Estados Unidos e China travam uma corrida tecnológica pelo domínio da inteligência artificial que envolve o controle sobre chips, minerais, energia, data centers e modelos algorítmicos.
O professor do Departamento de Economia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Gilson Geraldino, aponta que o crescimento chinês se sustenta em integração vertical, capacidade produtiva, recursos de fundos estatais e altos investimentos em pesquisa e desenvolvimento.
Esse avanço reflete um planejamento estruturado por mais de uma década. Com isso, a China ingressou no grupo das dez economias mais inovadoras do planeta em 2025 e assumiu a liderança na produção de conhecimento e tecnologia, segundo o Índice Global de Inovação da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI).
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