Tag: Luiz Inácio Lula da Silva

  • Renan Filho tem 47% e JHC 44% na disputa pelo governo de AL

    O candidato Renan Filho (MDB) tem 47% das intenções de voto para o governo de Alagoas, contra 44% de João Henrique Caldas, o JHC (PSDB), segundo pesquisa do Real Time Big Data divulgada nesta sexta-feira (25/9).

    Com a margem de erro de dois pontos percentuais, os dois concorrentes aparecem em situação de empate técnico na pesquisa estimulada. Lenilda Luna (UP) e Márcio Jambo (Democrata) não pontuaram, enquanto brancos e nulos somam 5% e indecisos são 4%.

    Nos votos válidos para a disputa estadual, Renan Filho chega a 52% e JHC registra 48%. Na modalidade espontânea, o emedebista marca 30% contra 28% do tucano, cenário em que 31% dos entrevistados não souberam ou não responderam e 9% declararam voto em branco ou nulo.

    Em uma simulação de segundo turno, Renan Filho aparece com 47% e JHC tem 45%, mantendo o quadro de empate técnico entre ambos. Ao considerar apenas os votos válidos no confronto direto, o placar fica em 51% a 49%.

    O levantamento aponta que a rejeição a Renan Filho alcança 41% do eleitorado, enquanto 36% afirmam que não votariam em JHC. A administração estadual de Paulo Dantas (MDB) é aprovada por 62% e desaprovada por 36% dos eleitores consultados.

    Na corrida ao Senado, considerando a soma das duas escolhas dos eleitores, Marina JHC (PSDB) lidera com 23%, seguida por Renan (MDB), que tem 22%. Arthur Lira (PP) registra 20%, Davi Davino Filho (Republicanos) tem 17%, Dr. Wanderley (MDB) soma 6% e Alexandre Fleming (UP) tem 1%.

    Na disputa presidencial em Alagoas, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera com 51% das preferências, contra 33% de Flávio Bolsonaro (PL). Augusto Cury (Avante) soma 4%, Renan Santos (Missão) tem 3%, Ronaldo Caiado (PSD) aparece com 2% e Romeu Zema (Novo) tem 1%.

    O instituto ouviu 1.600 pessoas entre os dias 21 e 24 de setembro, com índice de confiança de 95%. O estudo foi registrado sob as inscrições AL-06597/2026 para o pleito estadual e BR-07734/2026 para o âmbito nacional.

    Com informações de Tribuna do Agreste.

  • Dorinha lidera no Tocantins com 40% contra 33% de Vicentinho

    Professora Dorinha (União Brasil) lidera a disputa pelo governo do Tocantins com 40% das intenções de voto, seguida por Vicentinho Júnior (PSDB), com 33%, segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta sexta-feira (25/9).

    Na sequência aparecem Laurez Moreira (PSD), com 7%, Ataides de Oliveira (Novo), com 5%, Professor Witer Naves (PSOL), com 3%, e Siqueira Campos Jr. (Democrata), com 2%. Du Pereira (DC) não pontuou. Votos brancos e nulos somam 5%, mesmo percentual dos que não souberam ou não responderam.

    Nos votos válidos para o governo estadual, Dorinha registra 44% e Vicentinho Júnior chega a 37%. Laurez tem 8%, Ataides atinge 6%, Witer Naves marca 3% e Siqueira Campos Jr. fica com 2%. Na consulta espontânea, Dorinha lidera com 21%, seguida por Vicentinho, com 14%, Laurez, com 5%, e Ataides, com 2%.

    Em um eventual segundo turno entre os dois primeiros colocados, Dorinha obtém 45% e Vicentinho Júnior pontua com 42%, o que representa empate técnico no limite da margem de erro. Em outros cenários, a candidata do União Brasil supera Laurez por 52% a 32%, enquanto Vicentinho vence o candidato do PSD por 49% a 34%.

    No índice de rejeição múltipla, Laurez é o mais apontado pelos entrevistados, com 41%, seguido por Ataides (35%), Witer Naves (34%), Dorinha (33%) e Vicentinho Júnior (29%). Du Pereira e Siqueira Campos Jr. somam 25% cada.

    Na corrida para o Senado, considerando os votos consolidados e ajustados para 100%, Eduardo Gomes (PL) lidera com 25%. Alexandre Guimarães (MDB) e Gaguim (União) dividem a segunda posição com 16% cada, seguidos por Paulo Mourão (PT), com 11%, Vanderlei Luxemburgo (Podemos), com 10%, Ronaldo Dimas (Podemos), com 9%, e Eli Borges (Republicanos), com 6%.

    Na disputa pela Presidência no estado, Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparecem empatados com 40% das intenções de voto no primeiro turno. Em simulação de segundo turno no Tocantins, Flávio marca 48% contra 40% de Lula. O governo federal é desaprovado por 53% dos tocantinenses e aprovado por 46%.

    O levantamento ouviu 1.600 eleitores entre 21 e 24 de setembro, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%. Os registros no Tribunal Superior Eleitoral são TO-04340/2026 para o âmbito estadual e BR-07147/2026 para a eleição presidencial.

    Com informações de Jornal de Brasília.

  • Renan Filho tem 47% e JHC marca 44% em Alagoas, aponta pesquisa

    Renan Filho (MDB) lidera a disputa pelo governo de Alagoas com 47% das intenções de voto, seguido de perto por João Henrique Caldas, o JHC (PSDB), com 44%, aponta levantamento Real Time Big Data divulgado nesta sexta-feira (25/9).

    Considerada a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os dois concorrentes estão empatados tecnicamente. Na contagem de votos válidos, que desconsidera brancos, nulos e indecisos, o emedebista atinge 52% contra 48% do tucano.

    Os candidatos Lenilda Luna (UP) e Márcio Jambo (Democrata) não pontuaram na pesquisa estimulada. Votos brancos e nulos chegam a 5%, e outros 4% dos entrevistados não souberam ou não responderam.

    No levantamento espontâneo, quando nenhum nome é apresentado, Renan Filho soma 30% e JHC registra 28%. Já na projeção de segundo turno, o candidato do MDB fica com 47% das menções, diante de 45% do adversário do PSDB.

    A pesquisa mapeou ainda a rejeição do eleitorado aos nomes na disputa estadual. Renan Filho é rejeitado por 41% dos votantes, enquanto a taxa de JHC fica em 36%. Lenilda Luna e Márcio Jambo anotam 17% cada um.

    Na corrida ao Senado, considerando os votos consolidados e ajustados para 100%, Marina JHC (PSDB) figura com 23%, Renan (MDB) marca 22%, Arthur Lira (PP) alcança 20% e Davi Davino Filho (Republicanos) tem 17%. Dr. Wanderley (MDB) aparece com 6% e Alexandre Fleming (UP) com 1%.

    No cenário para a Presidência em território alagoano, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) obtém 51% das intenções de voto, superando Flávio Bolsonaro (PL), que tem 33%. Augusto Cury (Avante) marca 4%, Renan Santos (Missão) soma 3%, Ronaldo Caiado (PSD) registra 2% e Romeu Zema (Novo) tem 1%.

    O instituto Real Time Big Data entrevistou 1.600 eleitores em Alagoas de 21 a 24 de setembro. O nível de confiança é de 95%, com registros na Justiça Eleitoral sob os números AL-06597/2026 e BR-07734/2026.

    Com informações de Jornal de Brasília.

  • Zema propõe até 15 salários por ano para professores por desempenho

    O candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) defendeu nesta sexta-feira atrelar os salários de professores da rede pública ao rendimento de cada profissional.

    A proposta para a educação foi apresentada pelo ex-governador mineiro durante entrevista à rádio Portal FM. “Defendo a diferenciação de remuneração de professores. Quem for bem, vai ganhar 15 salários por ano. Sou favorável a isso”, declarou Zema.

    O candidato argumentou que profissionais com desempenhos distintos não devem ter remunerações iguais. Ao longo do dia, ele cumpre agenda eleitoral no sul de Minas Gerais, com passagens pelos municípios de Extrema, Cambuí e Ouro Fino.

    O postulante do Novo registra 1% das intenções de voto para o primeiro turno, conforme levantamento Datafolha divulgado na quinta-feira (24).

    Dois correligionários da legenda receberam aval de Zema para apoiar Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno de 4 de outubro. O ex-governador afirmou que pretende apoiar o senador em um eventual segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

    Com informações de CNN Brasil.

  • Lula lidera rejeição no RS com 58,2%, aponta pesquisa Neokemp

    Lula lidera rejeição no RS com 58,2%, aponta pesquisa Neokemp

    O presidente Lula (PT) lidera a rejeição para a Presidência no Rio Grande do Sul, com 58,2%, aponta levantamento do instituto Neokemp divulgado nesta sexta-feira (25/9).

    O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece na segunda colocação no índice de rejeição entre os eleitores gaúchos, com 39,6%.

    Os outros concorrentes testados ficaram abaixo de 1%. Edmilson Costa (PCB) registrou 0,4%, o escritor Augusto Cury (Avante) teve 0,3%, Ronaldo Caiado (PSD) e Clariana Barão (DC) marcaram 0,2% cada, e Romeu Zema (Novo) obteve 0,1%. Os demais nomes tiveram 0,0%.

    A desaprovação a Lula supera a de Flávio em todas as regiões gaúchas. As maiores taxas contra o presidente estão na Região Metropolitana, com 61,7% ante 36,6% do senador, e na Serra, com 61,6% contra 34,8%.

    No Norte do estado, a rejeição ao petista é de 59,8%, contra 37,6% do adversário. No Centro, Lula tem 56,3% e Flávio soma 40,8%. Na região Sul/Fronteira, os índices são de 55,3% e 43,2%, respectivamente. Já na capital Porto Alegre, a margem é mais apertada: 49,6% para Lula e 48,8% para Flávio.

    A pesquisa Neokemp ouviu 1.008 eleitores nos dias 23 e 24 de setembro de 2026. A margem de erro do estudo é de 3,1 pontos percentuais, com nível de confiança de 95% e registro no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-03831/2026.

    Com informações de Diário do Poder.

    Foto: Marina Ramos/Câmara dos Deputados | Licença: Credito Obrigatorio

  • Lei transforma Cefets de Minas e do Rio em universidades federais

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que transforma os Centros Federais de Educação Tecnológica de Minas Gerais e do Rio de Janeiro em universidades federais.

    Publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (25), a Lei 15.521/26 cria a Universidade Federal de Ciência e Inovação de Minas Gerais e a Universidade Federal de Ciência e Inovação do Rio de Janeiro.

    A nova legislação assegura a continuidade dos cursos de educação técnica de nível médio e expande a autonomia institucional para atividades de ensino, pesquisa e extensão.

    Vinculadas ao Ministério da Educação como autarquias, as novas universidades têm regras próprias para a escolha de reitor e vice-reitor. O texto teve origem no Projeto de Lei 4952/26, de iniciativa do Poder Executivo, aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal.

    No território fluminense, a nova universidade mantém oito campi na capital e nos municípios de Angra dos Reis, Itaguaí, Maria da Graça, Nova Friburgo, Nova Iguaçu, Petrópolis e Valença. A unidade mineira integra 11 campi, com três locais em Belo Horizonte e unidades em Araxá, Contagem, Curvelo, Divinópolis, Leopoldina, Nepomuceno, Timóteo e Varginha.

    Com informações de Agencia Camara de Noticias.

  • Lula sanciona lei que transforma Cefets de MG e RJ em universidades

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que transforma os Cefets de Minas Gerais e do Rio de Janeiro em universidades federais. A publicação saiu no Diário Oficial da União desta sexta-feira (25).

    Com a Lei 15.521/26, a unidade mineira adota o nome de Universidade Federal de Ciência e Inovação de Minas Gerais. Já a instituição fluminense, o Cefet Celso Suckow da Fonseca, passa a ser chamada de Universidade Federal de Ciência e Inovação do Rio de Janeiro.

    A legislação mantém o ensino técnico de nível médio nas instituições e confere maior autonomia para atividades de ensino, pesquisa e extensão. Ambas passam a figurar como autarquias ligadas ao Ministério da Educação, com diretrizes próprias para a escolha de reitor e vice-reitor.

    A proposta partiu do Poder Executivo por meio do Projeto de Lei 4952/26, aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal antes da sanção presidencial.

    Na estrutura física, o Cefet-MG reúne 11 unidades: três em Belo Horizonte e as demais em Araxá, Contagem, Curvelo, Divinópolis, Leopoldina, Nepomuceno, Timóteo e Varginha. O Cefet-RJ soma oito campi, distribuídos na capital, em Maria da Graça, Angra dos Reis, Itaguaí, Nova Friburgo, Nova Iguaçu, Petrópolis e Valença.

    Com informações de Câmara dos Deputados.

  • Alcolumbre e ex-banqueiro trocam juras de amor em mensagens

    Alcolumbre e ex-banqueiro trocam juras de amor em mensagens

    O presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro trocaram mensagens com juras mútuas de amor.

    Os diálogos entre o parlamentar e o empresário vieram a público nesta sexta-feira (25/9).

    Na frente eleitoral, o presidente Lula trabalha pela proibição definitiva das apostas online. O plano contra o setor de apostas busca conter o avanço da campanha de Flávio Bolsonaro.

    Com informações de O Antagonista.

    Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado | Licença: Creative Commons Attribution-ShareAlike

  • Celina Leão defende BRB e acusa União de travar acordo com o banco

    A candidata ao Governo do Distrito Federal Celina Leão (PP) criticou a União nesta sexta-feira (25/9) por travar um acordo sobre o Banco de Brasília (BRB) e acusou o governo federal de politizar a gestão da instituição.

    Em entrevista ao programa Vozes da Comunidade, Celina afirmou dispor de documentos que comprovam o recuo da gestão federal em relação a uma proposta apresentada pelo próprio Palácio do Planalto. “Hoje eu consigo mostrar materialmente que não há vontade por parte da União de cumprir o acordo que eles mesmos fizeram a proposta”, declarou.

    A candidata também rebateu falas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva feitas durante visita a Ceilândia, apontando que as declarações contra o banco afetam o mercado. “Quando o presidente da República fala disso, ele está trazendo prejuízos financeiros ao BRB”, afirmou Celina, ao sustentar que manterá a atuação para resguardar a empresa.

    Segundo Celina, o governo local busca saídas próprias para capitalizar e reestruturar a instituição, sem depender exclusivamente de aval federal ou de sindicato de bancos. Ela declarou ainda que o banco superará o momento atual e sairá fortalecido das medidas em andamento.

    Com informações de TudoOK Noticias.

  • Lei cria Universidade Federal da Fronteira Norte, no Amapá

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei 15.520/26, que cria a Universidade Federal da Fronteira Norte, no Amapá. O texto foi publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira (25/9).

    A nova instituição nasce a partir do desmembramento do Campus Binacional de Oiapoque da Universidade Federal do Amapá (Unifap). A nova universidade vai absorver todas as unidades acadêmicas, cursos, estudantes matriculados, cargos e funções da estrutura já existente.

    Atualmente, o campus em Oiapoque reúne cerca de 1,2 mil alunos e oferece oito graduações: Direito, Enfermagem, Ciências Biológicas, História, Pedagogia, Letras, Geografia e Intercultural Indígena.

    A norma tem origem no Projeto de Lei 4951/26, apresentado pelo Poder Executivo e aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal.

    Com informações de Câmara dos Deputados.