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  • Celina Leão defende BRB e acusa União de travar acordo com o banco

    A candidata ao Governo do Distrito Federal Celina Leão (PP) criticou a União nesta sexta-feira (25/9) por travar um acordo sobre o Banco de Brasília (BRB) e acusou o governo federal de politizar a gestão da instituição.

    Em entrevista ao programa Vozes da Comunidade, Celina afirmou dispor de documentos que comprovam o recuo da gestão federal em relação a uma proposta apresentada pelo próprio Palácio do Planalto. “Hoje eu consigo mostrar materialmente que não há vontade por parte da União de cumprir o acordo que eles mesmos fizeram a proposta”, declarou.

    A candidata também rebateu falas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva feitas durante visita a Ceilândia, apontando que as declarações contra o banco afetam o mercado. “Quando o presidente da República fala disso, ele está trazendo prejuízos financeiros ao BRB”, afirmou Celina, ao sustentar que manterá a atuação para resguardar a empresa.

    Segundo Celina, o governo local busca saídas próprias para capitalizar e reestruturar a instituição, sem depender exclusivamente de aval federal ou de sindicato de bancos. Ela declarou ainda que o banco superará o momento atual e sairá fortalecido das medidas em andamento.

    Com informações de TudoOK Noticias.

  • Erika Kokay defende proibir parentes como suplentes ao Senado

    A candidata ao Senado pelo Distrito Federal Erika Kokay (PT) defendeu, nesta quinta-feira (24/9), a proibição de parentes como suplentes em chapas para o Congresso Nacional, durante debate eleitoral.

    A parlamentar destacou que mais da metade dos mandatos de senador foi assumida por suplentes nos últimos oito anos. Ao questionar Sebastião Coelho (Novo), ela sustentou que “orçamento público não pode resolver problema de orçamento doméstico” e defendeu maior transparência.

    Erika apresentou um projeto de lei na semana anterior para barrar familiares de candidatos nas vagas de suplência. No cenário local do DF, as chapas de Michelle Bolsonaro (PL) e Bia Kicis (PL) possuem, respectivamente, o irmão Diego Torres e o filho Samuel Kicis como suplentes.

    Durante o encontro, a petista também cobrou o fim da escala 6×1 e defendeu dois dias de descanso por semana para os trabalhadores. Segundo a candidata, jornadas menos exaustivas diminuem afastamentos médicos e acidentes de trabalho, além de aumentarem a produtividade.

    Em bloco sobre o Banco de Brasília (BRB), Erika declarou que a instituição foi alvo de um crime financeiro e cobrou a recuperação de recursos desviados. A candidata mencionou ações no Supremo Tribunal Federal e na Polícia Federal e criticou a governadora Celina Leão (PP) pela condução do caso.

    Ao dirigir perguntas a Guto Felício (PSDB), Erika defendeu a igualdade salarial e a punição de plataformas digitais que veiculam ataques contra mulheres, além de questionar votos anteriores de Bia Kicis sobre o tema. Nas considerações finais, citou apoio a famílias de baixa renda e a crianças com deficiência.

    O debate reuniu cinco concorrentes à vaga de senador pelo Distrito Federal: Erika Kokay (PT), Sebastião Coelho (Novo), Guto Felício (PSDB), Marley (Avante) e Ronaldo Fonseca (PSD).

    Com informações de Metrópoles.

  • Celina Leão descarta romper com Ibaneis, mas admite afastamento

    A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), afirmou que não fala com o antecessor Ibaneis Rocha (MDB) desde maio, mas descartou um rompimento formal entre os dois.

    A declaração foi dada em entrevista ao programa Política em Minutos. Celina disse que não teve mais contato presencial nem trocou mensagens por telefone com o ex-governador após o atrito público ocorrido nas redes sociais no fim de maio.

    Naquele episódio, Ibaneis declarou decepção com a sucessora e citou um realinhamento de posições. Em resposta na ocasião, a governadora rebateu afirmando que sucessão não representa submissão.

    Apesar do distanciamento, Celina declarou manter o respeito pelo antecessor e elogiou o conjunto de obras deixado pela gestão anterior. Contudo, ela apontou dificuldades herdadas na área econômica e na condução do BRB.

    “Acho que não tem necessidade de um rompimento”, afirmou a governadora ao avaliar o cenário político. Ela acrescentou que Ibaneis tem um perfil mais fechado e não atua como uma liderança política tradicional.

    Com informações de PlatôBR.

  • Pesquisa aponta empate de 43,2% na aprovação de Celina Leão

    A aprovação e a desaprovação do governo de Celina Leão empataram em 43,2% no Distrito Federal, aponta a quarta rodada da pesquisa Correio/Opinião Inteligência Política.

    O resultado indica queda na aprovação, que registrava 48,4% no levantamento divulgado em 3 de setembro. Na mesma comparação, a desaprovação subiu de 38,6% para 43,2%. Outros 11,1% dos entrevistados não souberam opinar e 2,5% não responderam.

    Na avaliação detalhada, 7,3% classificam a gestão como ótima, 19,7% como boa e 30,7% como regular. O índice dos que reprovam reúne 7,6% de menções ruim e 26,5% de péssimo, enquanto 8,2% não souberam responder.

    A pesquisa ouviu presencialmente 1.132 eleitores com 16 anos ou mais em 31 regiões administrativas, entre 17 e 19 de setembro de 2026. O levantamento tem margem de erro de 3,1 pontos percentuais, índice de confiança de 95% e registro no Tribunal Superior Eleitoral sob o número DF-03622/2026.

    Com informações de Correio Braziliense.

  • Justiça do DF nega liminar contra venda de imóveis para socorrer BRB

    A 4ª Vara da Fazenda Pública do Distrito Federal negou uma liminar que pedia a suspensão da venda ou oferta em garantia de imóveis públicos pelo governo distrital para capitalizar o Banco de Brasília (BRB).

    A decisão rejeitou os argumentos de uma ação civil pública movida por uma associação de moradores e por um instituto de fiscalização e controle. As entidades sustentavam que o projeto de lei configurava desvio de finalidade e colocava em risco o patrimônio territorial público ao tentar socorrer a instituição financeira.

    Ao analisar o caso, o juiz substituto apontou que a petição inicial não apresentou laudos técnicos contrários à medida. Em contrapartida, o projeto do Executivo anexou justificativa elaborada pela Secretaria de Estado de Economia do DF.

    O magistrado destacou que o texto legislativo declara expressamente a destinação dos recursos para reforço e ampliação do capital do BRB, o que afasta a tese de desvio de finalidade. Segundo a decisão, a busca de apoio parlamentar para aprovar o texto faz parte da atividade política regular.

    O juiz também considerou inadequado interferir na tramitação de uma proposta que ainda depende de votação na Câmara Legislativa do Distrito Federal e de etapas administrativas posteriores. Cabe recurso contra a decisão.

    Com informações de Noticias TJDFT.

  • Candidatos ao GDF confrontam propostas e criticam ausência de Celina

    Cinco candidatos ao Governo do Distrito Federal participaram de debate na Record nesta segunda-feira (22/9). O encontro reuniu Kiko Caputo (Novo), Leandro Grass (PT), José Roberto Arruda (PSD), Paula Belmonte (PSDB) e Ricardo Cappelli (PSB).

    A governadora Celina Leão (PP), candidata à reeleição, não compareceu. Em nota divulgada antes do evento, a assessoria da postulante justificou a falta devido às atribuições do cargo.

    A ausência da chefe do Executivo virou alvo de críticas no início do programa. Arruda e Cappelli afirmaram que a governadora evitou o confronto após cobranças ligadas à crise no Banco de Brasília (BRB).

    Nas propostas para a saúde, Cappelli defendeu reforçar as Unidades Básicas de Saúde e contratar médicos e enfermeiros. O candidato do PSB também propôs destinar crédito do BRB para pequenos produtores e direcionar a compra de alimentos da agricultura familiar para a merenda escolar e restaurantes comunitários.

    Arruda prometeu retomar as escolas em tempo integral e conceder 14º salário a professores de escolas com nota positiva no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). O ex-governador também defendeu a volta do programa de bolsas universitárias.

    No setor cultural, Grass propôs abrir centros culturais em todas as regiões administrativas e integrar atividades artísticas ao ensino integral. Questionado sobre investigações ligadas a gestões petistas anteriores, o postulante afirmou que atuará na apuração de irregularidades e no aumento da transparência.

    Paula Belmonte prometeu cortar a quantidade de secretarias e indicar maioria feminina para o primeiro escalão, com foco no combate ao assédio moral. Caputo defendeu extinguir cargos comissionados e concentrar esforços na atração do eleitorado indeciso.

    Com informações de Metrópoles.