Quaest: Lula tem 39% e Flávio Bolsonaro soma 34% no 1º turno

Grupo de apoiadores em um palanque durante evento político, com um homem discursando e outro segurando a bandeira do Brasil.

Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (28) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva com 39% das intenções de voto no primeiro turno, contra 34% do senador Flávio Bolsonaro.

Lula subiu dois pontos porcentuais em relação ao levantamento de 21 de setembro, enquanto Flávio Bolsonaro oscilou um ponto para cima. Com o movimento, o petista voltou a abrir vantagem superior à margem de erro de dois pontos.

Na sequência da disputa aparecem Augusto Cury (Avante) e Ronaldo Caiado (PSD), empatados com 4% cada. Renan Santos (Missão) registra 3%, Romeu Zema (Novo) tem 1% e Samara Martins (UP) marca 0%. Votos brancos, nulos ou de quem não pretende votar somam 10%, e indecisos são 5%.

Em eventual confronto de segundo turno, Lula e Flávio Bolsonaro empatam numericamente com 42% da preferência do eleitorado. Votos brancos, nulos ou abstenções representam 13% nessa projeção, enquanto 3% dos entrevistados permanecem indecisos.

Nas demais simulações de segundo turno, Lula aparece à frente de todos os adversários testados. O atual chefe do Executivo marca 46% a 30% contra Zema, supera Caiado por 43% a 40%, bate Renan Santos por 42% a 39% e vence Cury por 42% a 33%.

Na pesquisa espontânea, quando os nomes não são apresentados aos entrevistados, Lula foi citado por 31% e Flávio Bolsonaro por 27%. A sondagem indica ainda que 76% dos participantes declaram que o voto já está decidido, enquanto 23% ainda admitem trocar de opção.

O levantamento aponta índice de rejeição de 56% para Flávio Bolsonaro e de 54% para Lula. Quanto ao desempenho do governo federal, 46% aprovam a gestão do presidente e 49% desaprovam, com avaliação classificada como negativa por 41%, positiva por 33% e regular por 23%.

A Quaest ouviu 2.004 eleitores presencialmente entre 24 e 27 de setembro. O estudo tem nível de confiança de 95% e registro BR-06520/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Com informações de Money Times.

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil | Licença: Creative Commons Attribution 3.0 Brasil

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