  • Quaest aponta seis candidatos empatados para o Senado no Paraná

    Pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (24/9) aponta um empate técnico entre seis candidatos na disputa pelas duas vagas ao Senado pelo Paraná.

    O levantamento encomendado pela RPC mostra que 58% dos eleitores consideram a escolha de voto definitiva. Outros 42% declararam que ainda podem mudar de opção até o dia da votação, marcada para 4 de outubro.

    A pesquisa ouviu 804 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 20 e 23 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com índice de confiança de 95% e registro na Justiça Eleitoral sob o número PR-02802/2026.

    Com informações de Metrópoles.

  • Moro lidera corrida ao governo do Paraná com 36%, diz Quaest

    Moro lidera corrida ao governo do Paraná com 36%, diz Quaest

    O senador Sergio Moro (PL) lidera a disputa pelo governo do Paraná com 36% das intenções de voto no primeiro turno, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (24/9).

    Empatados na segunda posição, o deputado estadual Requião Filho (PDT) e Sandro Alex (PSD) registram 20% da preferência cada.

    Na sequência da corrida, Luiz França (Missão), Tayná Miessa (UP) e Alexandre Salomão (Mobiliza) marcam 1% cada um. Adriano Funilero (PCO) e Samuel de Mattos (PSTU) não pontuaram. Os eleitores indecisos somam 12%, enquanto brancos, nulos e os que declaram não votar representam 9%.

    Nas simulações de segundo turno, Moro lidera os dois cenários testados. Contra Requião Filho, o senador alcança 48% contra 32% do deputado estadual, com 12% de indecisos e 8% de votos brancos, nulos ou abstenções.

    No confronto direto com Sandro Alex, Moro registra 43% ante 29% do concorrente. Nessa medição, indecisos somam 14%, mesmo percentual registrado para brancos, nulos e não votantes.

    Em uma disputa de segundo turno sem o senador, Sandro Alex marca 38% das intenções contra 32% de Requião Filho. Os votos brancos, nulos ou de quem não pretende votar chegam a 15%, mesma taxa dos indecisos.

    O instituto também mediu a avaliação do governo Ratinho Junior (PSD), que tem a aprovação de 79% dos eleitores e a desaprovação de 12%, com 9% sem resposta. Do total de entrevistados, 69% classificam a gestão estadual como positiva, 21% como regular, 5% como negativa e 5% não souberam responder.

    O levantamento, contratado pela RPC e registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo PR-02802/26, ouviu 804 eleitores no Paraná entre os dias 20 e 23 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%.

    Com informações de CNN Brasil.

    Foto: Carlos Moura/Agência Senado | Licença: Creative Commons Attribution-ShareAlike

  • Estatístico descarta existência de voto envergonhado em pesquisas

    Estudos nos Estados Unidos não encontraram evidências da existência do chamado “voto envergonhado” em disputas eleitorais, afirmou o diretor de operações de amostragem da Universidade de Michigan, Raphael Nishimura, ao analisar pesquisas de intenção de voto brasileiras.

    Segundo o especialista, a discrepância entre levantamentos prévios e o resultado de Jair Bolsonaro (PL) nas urnas em 2018 e 2022 decorre de outros fatores. As principais hipóteses envolvem a recusa de apoiadores mais radicais em participar de questionários e a definição de voto de última hora.

    Nishimura destacou que o comportamento de boicotar sondagens eleitorais já foi documentado entre eleitores de Donald Trump. No Brasil, cerca de 10% dos cidadãos relatam escolher o candidato no próprio dia da eleição, o que dificulta captar a totalidade dos votos com antecedência.

    Para o estatístico, o mercado de pesquisas no país carece de inovação e maior clareza sobre os procedimentos adotados. “Apesar de os institutos serem todos obrigados a colocar no TSE quais são os métodos, na minha opinião, a maioria deles empurra com a barriga”, disse.

    O pesquisador defende que as empresas combinem entrevistas presenciais, telefônicas e online para compensar as limitações de cada formato. Abordagens presenciais enfrentam barreiras em condomínios fechados ou comunidades, ligações têm alta taxa de recusa e formulários na internet atraem perfis mais engajados politicamente.

    Para minimizar distorções metodológicas, Nishimura sugere a utilização de agregadores de sondagens, que calculam médias ponderadas de múltiplos institutos. Atualmente, a ferramenta da BBC News Brasil indica o senador Flávio Bolsonaro (PL) ligeiramente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno.

    Com informações de Terra.

  • Maurício Copertino apresenta planejamento do Maranhão para 2027

    O técnico Maurício Copertino apresentou o planejamento do Maranhão Atlético Clube para a temporada de 2027 nesta quinta-feira (24/9), em São Luís.

    O clube já confirmou cerca de 20 atletas entre renovações, contratações e promoções da base. A diretoria segue atenta ao mercado para buscar novos reforços após o término das principais competições nacionais.

    Copertino visitou as instalações do CT Parque Valério Monteiro e defendeu melhorias em setores de apoio ao elenco. As demandas abrangem áreas de recuperação física, fisiologia, nutrição e fortalecimento muscular.

    “Futebol não é só feito dentro do campo. Ele é feito também em outros segmentos. Nutrição é importante, fisiologia é importante”, disse o treinador.

    O calendário do time em 2027 prevê a disputa do Campeonato Maranhense, da Copa do Brasil, da Copa do Nordeste e da Série C do Campeonato Brasileiro.

    A comissão técnica projeta o início da pré-temporada para dezembro, com o objetivo de estruturar a equipe antes das estreias do próximo ano.

    Com informações de Imirante (MA).

  • Governo oficializa acordo de livre comércio entre Mercosul e Efta

    O governo federal oficializou o acordo de livre comércio entre Mercosul e Efta, que passa a vigorar entre o Brasil e a Islândia em 1º de outubro e com a Noruega a partir de 1º de novembro.

    O decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União na quarta-feira (23/9). A aplicação das tarifas preferenciais com Suíça e Liechtenstein ainda depende da conclusão dos trâmites internos nesses dois países.

    Formado por Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein, o bloco europeu reúne cerca de 15 milhões de habitantes e soma Produto Interno Bruto de aproximadamente US$ 1,4 trilhão. O tratado foi firmado em 16 de setembro de 2025, após 14 rodadas de negociação.

    O pacto zera de forma imediata as tarifas cobradas pelos membros do Efta sobre itens industriais e pesqueiros importados do Brasil. Já os produtos agropecuários terão abertura gradual por meio de redução de alíquotas, cotas e regimes específicos.

    “A entrada em vigor do acordo é mais um passo na estratégia de diversificação comercial e de integração do Brasil à economia internacional”, afirmou o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa.

    Para orientar as empresas, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços lançou um painel de dados com o detalhamento das regras tarifárias por produto e unidade da Federação. A ferramenta também reúne compromissos sobre investimentos, compras governamentais, serviços e propriedade intelectual.

    Noruega e Suíça concentram 94% das exportações brasileiras destinadas ao bloco e 99% das compras que o Brasil faz da região. Entre os estados, Pará e Minas Gerais lideram os embarques para o grupo europeu, enquanto São Paulo é a principal origem das importações.

    O sistema também lista a proteção de 63 indicações geográficas brasileiras na Suíça e em Liechtenstein, contemplando produtos como cafés, queijos, cachaças e vinhos. No caso do café torrado, as tarifas atuais de 10% na Islândia e de 7% no mercado suíço e de Liechtenstein terão reduções imediatas na maior parte dos códigos tarifários.

    Com informações de Notícias do MDIC.

  • Projeto proíbe anúncio e uso de exame de câncer sem validação

    O Projeto de Lei 3037/26 veda a divulgação comercial e a aplicação de métodos de rastreamento de câncer que não tenham validação científica. A proposta tramita na Câmara dos Deputados.

    A medida modifica a Lei da Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer para fixar exigências antes da liberação e do anúncio de novas tecnologias no país.

    Autor do texto, o deputado Weliton Prado (PSD-MG) afirmou que a oferta sem controle desses procedimentos gera falsa impressão de proteção. “Ao acreditar que foi adequadamente submetido a um exame de rastreamento, o paciente pode deixar de realizar os métodos recomendados pelas autoridades sanitárias”, declarou Prado.

    O parlamentar citou como exemplo o caso da termografia ofertada como substituta da mamografia para detectar tumor de mama, procedimento que não conta com o aval dos órgãos sanitários.

    O texto tramita em caráter conclusivo nas comissões de Defesa do Consumidor, de Saúde e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para se transformar em lei, a matéria precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

    Com informações de Câmara dos Deputados.

  • Papa Leão XIV debate guerras e IA com primeiro-ministro da Hungria

    O Papa Leão XIV recebeu nesta quinta-feira (24/9), no Vaticano, o primeiro-ministro da Hungria, Péter Magyar. O encontro tratou dos conflitos na Ucrânia e no Oriente Médio e do avanço da inteligência artificial.

    Além das guerras e da tecnologia, os dois debateram o cenário socioeconômico e a educação na Hungria, a solidão entre os jovens e a proteção de comunidades cristãs em situação de vulnerabilidade pelo mundo. Ambas as partes defenderam saídas negociadas para os confrontos armados internacionais.

    Durante a audiência, Magyar formalizou um convite para o pontífice visitar o país europeu e entregou como presente um livro de memórias do cardeal József Mindszenty. O religioso chefiou a Igreja húngara no século XX e sofreu perseguição de regimes fascistas e comunistas.

    Magyar assumiu o comando do Executivo húngaro após vencer as eleições parlamentares de 12 de abril, resultado que encerrou 16 anos consecutivos de Viktor Orbán no poder.

    Na mesma data, o papa se reuniu durante 40 minutos com o presidente de Portugal, António José Seguro, em seu primeiro compromisso oficial conjunto. Seguro presenteou o pontífice com uma escultura de porcelana projetada pelo arquiteto Álvaro Siza Vieira e convidou o líder católico para uma visita a Portugal em 2027.

    O chefe de Estado português também conversou com o secretário do Vaticano para as relações com os Estados, arcebispo Paul Richard Gallagher. O cardeal Pietro Parolin, secretário de Estado da Santa Sé, não participou dos encontros por estar em Nova York para a Assembleia Geral da ONU.

    Com informações de Gazeta do Povo.

  • Flávio e Lula empatam tecnicamente em pesquisa para 2026

    Flávio e Lula empatam tecnicamente em pesquisa para 2026

    Pesquisa do instituto Futura/100% Cidades divulgada nesta quinta-feira (24) mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em empate técnico no primeiro turno de 2026.

    No levantamento, Flávio Bolsonaro soma 40% das intenções de voto, enquanto o candidato à reeleição registra 38,4%. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%.

    O governador Ronaldo Caiado (PSD) aparece na sequência com 5,7%, seguido de perto pelo escritor Augusto Cury (Avante), que marca 5,6%. Renan Santos (Missão) soma 2,4% da preferência do eleitorado consultado.

    Romeu Zema (Novo) tem 0,9%, Samara Martins (UP) atinge 0,5% e Rui Costa Pimenta (PCO) alcança 0,3%. Leonardo Avalanche (PRTB) pontua 0,2%, enquanto Edmilson Costa (PCB) e Hertz Dias (PSTU) registram 0,1% cada um.

    Clariana Barão (DC) e Wilson Grassi (Democrata) não pontuaram no levantamento. O grupo de indecisos, que inclui quem não soube ou preferiu não responder, representa 3,2%, ao passo que votos em branco, nulos ou em nenhum somam 2,1%.

    A sondagem entrevistou 2.000 eleitores por telefone entre os dias 19 e 23 de setembro, com recursos próprios do instituto. O registro no Tribunal Superior Eleitoral consta sob o protocolo BR-05268/2026.

    Com informações de CNN Brasil.

    Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil | Licença: Creative Commons Attribution 3.0 Brasil

  • Galípolo diz que corte da Selic depende da evolução dos dados

    O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou nesta quinta-feira (24/9) que a precificação do mercado sobre eventuais cortes na Selic acompanha os novos dados econômicos e que autoridades monetárias globais operam sob essa mesma dependência.

    A avaliação foi apresentada durante entrevista coletiva sobre o Relatório de Política Monetária (RPM). Na ocasião, Galípolo apontou a indexação e a inércia inflacionária decorrente dela como fatores que explicam por que o Brasil mantém historicamente juros superiores aos de outros países.

    O chefe da autoridade monetária declarou ainda que o órgão prepara o anúncio de medidas macroprudenciais desvinculadas do ciclo econômico corrente. A meta das travas é conter o superendividamento de famílias que recorrem ao crédito emergencial para cobrir despesas básicas.

    Em relação ao reajuste de 15% no Bolsa Família, Galípolo informou que o impacto só entrará nas projeções oficiais do Banco Central de modo gradual, a partir do momento em que a alteração estiver aprovada e em vigor.

    Com informações de Tribuna do Agreste.

  • Especialistas cobram regras globais para evitar conflitos por água

    Especialistas defendem a criação de mecanismos internacionais de controle para regular o uso compartilhado da água doce e evitar que disputas por bacias hidrográficas resultem em conflitos diplomáticos e militares entre países.

    Embora o recurso cubra mais de 70% da superfície terrestre, a água doce representa apenas 2,5% desse volume. Menos de 1% do total está acessível para consumo humano, enquanto o restante se divide entre geleiras e reservatórios subterrâneos.

    A Convenção da ONU sobre Cursos de Água Internacionais, instituída em 1997 para fixar diretrizes de uso compartilhado, segue sem a adesão de diversos governos. Nenhum país da América do Sul, região detentora de 30% dos recursos hídricos renováveis do planeta, ratificou o documento.

    O professor de geopolítica da Universidade do Estado de Mato Grosso Vinicius Modolo Teixeira aponta que a ausência de um tribunal internacional com poder de coerção fragiliza a mediação. “A ONU peca por apenas ser consultiva e não ser uma organização que pode, de certa maneira, impor essas decisões”, disse Teixeira.

    As divergências em torno de obras estruturais já causam atritos geopolíticos, como no caso do Rio Nilo. Após a Etiópia inaugurar uma grande barragem em 2025, o governo do Egito considerou o projeto uma ameaça e declarou em 2026 que não aceitará novos barramentos no curso superior.

    O Brasil lidera o volume global de água doce, à frente de Rússia e Canadá, abrigando o Sistema Aquífero Grande Amazônia e o Aquífero Guarani. Como grande parte das bacias hidrográficas nacionais é transfronteiriça, a gestão conjunta com os vizinhos do continente torna-se determinante para a segurança hídrica e alimentar.

    De acordo com o professor Bernardo Salgado, do Instituto de Relações Internacionais e Defesa da UFRJ, a proteção desses mananciais sustenta a capacidade de exportação agrícola do país. A abundância de recursos na Amazônia também mantém o território sob vigilância geopolítica contínua de potências estrangeiras.

    Com informações de Tribuna do Agreste.