Tag: Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

  • TSE suspende análise de candidatura de Furlan ao governo do Amapá

    O ministro André Mendonça pediu vista e suspendeu, nesta quinta-feira (24), o julgamento no Tribunal Superior Eleitoral sobre o registro de candidatura de Antônio Paulo de Furlan (PSD) ao governo do Amapá nas eleições de 2026.

    Antes da interrupção, o relator do caso, ministro Dias Toffoli, votou contra o deferimento da candidatura e determinou comunicação imediata à Justiça Eleitoral do estado.

    Na avaliação de Toffoli, o político renunciou ao cargo de prefeito de Macapá não apenas para disputar a eleição estadual, mas também com o objetivo de evitar um processo com risco de cassação de mandato.

    O processo em análise no plenário questiona decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Amapá (TRE-AP) favorável ao registro do candidato. O tribunal de origem havia concluído que o afastamento da prefeitura ocorreu no contexto de desincompatibilização eleitoral, sem causa de inelegibilidade.

    Os autores do recurso sustentam que a renúncia de Furlan ocorreu após a apresentação de uma representação para a abertura de processo político-administrativo na Câmara Municipal da capital amapaense.

    Com informações de TSE.

  • Datafolha em SP: Tarcísio tem 50% e Haddad marca 30%

    Tarcísio de Freitas (Republicanos) lidera a disputa pelo governo de São Paulo com 50% das intenções de voto, contra 30% de Fernando Haddad (PT), aponta pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (24/9).

    Os dois primeiros colocados oscilaram um ponto percentual para cima na comparação com o levantamento de 11 de setembro, quando marcavam 49% e 29%, respectivamente. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

    No mesmo cenário estimulado, Policial Edjane (Agir), Carlos Machado (PCB), Vivian Mendes (UP) e Vera Lúcia (PSTU) aparecem com 2% cada. Izadora Dias (PCO) tem 1%.

    Votos em branco, nulos ou em nenhum concorrente somam 8%, e outros 3% estão indecisos. A pesquisa foi realizada antes de o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registrar a candidatura de Policial Edjane como inapta no sistema do tribunal.

    Nos votos válidos, recorte que exclui brancos, nulos e indecisos, Tarcísio tem 56%, repetindo o resultado da sondagem anterior. Haddad oscilou de 32% para 34% nesse cálculo.

    Na consulta espontânea, quando os nomes não são lidos aos entrevistados, Tarcísio alcança 33% e Haddad chega a 19%. O total de eleitores indecisos nessa modalidade recuou de 41% para 35%.

    O levantamento foi contratado pela Globo e pela Folha de São Paulo. A pesquisa ouviu 1.610 eleitores nos dias 22 e 23 de setembro e está registrada sob o número SP-03730/2026.

    Com informações de Brasil 247.

  • Falta de inovação afeta pesquisas no Brasil, diz especialista

    A falta de transparência e a baixa inovação metodológica prejudicam as pesquisas eleitorais no Brasil, avalia o diretor de operações de amostragem da Universidade de Michigan, Raphael Nishimura.

    O especialista descarta a tese de que o “voto envergonhado” explique diferenças entre sondagens e o resultado das urnas. Estudos realizados nos Estados Unidos com eleitores de Donald Trump não encontraram provas desse fenômeno social.

    Nishimura aponta que a discrepância registrada em 2018 e 2022 decorre da recusa de apoiadores de Jair Bolsonaro em participar de levantamentos por desconfiança nos institutos. A volatilidade dos cerca de 10% de eleitores que decidem o voto no dia da eleição também altera o cenário final.

    O estatístico afirma que a maior parte dos institutos brasileiros repassa apenas o mínimo de informações ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Segundo ele, as empresas evitam detalhar procedimentos adicionais em seus relatórios públicos.

    Para corrigir distorções, Nishimura recomenda a combinação de entrevistas presenciais, telefônicas e virtuais em uma mesma pesquisa. Ele também defende o uso de agregadores de dados para acompanhar tendências do eleitorado com maior precisão.

    Com informações de Terra.

  • Flávio tem 40,8% e Lula soma 33,6% no DF, aponta pesquisa Opinião

    Flávio tem 40,8% e Lula soma 33,6% no DF, aponta pesquisa Opinião

    A quarta rodada da pesquisa Correio/Opinião Inteligência Política aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 40,8% e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 33,6% das intenções de voto no Distrito Federal.

    O levantamento indica que os dois primeiros colocados aumentaram a vantagem sobre os demais concorrentes na corrida pelo Palácio do Planalto entre os eleitores da capital.

    Em entrevista concedida nesta quinta-feira (24/9) ao programa CB.Poder, o CEO da Opinião Inteligência Política, Alexandre Garcia, declarou que o eleitor do DF aderiu à polarização nacional.

    “Será uma eleição extremamente polarizada e disputada e, na minha opinião, a diferença de votos será muito pequena”, afirmou o analista aos jornalistas Carlos Alexandre e Denise Rothenburg.

    Segundo Garcia, o percentual de indecisos tende a migrar diretamente para Lula ou Flávio por voto estratégico, o que tem reduzido o desempenho de candidatos como Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante).

    O analista pontuou também que o petista enfrenta a maior rejeição no eleitorado local, enquanto o senador do PL concentra maior potencial eleitoral no DF.

    O instituto realizou 1.132 entrevistas presenciais no Distrito Federal de 17 a 19 de setembro. A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95% e registro no Tribunal Superior Eleitoral sob o número DF-03622/2026.

    Com informações de Correio Braziliense.

    Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil | Licença: Creative Commons Attribution 3.0 Brasil

  • Quaest: Curi lidera disputa ao Senado no Paraná com 14%

    Pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (24/9) aponta Alexandre Curi (Republicanos) na liderança da disputa pelo Senado no Paraná, com 14% das intenções de voto na soma das duas escolhas para o cargo.

    Deltan Dallagnol (Novo) e Filipe Barros (PL) aparecem empatados na sequência, com 11% cada. Gleisi Hoffmann (PT) soma 10%, seguida por Dr. Rosinha (PT) e Cristina Graeml (PSD), ambos com 5%.

    Karen Guerreiro (Missão) e Marcelo Marcelino (PCO) obtiveram 1% cada, enquanto Joaquim do MLB (Unidade Popular) não pontuou. Os eleitores indecisos representam 29%, e 13% afirmam que pretendem votar em branco, anular ou se abster.

    No cenário da primeira vaga, Curi atinge 18%, seguido por Dallagnol e Gleisi, empatados com 16%. Filipe Barros marca 10%, com Dr. Rosinha e Cristina Graeml alcançando 3% cada, diante de 23% de indecisos.

    Para a segunda vaga, Barros lidera com 12%, seguido por Curi com 9%. Rosinha e Cristina aparecem com 7% cada, Dallagnol marca 6% e Gleisi tem 5%, com 35% de indecisos e 16% de brancos e nulos.

    A definição do voto atinge 58% dos entrevistados, enquanto 42% dizem que ainda podem alterar a decisão até 4 de outubro. Na pesquisa espontânea, 76% não souberam citar concorrentes, com Dallagnol marcando 6%, Gleisi e Curi somando 4% cada e Barros atingindo 3%.

    Entre os nomes mais rejeitados, 56% conhecem Gleisi e afirmam que não votariam nela. Dr. Rosinha tem 39% de recusa, superando Curi (24%), Barros (22%), Dallagnol (19%) e Cristina (19%).

    Dois concorrentes enfrentam pendências judiciais para o pleito. Marcelino teve o registro indeferido pelo TRE-PR e recorre, enquanto Dallagnol teve atos de campanha suspensos por decisão liminar do Tribunal Superior Eleitoral.

    O levantamento entrevistou 804 eleitores de domingo (20/9) a quarta-feira (23/9). A margem de erro é de três pontos percentuais, com 95% de confiança e registro no Tribunal Superior Eleitoral sob o número PR-02802/2026.

    Com informações de Brasil 247.

  • Especialista aponta falta de transparência em pesquisas no Brasil

    O mercado de pesquisas eleitorais no Brasil carece de transparência metodológica e inovação, afirmou o estatístico Raphael Nishimura, diretor de operações de amostragem da Universidade de Michigan, em entrevista divulgada nesta quinta-feira (24/9).

    Segundo Nishimura, a maioria das empresas brasileiras informa apenas o mínimo obrigatório exigido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele avalia que o setor ainda resiste a adotar modelos combinados de coleta de dados, prática recorrente em institutos nos Estados Unidos.

    Sobre a tese de voto envergonhado no campo bolsonarista, o especialista afirmou que estudos norte-americanos com apoiadores de Donald Trump não encontraram evidências desse fenômeno. Para ele, a ideia de que o eleitor esconde a preferência por receio de reprovação social não se sustenta cientificamente.

    Nishimura apontou outras hipóteses para a discrepância registrada entre as sondagens e o resultado de Jair Bolsonaro nas urnas em 2018 e 2022. Entre os fatores estão a recusa direta de eleitores mais radicais em participar de levantamentos e a volatilidade de cerca de 10% dos brasileiros que decidem a escolha no dia do pleito.

    Como alternativa para mitigar distorções de cada metodologia, o especialista defendeu a utilização de agregadores de pesquisas e a combinação de questionários presenciais, telefônicos e pela internet.

    Com informações de Correio Braziliense.

  • Van Hattem lidera imagem positiva no RS com 51%, aponta AtlasIntel

    O candidato ao Senado Marcel van Hattem (Novo) lidera a avaliação de imagem positiva entre líderes políticos no Rio Grande do Sul, com 51%, segundo pesquisa AtlasIntel divulgada nesta quinta-feira (24/9).

    O levantamento testou 18 nomes junto aos eleitores gaúchos. Na segunda colocação aparece o deputado federal Luciano Zucco (PL), candidato a governador, com 48% de imagem positiva.

    O deputado federal Sanderson (PL), também postulante a uma vaga no Senado, alcançou 44% e ficou na terceira posição. Os três nomes compõem a chapa majoritária da coligação O Rio Grande Pode Mais.

    Para Marcel van Hattem, o desempenho “demonstra que os gaúchos reconhecem quem trabalha com coragem, coerência e preparo para defender os interesses do Rio Grande”.

    A AtlasIntel consultou 1.819 eleitores no estado entre os dias 15 e 20 de setembro de 2026. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%, sob os registros RS-00981/2026 e BR-01816/2026 no Tribunal Superior Eleitoral.

    Com informações de Diário do Poder.

  • Moraes lidera desgaste de imagem com 72%, aponta instituto Palver

    Moraes lidera desgaste de imagem com 72%, aponta instituto Palver

    O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), lidera o desgaste de imagem entre figuras públicas com 72% das menções, segundo pesquisa do instituto Palver divulgada nesta quinta-feira (24).

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro Dias Toffoli aparecem em seguida no levantamento, empatados com 34% das citações cada.

    A sondagem também registrou menções aos ministros Gilmar Mendes (33%), André Mendonça (32%), Kassio Nunes Marques (31%) e Flávio Dino (29%). O procurador-geral da República, Paulo Gonet, foi apontado por 32%, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) somou 27%.

    Outros nomes citados incluem o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e o ministro Edson Fachin, ambos com 20%. Cristiano Zanin obteve 18% e Luiz Fux registrou 14%. A ministra Cármen Lúcia ficou na última posição entre as autoridades testadas, com 8%.

    Entre os participantes, 1% avaliou que nenhuma personalidade teve a imagem prejudicada, e 9% não souberam responder ou declararam desconhecer o tema.

    O instituto Palver realizou 5.000 entrevistas digitais com eleitores entre 20 e 23 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi financiada pelo próprio instituto e registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-09587/2026.

    Com informações de Diário do Poder.

    Foto: Supremo Tribunal Federal STF | Licença: Dominio Publico

  • Quaest aponta seis candidatos empatados para o Senado no Paraná

    Pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (24/9) aponta um empate técnico entre seis candidatos na disputa pelas duas vagas ao Senado pelo Paraná.

    O levantamento encomendado pela RPC mostra que 58% dos eleitores consideram a escolha de voto definitiva. Outros 42% declararam que ainda podem mudar de opção até o dia da votação, marcada para 4 de outubro.

    A pesquisa ouviu 804 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 20 e 23 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com índice de confiança de 95% e registro na Justiça Eleitoral sob o número PR-02802/2026.

    Com informações de Metrópoles.

  • Moro lidera corrida ao governo do Paraná com 36%, diz Quaest

    Moro lidera corrida ao governo do Paraná com 36%, diz Quaest

    O senador Sergio Moro (PL) lidera a disputa pelo governo do Paraná com 36% das intenções de voto no primeiro turno, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (24/9).

    Empatados na segunda posição, o deputado estadual Requião Filho (PDT) e Sandro Alex (PSD) registram 20% da preferência cada.

    Na sequência da corrida, Luiz França (Missão), Tayná Miessa (UP) e Alexandre Salomão (Mobiliza) marcam 1% cada um. Adriano Funilero (PCO) e Samuel de Mattos (PSTU) não pontuaram. Os eleitores indecisos somam 12%, enquanto brancos, nulos e os que declaram não votar representam 9%.

    Nas simulações de segundo turno, Moro lidera os dois cenários testados. Contra Requião Filho, o senador alcança 48% contra 32% do deputado estadual, com 12% de indecisos e 8% de votos brancos, nulos ou abstenções.

    No confronto direto com Sandro Alex, Moro registra 43% ante 29% do concorrente. Nessa medição, indecisos somam 14%, mesmo percentual registrado para brancos, nulos e não votantes.

    Em uma disputa de segundo turno sem o senador, Sandro Alex marca 38% das intenções contra 32% de Requião Filho. Os votos brancos, nulos ou de quem não pretende votar chegam a 15%, mesma taxa dos indecisos.

    O instituto também mediu a avaliação do governo Ratinho Junior (PSD), que tem a aprovação de 79% dos eleitores e a desaprovação de 12%, com 9% sem resposta. Do total de entrevistados, 69% classificam a gestão estadual como positiva, 21% como regular, 5% como negativa e 5% não souberam responder.

    O levantamento, contratado pela RPC e registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo PR-02802/26, ouviu 804 eleitores no Paraná entre os dias 20 e 23 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%.

    Com informações de CNN Brasil.

    Foto: Carlos Moura/Agência Senado | Licença: Creative Commons Attribution-ShareAlike