Tag: Ministério da Saúde

  • CFM promove webinar de hematologia e hemoterapia em 15 de outubro

    O Conselho Federal de Medicina (CFM) realiza na tarde de 15 de outubro o I Webinar de Hematologia e Hemoterapia. O encontro virtual debate dilemas éticos, assistenciais e regulatórios da especialidade no Brasil.

    A conferência de abertura fica a cargo de Leandro Machado Colli, chefe do Serviço de Oncologia Clínica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP). Ele aborda os desafios éticos trazidos pela medicina de precisão.

    A programação também conta com mesa-redonda sobre o Gerenciamento do Sangue do Paciente (PBM) e o manejo clínico cirúrgico. O painel analisa a portaria 11.685/25 do Ministério da Saúde, norma que redefine as diretrizes do Sistema Nacional de Sangue, Componentes e Derivados (SINASAN).

    Os participantes discutem ainda os obstáculos para incorporar tecnologias e a descontinuação de remédios essenciais. Segundo o coordenador da Câmara Técnica de Hematologia e Hemoterapia do CFM, Krikor Boyaciyan, os desafios do setor vão “desde o abastecimento básico de sangue até a incorporação de terapias celulares de alto custo pelo Sistema Único de Saúde”.

    Com informações de Noticias do CFM (Conselho Federal de Medicina).

  • Farmácia Popular pode gerar economia de até R$ 8,8 mil por ano

    O Programa Farmácia Popular pode gerar uma economia de até R$ 8,8 mil por ano para famílias de quatro integrantes. A iniciativa disponibiliza 41 itens de forma gratuita, incluindo medicamentos, fraldas geriátricas e absorventes.

    A redução de despesas equivale a 5,4 salários mínimos. O cálculo do Ministério da Saúde baseou-se nos tratamentos com maior demanda no Sistema Único de Saúde (SUS), levando em conta o uso simultâneo de diferentes itens.

    Os maiores impactos ocorrem no fornecimento de fraldas geriátricas, que somam economia anual de R$ 3.240, e no tratamento conjunto de Parkinson e diabetes, que poupa R$ 2,5 mil. Remédios para pressão alta geram corte de até R$ 2.080 para dois pacientes, enquanto dislipidemia e anticoncepcionais representam R$ 480 e R$ 420 por ano.

    “Esse é um programa essencial para a vida das pessoas, que atendeu, em 2025, mais de 27 milhões de brasileiros”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Em 2026, o atendimento já alcançou mais de 24 milhões de pessoas, com orçamento de R$ 4,7 bilhões.

    O governo estuda modernizar o programa com a adoção de biometria para a retirada de insumos, além de avaliar a inclusão de exames e teleatendimentos. As medidas são debatidas por um grupo de trabalho criado após a publicação de novas regras em agosto.

    Com informações de Noticias do Ministerio da Saude.

  • Ministério da Saúde defende foco no SUS no ensino de medicina

    O Ministério da Saúde defendeu a inserção da prática médica no SUS desde os primeiros anos da graduação durante o 64º Congresso Brasileiro de Educação Médica, realizado em Porto Alegre entre 17 e 20 de setembro.

    Integrantes da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde afirmaram que as diretrizes curriculares do curso de medicina precisam priorizar a atenção primária, a saúde da família e a preceptoria qualificada. A pasta sustentou que o alinhamento com o Ministério da Educação e com instituições de ensino é necessário para manter o rigor na avaliação de cursos e barrar formações precarizadas.

    Durante o evento, o secretário da SGTES, Felipe Proenço, representou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Proenço defendeu a articulação institucional para adequar o ensino às necessidades assistenciais da população e qualificar a força de trabalho do sistema público.

    A programação também reuniu debates sobre a rede hospitalar de ensino, apresentada pela coordenadora-geral Emille Cordeiro, além de discussões sobre o Registro de Qualificação de Especialista e os rumos da Política Nacional de Residências em Saúde.

    Com informações de Noticias do Ministerio da Saude.

  • Saúde encerra etapa estadual da RNDS e foca em municípios

    O Ministério da Saúde encerra nesta terça-feira (22), em Brasília, a etapa estadual da federalização da Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS) e prepara a expansão do compartilhamento de dados para os municípios.

    O encontro reúne gestores do Sistema Único de Saúde (SUS) e representantes das 27 Unidades da Federação na Fiocruz Brasília. O objetivo central é consolidar os resultados obtidos com os governos estaduais e planejar a integração das redes municipais.

    A estratégia busca qualificar o acesso e o uso das informações em saúde para a tomada de decisões locais. A etapa concluída incluiu oficinas técnicas e a formulação de Planos de Trabalho Estaduais, estruturados nas áreas institucional, de governança, de comunicação e de informação e informática.

    Com o encerramento do ciclo estadual, o Ministério da Saúde utilizará o modelo para iniciar a municipalização do sistema. A diretora do Departamento de Informação e Informática do SUS (DATASUS), Paula Xavier, afirmou que a experiência acumulada ajudará a adaptar as soluções às diferentes realidades locais.

    Com informações de Noticias do Ministerio da Saude.

  • SUS passa a realizar cirurgia única para tratar glaucoma e catarata

    O Ministério da Saúde incluiu no SUS uma técnica cirúrgica que trata catarata e glaucoma em uma mesma operação. A portaria que oficializa o procedimento saiu no Diário Oficial da União da última quinta-feira (17).

    O procedimento atende pacientes com glaucoma primário de ângulo aberto em estágio leve a moderado. A técnica remove o cristalino e desobstrui o canal de drenagem do olho em uma intervenção menos invasiva, com recuperação mais rápida.

    A nova diretriz inclui duas opções operatórias no protocolo da rede pública: a goniotomia excisional, feita por pequeno corte na córnea, e a trabeculotomia transluminal, realizada com microcateter ou fio cirúrgico. A proposta partiu da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (SCTIE) com parecer favorável da Conitec.

    “Além de ampliar a qualidade de vida e a adesão ao tratamento, essa inovação otimiza recursos públicos”, disse a secretária da SCTIE, Fernanda De Negri.

    Estimativas da Conitec indicam que a goniotomia excisional pode gerar economia de R$ 22,4 milhões no primeiro ano de aplicação. Em cinco anos, o valor poupado ao substituir o implante iStent deve chegar a R$ 276 milhões.

    Hoje, o glaucoma atinge até 3% dos brasileiros com mais de 40 anos e figura como a segunda causa de cegueira no mundo, superado apenas pela catarata.

    Com informações de Noticias do Ministerio da Saude.

  • Núcleo de Telessaúde de Parintins completa 20 anos com 22 unidades

    O Núcleo de Telessaúde de Parintins (AM) completou 20 anos neste domingo (20/9). Pioneira no país desde 2006, a rede municipal opera atualmente com 22 pontos de atendimento, com salas instaladas em todas as unidades de saúde ribeirinhas e na unidade fluvial.

    De janeiro a agosto de 2026, o município registrou 1.116 teleconsultas em 19 unidades básicas, com a atuação de 35 profissionais. O sistema local também realizou 4.120 eletrocardiogramas e 367 exames laboratoriais descentralizados por meio de equipamentos point of care, implantados nas UBS Naza Barbosa e Padre Francisco Luppino.

    A estrutura municipal recebeu dez kits multimídia enviados pelo Ministério da Saúde, sendo sete destinados à zona ribeirinha e três à área urbana. Além disso, uma portaria federal liberou em junho R$ 1,04 milhão para estruturar o núcleo local pelo Novo PAC e pela Ação Estratégica SUS Digital.

    Em nível nacional, o SUS contabilizou 10.385.351 procedimentos de telessaúde entre janeiro de 2025 e junho de 2026. No período, os núcleos estaduais somaram mais de 3 milhões de atendimentos em 2.660 municípios, e o telediagnóstico emitiu mais de 3,5 milhões de laudos em 1.850 cidades.

    O governo federal já entregou 3 mil kits de teleconsulta para 1.565 municípios até agosto. A meta do Novo PAC é distribuir 7 mil conjuntos de equipamentos para Unidades Básicas de Saúde em 4.515 cidades até o fim de 2026.

    Com informações de Agencia Gov.