Tag: Ministério da Saúde

  • Ministério da Saúde planeja ações do SUS para o El Niño

    O Ministério da Saúde apresentou nesta quarta-feira (23/9) um plano de preparação do Sistema Único de Saúde (SUS) para os impactos climáticos do fenômeno El Niño. A estratégia foi detalhada durante roda de conversa virtual com pesquisadores, conselhos e movimentos sociais.

    O governo federal estabeleceu uma janela de maior atenção com duração de outubro até março de 2027. As medidas consideram previsões meteorológicas, histórico de desastres e a capacidade de resposta de cada região do país.

    Para o Sul, onde há maior risco de inundações e temporais, o plano inclui o reforço da Força Nacional do SUS em Porto Alegre e atuação de Centros de Informação em Saúde e Clima na capital gaúcha e em Curitiba. A região também terá planos de contingência e linhas de cuidado em saúde mental pós-desastre.

    No Sudeste e no Nordeste, o foco preventivo mira ondas de calor, com zonas de resfriamento, pontos de hidratação e a ferramenta Mapa de Calor Extremo. O Nordeste terá ainda bases da Força Nacional do SUS em Salvador, Recife e Fortaleza para enfrentar a estiagem severa, com remessa antecipada de medicamentos. No Sudeste, a Força Nacional atuará no Rio de Janeiro, com apoio de um Centro de Informação em Saúde e Clima em Belo Horizonte.

    As regiões Norte e Centro-Oeste terão estruturas voltadas ao combate aos efeitos de secas e queimadas. As equipes da Força Nacional contarão com bases em Porto Velho, Manaus, Belém, Campo Grande e Brasília, além do Painel de Poluição Atmosférica e Saúde Humana e de centros informativos em Santarém, Belém e Cuiabá.

    Na Amazônia, o ministério apontou reforço na atenção básica entre 2023 e 2026. O período registrou avanço de 24,9% nas equipes de saúde, ampliação de 24,6% na frota de Unidades Básicas de Saúde (UBS) Fluviais e salto de 95% na cobertura populacional atendida por equipes de Saúde da Família e Saúde da Família Ribeirinha.

    O secretário-executivo substituto da pasta, Nilton Pereira Júnior, afirmou que a prioridade é a assistência ágil nos municípios. “O Governo Federal tem o papel de dialogar, estabelecer parcerias e oferecer apoio técnico e financeiro aos estados e municípios”, disse.

    Com informações de Agencia Gov.

  • Ministério da Saúde cria plano no SUS para o El Niño 2026-2027

    O Ministério da Saúde apresentou um plano de preparação do Sistema Único de Saúde (SUS) para enfrentar os impactos climáticos do fenômeno El Niño entre outubro de 2026 e março de 2027.

    O planejamento foi detalhado durante reunião virtual com lideranças sociais, pesquisadores e representantes regionais na quarta-feira (23/9). O período de maior atenção abrange seis meses e estabelece medidas específicas para as vulnerabilidades de cada região do país.

    Para a Região Sul, onde há previsão de temporais e inundações na primavera, o ministério reforçou a Força Nacional do SUS em Porto Alegre. A estrutura inclui centros de informação sobre saúde e clima na capital gaúcha e em Curitiba, além de planos de contingência e atendimento em saúde mental pós-desastre.

    No Nordeste e no Sudeste, o foco das ações se concentra no combate ao calor extremo e às estiagens. O plano prevê mapas de monitoramento térmico, zonas de resfriamento, pontos de hidratação e envio prévio de remédios, com bases da Força Nacional em Salvador, Recife, Fortaleza e Rio de Janeiro, além de centro informativo em Belo Horizonte.

    As regiões Norte e Centro-Oeste terão foco na estiagem, queimadas e incêndios florestais. O governo manteve bases da Força Nacional em Manaus, Belém, Porto Velho, Campo Grande e Brasília, aliadas ao Painel de Poluição Atmosférica e Saúde Humana e a unidades de monitoramento em Santarém, Belém e Cuiabá.

    Na Amazônia, a estrutura de atendimento básico registrou aumento de 24,9% nas equipes de saúde e de 24,6% na frota de Unidades Básicas de Saúde Fluviais entre 2023 e 2026. O contingente de moradores vinculados às equipes de Saúde da Família e Saúde da Família Ribeirinha cresceu 95% no período.

    Segundo o secretário-executivo substituto da pasta, Nilton Pereira Júnior, a atuação federal prevê repasses e suporte operacional imediato aos municípios. “O governo federal tem o papel de dialogar, estabelecer parcerias e oferecer apoio técnico e financeiro aos estados e municípios”, declarou.

    Com informações de Noticias do Ministerio da Saude.

  • Saúde pede inclusão de canetas emagrecedoras no SUS

    O Ministério da Saúde pediu nesta quinta-feira (24) a inclusão de canetas emagrecedoras no Sistema Único de Saúde (SUS). O requerimento foi enviado à Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec).

    A solicitação abrange medicamentos à base de semaglutida ou liraglutida, que não possuem proteção de patente, voltados ao tratamento de pacientes com obesidade. A pasta apontou que a concorrência reduziu o preço desses remédios em 70% no Brasil em menos de um ano.

    Segundo o ministério, o país registra 25 versões do produto aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), sendo 14 registradas em 2026, entre genéricos e opções nacionais. A articulação do governo com a agência ocorre desde 2025 para atrair fabricantes e incentivar pesquisas clínicas.

    O pedido toma como base uma diretriz divulgada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) no fim de 2025, que recomenda o uso dessas terapias em escala populacional contra a obesidade. O documento alerta para a urgência de garantir acesso equitativo para evitar o aumento da desigualdade em saúde.

    No Brasil, os dados oficiais mostram que o índice de obesidade saltou de 11,8% em 2006 para 25,7% em 2024. Em Porto Alegre (RS), o Grupo Hospitalar Conceição (GHC) conduz pesquisas sobre a aplicação do tratamento em usuários da rede pública.

    Caso a Conitec aprove a medida, o SUS definirá critérios específicos para selecionar os pacientes que terão acesso aos remédios, priorizando casos em que o controle do peso diminua o risco de complicações e cirurgias complexas.

    Com informações de Noticias do Ministerio da Saude.

  • Brasil defende na ONU tratamento gratuito e universal contra o HIV

    O Brasil defendeu na Organização das Nações Unidas o fortalecimento dos sistemas públicos de saúde e a cooperação internacional para garantir o tratamento universal e gratuito contra o HIV nesta quinta-feira (24).

    A declaração foi feita pelo secretário-executivo do Ministério da Saúde, Adriano Massuda, durante a 81ª sessão da Assembleia Geral da ONU, em Nova York. O representante participou de encontro promovido pelo UNAIDS sobre a sustentabilidade da resposta global à doença.

    Massuda apresentou a experiência do Sistema Único de Saúde (SUS), pioneiro mundial na oferta pública de medicamentos contra o vírus. Segundo ele, manter essa resposta exige apoio contínuo para negociação de preços justos e transferência de tecnologias entre países.

    “Construir e manter esse sistema, assim como sustentar nossa resposta ao HIV, exige decisões políticas e programáticas conscientes todos os dias”, afirmou o secretário-executivo.

    O representante apontou que a estratégia brasileira começou a ser desenhada nos anos 1980, durante a redemocratização, com apoio direto da sociedade civil. O plano atual busca integrar as ações de HIV, tuberculose, hepatites virais e infecções sexualmente transmissíveis na rede básica.

    Massuda também citou a necessidade de direcionar o atendimento a migrantes, jovens e idosos, além de considerar efeitos das mudanças climáticas na saúde. Como exemplo multissetorial, mencionou o Programa Brasil Saudável, que articula o Ministério da Saúde com outras dez pastas federais.

    A comitiva encerra os compromissos em Nova York nesta sexta-feira (25), após debates iniciados na quarta-feira (23) sobre acesso a medicamentos, menopausa e atenção a doenças raras.

    Com informações de Noticias do Ministerio da Saude.

  • Ministério da Saúde debate modelo britânico para negociar preços

    O Ministério da Saúde e a agência britânica NICE reuniram-se em Brasília nesta semana para discutir modelos de negociação de preços e incorporação de tecnologias no Sistema Único de Saúde (SUS).

    O encontro integra uma cooperação internacional assinada em dezembro de 2025 entre o governo brasileiro e o órgão britânico, voltada a estruturar o recém-criado comitê de negociação de preços do SUS.

    A meta principal é utilizar dados de custo-efetividade, segurança e impacto orçamentário levantados pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) para obter melhores acordos comerciais na compra de remédios e insumos.

    Segundo a diretora do Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias em Saúde (DGITS), Luciene Bonan, a troca de experiências aproveita os mais de 25 anos de atuação do NICE na área. “Foram dois dias em que o NICE fez uma oficina de simulação de negociação de preço e trouxe informações técnicas e práticas”, afirmou a diretora.

    O diretor do NICE Advice, Brad Groves, destacou a cooperação britânica com o National Health Service (NHS). “Esperamos poder compartilhar um pouco das lições sobre como desenvolvemos essas diferentes equipes e como elas trabalham juntas agora”, disse Groves.

    O diretor associado do NICE, David Thompson, frisou a relevância de desenhar contratos de desconto com base técnica para agilizar a entrega de tratamentos. “O objetivo principal é garantir que a negociação comercial não interrompa os cronogramas de acesso, permitindo que a recomendação se transforme em benefício real na ponta para o paciente”, avaliou.

    Durante a oficina, os técnicos debateram critérios de triagem para escolher quais produtos vão à mesa de negociação, simulações de prazos, impasses com fornecedores e modelos matemáticos para os acordos.

    Com informações de Noticias do Ministerio da Saude.

  • Manaus reajusta auxílios de 264 profissionais do Mais Médicos

    O prefeito de Manaus, Renato Junior, sancionou a Lei nº 3.705, que amplia e reajusta os auxílios de moradia e alimentação para 264 profissionais do Programa Mais Médicos que atuam na capital.

    A legislação foi publicada no Diário Oficial do Município na terça-feira (22/9), com efeitos retroativos a 1º de setembro de 2026. Com a mudança, o auxílio-moradia subiu 108,33%, passando de R$ 1.200 para R$ 2.500 mensais. Já o auxílio-alimentação teve alta de 12%, de R$ 550 para R$ 616.

    Juntos, os dois benefícios alcançam R$ 3.116 por mês para cada médico integrante das equipes da Estratégia de Saúde da Família. O valor anterior somava R$ 1.750, o que representa um acréscimo de R$ 1.366 na renda mensal dos profissionais.

    A nova lei também estendeu os auxílios aos médicos do programa que já moravam em Manaus. Até agosto de 2026, os pagamentos eram restritos a quem vinha de outros municípios, estados ou do exterior.

    A sanção atualiza a Lei nº 1.790/2013, revoga a Lei nº 2.805/2021 e define uma revisão anual dos benefícios sempre no mês de setembro.

    O subsecretário de Gestão Administrativa e Planejamento da Secretaria Municipal de Saúde, Jean Abreu, afirmou que a medida contempla uma demanda antiga. “Esse reajuste era aguardado há muito tempo”, declarou Abreu.

    Com informações de Notícias da Prefeitura de Manaus.

  • Ministério da Saúde expõe iniciativas do SUS em evento da ONU

    O Ministério da Saúde apresentou na ONU, nesta quarta-feira (23/9), em Nova York, ações do SUS voltadas ao cuidado da menopausa na Atenção Primária e ao atendimento de pessoas com doenças raras.

    A exposição ocorreu durante eventos da Semana de Alto Nível da 81ª sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas. Os debates abordaram a qualificação profissional para a assistência a mulheres e a ampliação de diagnósticos.

    No campo da saúde feminina, o governo brasileiro destacou a elaboração de diretrizes nacionais e o treinamento de equipes para a fase de transição menopausal. A proposta busca consolidar o acolhimento dentro da rede pública básica.

    Para as enfermidades raras, a pasta informou que a rede do SUS possui 60 serviços habilitados com base na política nacional instituída em 2014. Os atendimentos incluem triagem neonatal e exames de sequenciamento genético.

    As discussões também trataram de modelos para viabilizar tratamentos de alto custo sem comprometer o orçamento da saúde. O Brasil citou o acordo de compartilhamento de risco firmado para o fornecimento do remédio Zolgensma, indicado contra a atrofia muscular espinhal (AME).

    A pasta manifestou ainda a intenção de expandir parcerias internacionais por meio da cooperação Sul-Sul. O plano prevê troca de experiências em triagem neonatal, estruturação de redes assistenciais e transferência tecnológica para produção local.

    Com informações de Correio Braziliense.

  • Ministério da Saúde leva à ONU ações do SUS para menopausa e raras

    O Ministério da Saúde apresentou na ONU experiências do SUS sobre atenção à menopausa e assistência a pessoas com doenças raras. A exposição ocorreu nesta quarta-feira (23), em Nova York, durante a Assembleia Geral das Nações Unidas.

    O secretário-executivo da pasta, Adriano Massuda, detalhou as ações brasileiras em eventos paralelos da 81ª sessão da Assembleia Geral. Os debates abordaram a integração dos cuidados na Atenção Primária à Saúde e a inclusão das doenças raras na cobertura universal.

    Na agenda voltada às mulheres, Massuda destacou a elaboração de diretrizes nacionais e o treinamento de equipes para qualificar o acolhimento. “O cuidado equitativo exige reconhecer as diferentes realidades vivenciadas pelas mulheres e responder às suas necessidades de forma integral e centrada na pessoa”, afirmou o secretário-executivo.

    No encontro sobre doenças raras promovido pela Rare Diseases International, a comitiva brasileira reforçou a importância do diagnóstico precoce e do acesso a terapias avançadas. Massuda citou a oferta do sequenciamento completo do exoma na rede pública e o modelo de compartilhamento de risco para o medicamento Zolgensma, indicado contra a atrofia muscular espinhal.

    A rede pública brasileira conta com 60 serviços habilitados dentro da Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras, criada em 2014. No cenário internacional, a Organização Mundial da Saúde aprovou em 2025 uma resolução que definiu um plano de ação global de dez anos para o setor.

    A delegação também participou de debate promovido pelo Unaids sobre a produção regional de medicamentos contra o HIV. As atividades do ministério em Nova York continuam até esta sexta-feira (25).

    Com informações de Noticias do Ministerio da Saude.

  • Brasil e México debatem aliança estratégica na área da saúde

    O Ministério da Saúde defendeu nesta quarta-feira (23/9), na Cidade do México, uma integração estratégica com o México para fortalecer a produção científica, tecnológica e industrial de saúde na América Latina.

    A proposta busca ampliar a autonomia sanitária regional e diminuir a dependência de produtos externos. A posição foi apresentada pela secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (SCTIE), Fernanda De Negri, em encontro com representantes dos setores público e privado locais.

    A secretária fez parte da delegação chefiada pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Segundo De Negri, a cooperação técnica e regulatória é necessária para que as duas nações deixem de atuar apenas como consumidoras de insumos com preços elevados fixados por países mais ricos.

    De Negri apontou que o envelhecimento populacional aumenta os gastos globais com tratamentos, enquanto a pandemia mostrou o risco do desabastecimento de itens básicos. “O fortalecimento do setor produtivo não se resume apenas ao desenvolvimento e à geração de empregos”, afirmou a secretária.

    A missão brasileira reuniu representantes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Integrantes de entidades empresariais dos ramos farmacêutico, farmoquímico e de equipamentos médicos também integraram o grupo.

    Com informações de Noticias do Ministerio da Saude.

  • DataSUS reorganiza portal e divide serviços por secretarias da Saúde

    O Portal de Serviços do DataSUS passou a agrupar seus serviços por secretarias do Ministério da Saúde. A reformulação, implementada em 22 de setembro, busca agilizar a busca de ferramentas por integradores e gestores públicos.

    A mudança atende a relatos de dificuldade na navegação após o aumento de opções na plataforma. O Departamento de Informação e Informática do SUS (DataSUS) desenvolveu o novo formato durante cerca de dois meses, com apoio do Grupo de Trabalho de Informação e Saúde Digital.

    A estrutura divide os acessos em cinco áreas da pasta: SEIDIGI, SVSA, SAES, SCTIE e SAPS. Antes da liberação, a Coordenação-Geral de Integração de Dados e Serviços Digitais realizou testes para validar as categorias e a navegação.

    “Queremos garantir que integradores e gestores encontrem com agilidade e clareza os serviços de que precisam”, afirmou Kelly Amaral, coordenadora-geral da área técnica responsável.

    A reformulação dá sequência a melhorias iniciadas em julho com a versão 2.6 da plataforma. A atualização integrou o login ao GOV.BR com nível Ouro e automatizou a análise de credenciais para conexão a sistemas como a Rede Nacional de Dados em Saúde.

    O processo faz parte de uma modernização mais ampla nos sistemas digitais do SUS. Mais de dez plataformas já adotam o CPF como identificador prioritário, medida também aplicada na higienização da base cadastral do CadSUS.

    Com informações de Noticias do Ministerio da Saude.