Tag: Luiz Inácio Lula da Silva

  • Datafolha: Lula tem 47% e Flávio Bolsonaro soma 45% no 2º turno

    Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (24/9) aponta Lula com 47% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro com 45% em eventual segundo turno na eleição presidencial.

    O resultado indica empate técnico entre os concorrentes. Na rodada realizada na semana anterior, o petista marcava 46% contra 44% do senador do PL. Votos em branco, nulos ou em nenhum somam 7%, e 1% não soube responder.

    Na simulação contra Ronaldo Caiado (PSD), Lula soma 46% diante de 44% do adversário, com 9% de brancos e nulos e 1% de indecisos.

    No confronto com Romeu Zema (Novo), Lula registra 48% contra 39% do rival. O petista repete os 48% no teste diante de Renan Santos (Missão), que alcança 39%.

    Em disputa simulada contra Augusto Cury (Avante), o atual presidente tem 46% das intenções, enquanto o pré-candidato do Avante marca 43%.

    O levantamento, contratado pela Globo e pela Folha de S.Paulo, entrevistou 2.002 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 22 e 23 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com índice de confiança de 95% e registro no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-00304/2026.

    Com informações de G1 — Globo.

  • Falta de inovação afeta pesquisas no Brasil, diz especialista

    A falta de transparência e a baixa inovação metodológica prejudicam as pesquisas eleitorais no Brasil, avalia o diretor de operações de amostragem da Universidade de Michigan, Raphael Nishimura.

    O especialista descarta a tese de que o “voto envergonhado” explique diferenças entre sondagens e o resultado das urnas. Estudos realizados nos Estados Unidos com eleitores de Donald Trump não encontraram provas desse fenômeno social.

    Nishimura aponta que a discrepância registrada em 2018 e 2022 decorre da recusa de apoiadores de Jair Bolsonaro em participar de levantamentos por desconfiança nos institutos. A volatilidade dos cerca de 10% de eleitores que decidem o voto no dia da eleição também altera o cenário final.

    O estatístico afirma que a maior parte dos institutos brasileiros repassa apenas o mínimo de informações ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Segundo ele, as empresas evitam detalhar procedimentos adicionais em seus relatórios públicos.

    Para corrigir distorções, Nishimura recomenda a combinação de entrevistas presenciais, telefônicas e virtuais em uma mesma pesquisa. Ele também defende o uso de agregadores de dados para acompanhar tendências do eleitorado com maior precisão.

    Com informações de Terra.

  • Lula tem 41% e Flávio 37% no 1º turno, diz Real Time Big Data

    Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta quinta-feira (24/9) aponta o presidente Lula com 49% de potencial de voto para a eleição presidencial de 2026, enquanto o senador Flávio Bolsonaro atinge 47%.

    Na simulação de primeiro turno, Lula lidera com 41% das intenções de voto contra 37% de Flávio Bolsonaro. O resultado ultrapassa numericamente a margem de erro de dois pontos percentuais.

    No cenário de segundo turno entre os dois concorrentes, Flávio Bolsonaro soma 45% e Lula registra 44%. Pela margem de erro, o quadro indica empate técnico.

    O potencial de 49% de Lula é composto por 30% de entrevistados que afirmam votar nele com certeza e 19% que dizem poder votar. Já o índice de 47% de Flávio reúne 24% de certeza no voto e 23% que admitem apoiá-lo.

    O levantamento ouviu 2.000 pessoas entre os dias 19 e 23 de setembro. O estudo está registrado na Justiça Eleitoral sob o número BR-04202/2026.

    Com informações de Diário do Centro do Mundo (DCM).

  • Quaest no Ceará: Lula tem 55% contra 23% de Flávio Bolsonaro

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera a disputa presidencial no Ceará com 55% das intenções de voto no primeiro turno, contra 23% do senador Flávio Bolsonaro, segundo pesquisa Quaest divulgada na quarta-feira (23).

    Na comparação com a rodada de 4 de setembro, Lula oscilou um ponto para cima, ante os 54% anteriores. Flávio avançou de 16% para 23%, enquanto Augusto Cury caiu de 10% para 5%.

    Renan Santos aparece com 3% e Ronaldo Caiado mantém 1%. Romeu Zema, Edmilson Costa, Wilson Grassi, Samara Martins, Leonardo Avalanche, Clariana Barão, Hertz Dias e Rui Costa Pimenta registraram 0%.

    Os eleitores indecisos recuaram de 10% para 6%. A parcela que declara voto em branco, nulo ou abstenção permaneceu estável em 7%.

    Na simulação de segundo turno entre os dois primeiros colocados, Lula alcança 59% contra 27% de Flávio. Votos brancos e nulos somam 11%, e 3% não souberam responder.

    A pesquisa mostra que 84% do eleitorado cearense considera a decisão de voto definitiva para o pleito de 4 de outubro, enquanto 16% ainda podem mudar. No estado, a gestão do governo federal tem 64% de aprovação e 33% de desaprovação, com 3% de indecisos.

    O levantamento foi encomendado pela TV Verdes Mares e ouviu 900 pessoas entre 19 e 22 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com índice de confiança de 95% e registros na Justiça Eleitoral sob os números CE-08268/2026 e BR-03184/2026.

    A coleta ocorreu após compromissos de Flávio em Fortaleza e Juazeiro do Norte nos dias 15 e 16 de setembro. Lula também cumpriu agenda local no mês e tem novo evento eleitoral previsto na capital na terça-feira (29).

    Com informações de Brasil 247.

  • Flávio tem 40,8% e Lula soma 33,6% no DF, aponta pesquisa Opinião

    Flávio tem 40,8% e Lula soma 33,6% no DF, aponta pesquisa Opinião

    A quarta rodada da pesquisa Correio/Opinião Inteligência Política aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 40,8% e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 33,6% das intenções de voto no Distrito Federal.

    O levantamento indica que os dois primeiros colocados aumentaram a vantagem sobre os demais concorrentes na corrida pelo Palácio do Planalto entre os eleitores da capital.

    Em entrevista concedida nesta quinta-feira (24/9) ao programa CB.Poder, o CEO da Opinião Inteligência Política, Alexandre Garcia, declarou que o eleitor do DF aderiu à polarização nacional.

    “Será uma eleição extremamente polarizada e disputada e, na minha opinião, a diferença de votos será muito pequena”, afirmou o analista aos jornalistas Carlos Alexandre e Denise Rothenburg.

    Segundo Garcia, o percentual de indecisos tende a migrar diretamente para Lula ou Flávio por voto estratégico, o que tem reduzido o desempenho de candidatos como Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante).

    O analista pontuou também que o petista enfrenta a maior rejeição no eleitorado local, enquanto o senador do PL concentra maior potencial eleitoral no DF.

    O instituto realizou 1.132 entrevistas presenciais no Distrito Federal de 17 a 19 de setembro. A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95% e registro no Tribunal Superior Eleitoral sob o número DF-03622/2026.

    Com informações de Correio Braziliense.

    Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil | Licença: Creative Commons Attribution 3.0 Brasil

  • Especialista aponta falta de transparência em pesquisas no Brasil

    O mercado de pesquisas eleitorais no Brasil carece de transparência metodológica e inovação, afirmou o estatístico Raphael Nishimura, diretor de operações de amostragem da Universidade de Michigan, em entrevista divulgada nesta quinta-feira (24/9).

    Segundo Nishimura, a maioria das empresas brasileiras informa apenas o mínimo obrigatório exigido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele avalia que o setor ainda resiste a adotar modelos combinados de coleta de dados, prática recorrente em institutos nos Estados Unidos.

    Sobre a tese de voto envergonhado no campo bolsonarista, o especialista afirmou que estudos norte-americanos com apoiadores de Donald Trump não encontraram evidências desse fenômeno. Para ele, a ideia de que o eleitor esconde a preferência por receio de reprovação social não se sustenta cientificamente.

    Nishimura apontou outras hipóteses para a discrepância registrada entre as sondagens e o resultado de Jair Bolsonaro nas urnas em 2018 e 2022. Entre os fatores estão a recusa direta de eleitores mais radicais em participar de levantamentos e a volatilidade de cerca de 10% dos brasileiros que decidem a escolha no dia do pleito.

    Como alternativa para mitigar distorções de cada metodologia, o especialista defendeu a utilização de agregadores de pesquisas e a combinação de questionários presenciais, telefônicos e pela internet.

    Com informações de Correio Braziliense.

  • Moraes lidera desgaste de imagem com 72%, aponta instituto Palver

    Moraes lidera desgaste de imagem com 72%, aponta instituto Palver

    O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), lidera o desgaste de imagem entre figuras públicas com 72% das menções, segundo pesquisa do instituto Palver divulgada nesta quinta-feira (24).

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro Dias Toffoli aparecem em seguida no levantamento, empatados com 34% das citações cada.

    A sondagem também registrou menções aos ministros Gilmar Mendes (33%), André Mendonça (32%), Kassio Nunes Marques (31%) e Flávio Dino (29%). O procurador-geral da República, Paulo Gonet, foi apontado por 32%, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) somou 27%.

    Outros nomes citados incluem o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e o ministro Edson Fachin, ambos com 20%. Cristiano Zanin obteve 18% e Luiz Fux registrou 14%. A ministra Cármen Lúcia ficou na última posição entre as autoridades testadas, com 8%.

    Entre os participantes, 1% avaliou que nenhuma personalidade teve a imagem prejudicada, e 9% não souberam responder ou declararam desconhecer o tema.

    O instituto Palver realizou 5.000 entrevistas digitais com eleitores entre 20 e 23 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi financiada pelo próprio instituto e registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-09587/2026.

    Com informações de Diário do Poder.

    Foto: Supremo Tribunal Federal STF | Licença: Dominio Publico

  • Estatístico descarta existência de voto envergonhado em pesquisas

    Estudos nos Estados Unidos não encontraram evidências da existência do chamado “voto envergonhado” em disputas eleitorais, afirmou o diretor de operações de amostragem da Universidade de Michigan, Raphael Nishimura, ao analisar pesquisas de intenção de voto brasileiras.

    Segundo o especialista, a discrepância entre levantamentos prévios e o resultado de Jair Bolsonaro (PL) nas urnas em 2018 e 2022 decorre de outros fatores. As principais hipóteses envolvem a recusa de apoiadores mais radicais em participar de questionários e a definição de voto de última hora.

    Nishimura destacou que o comportamento de boicotar sondagens eleitorais já foi documentado entre eleitores de Donald Trump. No Brasil, cerca de 10% dos cidadãos relatam escolher o candidato no próprio dia da eleição, o que dificulta captar a totalidade dos votos com antecedência.

    Para o estatístico, o mercado de pesquisas no país carece de inovação e maior clareza sobre os procedimentos adotados. “Apesar de os institutos serem todos obrigados a colocar no TSE quais são os métodos, na minha opinião, a maioria deles empurra com a barriga”, disse.

    O pesquisador defende que as empresas combinem entrevistas presenciais, telefônicas e online para compensar as limitações de cada formato. Abordagens presenciais enfrentam barreiras em condomínios fechados ou comunidades, ligações têm alta taxa de recusa e formulários na internet atraem perfis mais engajados politicamente.

    Para minimizar distorções metodológicas, Nishimura sugere a utilização de agregadores de sondagens, que calculam médias ponderadas de múltiplos institutos. Atualmente, a ferramenta da BBC News Brasil indica o senador Flávio Bolsonaro (PL) ligeiramente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno.

    Com informações de Terra.

  • Governo oficializa acordo de livre comércio entre Mercosul e Efta

    O governo federal oficializou o acordo de livre comércio entre Mercosul e Efta, que passa a vigorar entre o Brasil e a Islândia em 1º de outubro e com a Noruega a partir de 1º de novembro.

    O decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União na quarta-feira (23/9). A aplicação das tarifas preferenciais com Suíça e Liechtenstein ainda depende da conclusão dos trâmites internos nesses dois países.

    Formado por Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein, o bloco europeu reúne cerca de 15 milhões de habitantes e soma Produto Interno Bruto de aproximadamente US$ 1,4 trilhão. O tratado foi firmado em 16 de setembro de 2025, após 14 rodadas de negociação.

    O pacto zera de forma imediata as tarifas cobradas pelos membros do Efta sobre itens industriais e pesqueiros importados do Brasil. Já os produtos agropecuários terão abertura gradual por meio de redução de alíquotas, cotas e regimes específicos.

    “A entrada em vigor do acordo é mais um passo na estratégia de diversificação comercial e de integração do Brasil à economia internacional”, afirmou o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa.

    Para orientar as empresas, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços lançou um painel de dados com o detalhamento das regras tarifárias por produto e unidade da Federação. A ferramenta também reúne compromissos sobre investimentos, compras governamentais, serviços e propriedade intelectual.

    Noruega e Suíça concentram 94% das exportações brasileiras destinadas ao bloco e 99% das compras que o Brasil faz da região. Entre os estados, Pará e Minas Gerais lideram os embarques para o grupo europeu, enquanto São Paulo é a principal origem das importações.

    O sistema também lista a proteção de 63 indicações geográficas brasileiras na Suíça e em Liechtenstein, contemplando produtos como cafés, queijos, cachaças e vinhos. No caso do café torrado, as tarifas atuais de 10% na Islândia e de 7% no mercado suíço e de Liechtenstein terão reduções imediatas na maior parte dos códigos tarifários.

    Com informações de Notícias do MDIC.

  • Flávio e Lula empatam tecnicamente em pesquisa para 2026

    Flávio e Lula empatam tecnicamente em pesquisa para 2026

    Pesquisa do instituto Futura/100% Cidades divulgada nesta quinta-feira (24) mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em empate técnico no primeiro turno de 2026.

    No levantamento, Flávio Bolsonaro soma 40% das intenções de voto, enquanto o candidato à reeleição registra 38,4%. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%.

    O governador Ronaldo Caiado (PSD) aparece na sequência com 5,7%, seguido de perto pelo escritor Augusto Cury (Avante), que marca 5,6%. Renan Santos (Missão) soma 2,4% da preferência do eleitorado consultado.

    Romeu Zema (Novo) tem 0,9%, Samara Martins (UP) atinge 0,5% e Rui Costa Pimenta (PCO) alcança 0,3%. Leonardo Avalanche (PRTB) pontua 0,2%, enquanto Edmilson Costa (PCB) e Hertz Dias (PSTU) registram 0,1% cada um.

    Clariana Barão (DC) e Wilson Grassi (Democrata) não pontuaram no levantamento. O grupo de indecisos, que inclui quem não soube ou preferiu não responder, representa 3,2%, ao passo que votos em branco, nulos ou em nenhum somam 2,1%.

    A sondagem entrevistou 2.000 eleitores por telefone entre os dias 19 e 23 de setembro, com recursos próprios do instituto. O registro no Tribunal Superior Eleitoral consta sob o protocolo BR-05268/2026.

    Com informações de CNN Brasil.

    Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil | Licença: Creative Commons Attribution 3.0 Brasil