A governadora Celina Leão (PP) lidera as intenções de voto ao governo do Distrito Federal com 42% no cenário sem José Roberto Arruda (PSD), aponta pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (24). Leandro Grass (PT) aparece com 23%.
Paula Belmonte (PSDB) figura com 7%, seguida por Ricardo Cappelli (PSB), que registra 5%. Professora Samara Mineiro (UP) mantém 2%, enquanto Professor Robson (PSTU) e Kiko Caputo (Novo) anotam 1% cada. Brancos e nulos somam 11%, e 6% não souberam responder.
Em relação à sondagem anterior do início de setembro, Celina oscilou três pontos para baixo, de 45% para 42%. No mesmo período, Grass subiu de 19% para 23%. A pesquisa foi contratada pela Globo e pela Folha de S.Paulo.
Nos votos válidos sem Arruda, quando são descartados brancos, nulos e indecisos, Celina atinge 51% e Grass fica com 27%. Paula Belmonte tem 9%, Cappelli alcança 6% e Samara Mineiro marca 3%.
O Datafolha também mediu um cenário com Arruda, no qual Celina marca 37%, Grass chega a 21% e o ex-governador obtém 18%. Na rodada passada dessa simulação, os candidatos tinham 40%, 16% e 17%, respectivamente.
A inclusão de Arruda ocorreu durante o levantamento, mas o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) barrou a candidatura dele nesta quinta-feira (24) por 5 votos a 2. A corte rejeitou os recursos e encerrou a condição sub judice do político devido a condenações por improbidade administrativa ligadas à Operação Caixa de Pandora.
Na pesquisa espontânea, quando os eleitores indicam a preferência sem ver a lista de nomes, Celina manteve os 30% da rodada anterior. Grass subiu de 11% para 15%, Arruda pontuou 12% e os indecisos caíram de 34% para 31%.
O levantamento também mediu a rejeição dos candidatos. Celina é rejeitada por 32% dos entrevistados, Arruda por 30% e Grass por 28%, enquanto Cappelli e Kiko Caputo atingem 10% cada um.
O instituto ouviu 910 eleitores entre 22 e 24 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95% e registros DF-01888/2026 e BR-06769/2026 na Justiça Eleitoral.
Com informações de Brasil 247.



